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Rui Costa visita obras de policlínica Irecê que atenderá 19 cidades da região

  Foto: GOV-BA O governador Rui Costa visitou a construção da Policlínica Regional de Irecê nes ...

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© Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Bras ...

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Rui Costa visita obras de policlínica Irecê que atenderá 19 cidades da região

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria

 
Foto: GOV-BA
O governador Rui Costa visitou a construção da Policlínica Regional de Irecê neste sábado (29). Mais de 70% da obra já foi construída, com custo de R$ 22 milhões. O governador autorizou ainda a abertura da licitação para a construção da pista que dará acesso à policlínica e inaugurou uma escola de tempo integral. A unidade atenderá 19 cidades da região centro-norte. ” Hoje a população de Irecê paga no particular ou precisa ir para Salvador para fazer exames como ressonância, tomografia e endoscopia. Todos esses exames serão feitos aqui na policlínica, que vai beneficiar todos os municípios da região”, afirma o governador. A policlínica deve ser inaugurada em julho deste ano, com 18 especialidades médicas e exames de apoio ao diagnóstico. O investimento beneficiará mais de 420 mil pessoas.




Lula lidera e Bolsonaro chega a 2º lugar, diz Datafolha

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria

© Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil 
VEJA.com

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém-se na liderança na corrida para a Presidência em 2018 segundo a primeira pesquisa do Datafolha após a delação da Odebrecht à Operação Lava Jato. Apesar de ser um dos nomes citados nos depoimentos, Lula chega a 30% das intenções de votos e amplia a distância dos demais possíveis candidatos.

Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparecem em seguida. O político de extrema direita subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos cenários em que disputam, respectivamente, os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin. Em ambos os casos Bolsonaro surge tecnicamente empatado com Marina. Em simulações de segundo turno, a candidata da Rede e o juiz Sérgio Moro são os únicos que vencem Lula.

A pesquisa também aponta que nomes relevantes do PSDB e o atual presidente Michel Temer (PMDB) sofrem com altos índices de rejeição. Temer, com 64%, lidera o ranking, seguido por Lula (45%), Aécio (44%) e Alckmin (28%). Quem ganha com a queda da popularidade dos colegas do PSDB é João Dória. Com baixa rejeição (16%), o prefeito de São Paulo desponta como um possível presidenciável. Contudo, ainda surge abaixo de Lula, Marina e Bolsonaro nas intenções de votos em um primeiro turno.





Felicidade – Marcelo Jeneci

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria





Veja o que abre e o que fecha no feriado do Dia do Trabalhador em Petrolina, PE

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria

Comércio de Petrolina (Foto: Taisa Alencar / G1)

Comércio de Petrolina (Foto: Taisa Alencar / G1)

G1 Petrolina

No dia 1º de maio é celebrado o Dia do Trabalhador. Com o feriado nacional, o horário do comércio, órgãos públicos municipais, estaduais e federais serão alterados. Confira o que abre e fecha em Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

Órgãos públicos municipais

Segundo a Prefeitura Municipal de Petrolina nesta segunda-feira (1º) não haverá expediente nos órgãos públicos municipais. Serviços essenciais para a população, como urgência e emergência dos hospitais públicos e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192), serão mantidos normalmente.

Shopping

As lojas do River Shopping, o Hiper Bompreço e o Expresso Cidadão estarão fechados. A praça de Alimentação funcionará das 12h às 22h. Já o cinema segue com sua grade de programação.

Comércio

De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Petrolina, na segunda-feira (1º), dia do feriado, as lojas não abrem. O funcionamento volta ao normal na terça-feira (2).

Agências bancárias

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências bancárias não abrem nesta segunda-feira (1º), dia do feriado do Trabalhador. Os consumidores podem utilizar os canais alternativos de atendimento bancário, como os caixas eletrônicos e internet banking.





Profissionais e estudantes participam do II Congresso de Oncologia do Hospital Dom Tomás

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria

  
Uma imersão de conhecimento. Após a abertura do II Congresso de Oncologia do Hospital Dom Tomás realizada dias 28 e 29/04 com auditório lotado sob o tema de hematologia.
Bloco de mama sob a coordenação dos médicos Alan Ribeiro, oncologista e Fred Coelho, cirurgião oncológico. As palestras ministradas pelas mastologista, Gabriela Arruda, o patologista Rodrigo Andrade, oncologista Luciana Landeiro e a radiologista Tâmara Azevedo. Além disso forma vistos os blocos uterino com abordagens sobre o HPV, cirurgia, radioterapia e clínica em neo de colo uterino; bloco de próstata e estômago.
O evento cumpre o objetivo de revisar os principais cânceres da região e mediante a apresentação dos tratamentos, avaliar como esses tratamentos podem ser adequados para o sistema SUS. O congresso ainda contou com minicursos e apresentação de trabalhos científicos iniciando a vertente científica e multiprofissional do evento.




EM PETROLINA ALGUÉM VENDEU TEMPO DE TV??? MISTÉRIO!!!!!!!!!

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria





A imprensa e a greve geral

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria

Paula Cesarino Costa – Folha de S.Paulo (Ombudsman)
Na sexta-feira, o bom jornalismo aderiu à greve geral. Não compareceu para trabalhar

Assim como a de milhões de brasileiros, minha rotina diária foi alterada pela greve geral da sexta-feira, 28. Lojas de que precisei estavam fechadas; no supermercado, o gerente disse que apenas um terço dos funcionários comparecera; a experiência nos aeroportos de amigos e familiares que viajaram foi sofrida, apesar de a Folha ter dito que os aeroportos funcionaram normalmente. Pode não ter sido um caos, mas normal não foi.

De modo geral, esse foi o problema da cobertura da greve geral convocada contra as reformas da Previdência e das leis trabalhistas. Focou a alteração da rotina das cidades, de modo previsível, sem inventividade nem relatos ricos.

Em suma, os jornais se concentraram no impacto sobre as árvores e deixaram de abordar a situação da floresta. A velha imagem é eficiente por condensar a mensagem de modo tão claro.

Um parágrafo do editorial da Folha trazia o resumo do que pretendo dizer quando cobro abordagem mais ampla: “Em nenhum país do mundo, propostas de redução de direitos relativos à aposentadoria contarão com apoio popular. Governantes, em geral, só as apresentam quando as finanças públicas já estão em trajetória insustentável. Este é, sem dúvida, o caso do Brasil”.

Essa é a visão da floresta que deveria ser discutida nos jornais. É preciso acrescentar que a discussão sobre a reforma trabalhista é também uma discussão sobre perda de direitos, contraposta à possibilidade de dinamização e crescimento do mercado do trabalho –promessa de comprovação difícil. Esses são os dois lados da moeda.

Pode-se até afirmar que essa discussão está presente no jornal. Não com a clareza do dilema exposto pelo editorial da Folha: está em jogo a perda de direitos em nome do ajuste fiscal. Jornais estrangeiros assim enquadraram a manifestação. A imprensa brasileira abriu mão da discussão sobre a floresta.

A greve geral convocada por centrais sindicais e movimentos de esquerda mostrou que a mídia precisa se qualificar para esse tipo de cobertura, complexa e de altíssimo interesse do público leitor.

Quase em uníssono, os três principais jornais destacaram nas manchetes de suas edições impressas o efeito no transporte e a violência com que terminaram manifestações em São Paulo e no Rio.

Será que o vandalismo em pontos isolados do Rio e de São Paulo era notícia a destacar em enunciado de manchete, se a própria Folha escreveu que a calmaria reinou durante quase todo o dia? Por que valorizar as cenas de confronto, em vez de imagens que pudessem, por exemplo, mostrar o que diziam as faixas levadas às manifestações.

A greve paralisou, segundo o noticiário da Folha, parcialmente as atividades nas principais capitais do país e em ao menos 130 municípios, em todos os Estados e no Distrito Federal. Os organizadores classificam como a maior greve da história do país: cerca de 40 milhões paralisaram suas atividades.

Não há reportagem ou quadro na edição que diga qual era exatamente o objetivo da greve ou, se fosse o caso, a análise de seu impacto nos objetivos do movimento.

Há dois pontos básicos a que o jornal, na minha avaliação deveria ter respondido:

Qual foi o tamanho da paralisação? Era preciso encontrar parâmetros que permitissem ao leitor entender o que foi o movimento de agora em comparação com convocações anteriores.

Quais as possíveis consequências da greve? Terá algum efeito em seu objetivo principal de parar a tramitação das reformas trabalhista e da Previdência, obrigando Executivo e Legislativo a negociar com a sociedade e os sindicatos?

Eram desafios difíceis, mas a imprensa não conseguiu nem chegar perto de enfrentá-los.

À exceção dos colunistas André Singer e Demétrio Magnoli, não houve tentativa de interpretação do que aconteceu. Cientistas políticos, sociólogos e analistas não estão nas páginas da Folha ajudando a entender o que aconteceu e o que pode vir a acontecer.

Deputados e senadores não se manifestaram de forma a sinalizar se o protesto pode vir a ter algum efeito objetivo nos projetos em discussão. Apenas o governo federal fala, expressando a óbvia e obrigatória avaliação de que adesão foi pequena, fracassou.

Ainda há muito a aprender e a ser desenvolvido em cobertura de casos dessa magnitude.

Na sexta-feira, o bom jornalismo aderiu à greve geral. Não compareceu para trabalhar.





Ex-dirigentes confirmam: PROS vendeu tempo de TV

Postado em 30 de abril de 2017 por Josélia Maria

De acordo com ‘Veja’, ex-deputado Salvador Zimbaldi confirmou ter recebido pacote de R$ 500 mil de ex-executivo da Odebrecht. PROS nega denúncias e diz que declarou doações.

Por G1, com informações da GloboNews e da TV Globo, Brasília

Ex-dirigentes do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) confirmaram à revista “Veja” a informação de delatores da Odebrecht de que a legenda vendeu seu tempo de rádio e tv à campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014.

Os ex-dirigentes confirmaram à TV Globo as afirmações feitas à revista.

Ainda de acordo com a revista, esses dirigentes afirmaram que o PROS vendeu, por R$ 2 milhões, seu tempo de rádio e tv para candidatos que disputavam eleição para governos estaduais em 2014.

De acordo com eles, a venda foi feita às campanhas de Paulo Skaf, candidato do PMDB em São Paulo; Delcídio do Amaral, candidato do PT em Mato Grosso do Sul; Marconi Perillo, candidato do PSDB em Goiás; e Anthony Garotinho, candidato do PR no Rio de Janeiro.

O PROS negou, em nota, as acusações. De acordo com o partido, todas as doações de campanha que recebeu foram “devidamente prestadas a Justiça eleitoral.” O PROS afirmou ainda que os ex-dirigentes do partido que falaram à revista “não fazem parte do PROS, foram expulsos do partido e desde então tentam intervir na executiva por meio de ações judiciais infrutíferas, inclusive, com uma delas extinta diante da ilegitimidade ativa deles.”

O presidente Michel Temer afirmou que não vai se pronunciar. O PT disse que não vai comentar as denúncias. A reportagem contatou a assessoria da ex-presidente Dilma Rousseff, mas não havia obtido reposta até a última atualização desta reportagem.

Em depoimento ao Ministério Público Federal dentro de acordo de delação premiada no âmbito da Lava Jato, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Alexandrino Alencar, afirmou que o PT orquestrou um esquema para a compra do tempo de rádio e tv de cinco partidos que faziam parte da coligação de apoio à candidatura de Dilma: PROS, PCdoB, PRB, PDT e PP.

De acordo com Alexandrino, cada partido receberia R$ 7 milhões, que foram pagos pela Odebrecht. Ainda de acordo com ele, o intermediário da operação foi o então tesoureiro da campanha presidencial de Dilma, Edinho Silva, hoje prefeito de Araraquara (SP).

De acordo com a mais recente edição da revista “Veja”, o ex-deputado federal pelo PROS Salvador Zimbaldi admitiu que recebeu de Alexandrino Alencar um pacote contendo dinheiro, que foi repassado ao partido.

Zimbaldi, de acordo com a revista, disse que ficou sabendo depois que dentro do pacote havia R$ 500 mil e que se tratava de parte do pagamento pela venda do tempo de tv do PROS ao PT.

O ex-deputado contou, ainda segundo Veja, que pegou o pacote a pedido do presidente do PROS, Eurípedes Junior. Depois de recebe-lo das mãos de Alexandrino Alencar, contou Zimbaldi, o pacote foi entregue a um funcionário do partido, que o levou a Brasília.

Por meio de nota, o presidente do PROS, Eurípedes Junior, afirmou que “nega com veemência as acusações.”

O ex-tesoureiro e fundador do PROS, Niomar Calazans, disse à revista ter testemunhado a transação. Ele afirmou que, antes do primeiro turno da eleição de 2014, Eurípedes Junior, que estava negociando o tempo de tv com o PT, teria comentado com ele: “vai entrar uma grana boa aí, fechamos acordo com a Dilma.”

Segundo Calazans, o dinheiro teria ido para o bolso do presidente do partido e abastecido campanhas políticas na forma de caixa dois.

O presidente de honra do partido, Henrique José Pinto, também acusa o atual presidente Eurípedes Junior. Ele disse que, na época, chegou a comentar com Eurípedes se os R$ 7 milhões não eram dinheiro demais. Segundo Henrique José Pinto, Eurípedes teria respondido: “é pouco, vale R$ 50 milhões.”

Henrique José Pinto, de acordo com a revista, também afirmou que o PROS vendeu tempo de rádio e tv às campanhas de Paulo Skaf, candidato do PMDB em São Paulo; Delcídio do Amaral, candidato do PT em Mato Grosso do Sul; Marconi Perillo, candidato do PSDB em Goiás; e Anthony Garotinho, candidato do PR no Rio de Janeiro.

O presidente de honra do PROS, afirmou, segundo a Veja, que “o Eurípedes pediu R$ 10 milhões a cada candidato nos estados, mas acabou fechando por R$ 2 milhões.”

O que dizem os citados:

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