Adalberto Cavalcanti: um nome em ascensão

Adalberto Cavalcanti: um nome em ascensão

 

Natural de Juazeiro-BA, o deputado estadual Adalberto Cavalcanti (PHS) foi criado na cidade de Afrânio e lá iniciou sua trajetória política. No ano de 2000 foi eleito prefeito, por dois mandatos consecutivos. Já em 2010 candidatou-se a deputado estadual onde obteve quase 43 mil votos, sendo 22.609 votos só na cidade de Petrolina-PE.

Nesta mesma eleição, 73% da população de Afrânio o escolheu como deputado, entrando para a história da cidade como o primeiro filho da terra a conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Em 2012, Adalberto comemorou outra vitória: a eleição de sua esposa, Lúcia Mariano (PSB) como prefeita de Afrânio. Que venceu o pleito disputando com o candidato à reeleição Carlos Cavalcanti (PSD), o Carlinhos.

Agora Adalberto tem envergadura e votos para alçar voos mais altos, como, por exemplo, uma cadeira na Câmara dos Deputados. Como Petrolina tem votos suficientes para eleger até três deputados federais e Adalberto poderá ser um deles.

Neste novo cargo público, a missão Adalberto Cavalcanti seria, na esfera legislativa federal, obter mais benefícios para os sertanejos, através do canal mais direto e próximo com os Ministérios.

Fonte:Blog do Vinicius de Santana

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1 pensou em “Adalberto Cavalcanti: um nome em ascensão”

  1. bservador:PSB de Dormentes com as barbas de molho! em 18 de janeiro de 2013 às 8:19 disse:
    Fogo Cruzado
    TRE revê sua jurisprudência sobre “votos válidos”
    Publicado em: 18-01-2013 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Fogo Cruzado
    0
    Coluna Fogo Cruzado – Folha de Pernambuco – 18 de janeiro
    Por quatro votos contra dois, o Tribunal Regional Eleitoral mandou empossar Eduardo Coutinho (PSB) no cargo de prefeito do município de Água Preta. Ele concorreu à reeleição em outubro último, mas foi derrotado por Armando Souto, que disputou pelo PDT. Como o partido de Souto fez duas convenções, uma para ungi-lo candidato e outra para figurar na coligação encabeçada pelo PSB, os votos recebidos por ele foram considerados nulos pelo Tribunal Superior Eleitoral.
    Quando isso ocorre com um candidato, a legislação não deixa dúvida sobre o caminho que deve ser trilhado. Se ele (candidato) tiver obtido mais de 50% dos votos válidos, caberá ao Tribunal Regional Eleitoral marcar a data para uma nova eleição. E se o percentual de votos obtidos for inferior a 50%, diploma-se e empossa-se o segundo colocado. Souto obteve precisamente 52,75% dos votos válidos e por isso sua diplomação e posse foram sustentadas na Corte pelo advogado Válber Agra.
    Essa é a jurisprudência do TSE há mais de 30 anos, que durante esse período mandou fazer novas eleições em 53 cidades, cujos prefeitos saíram das urnas com mais de 50% dos votos válidos mas foram impedidos de tomar posse pela prática de irregularidades. No entanto, um parecer do procurador eleitoral Edilio Magalhães frustrou a posse do pedetista. Ele não considerou “válidos” os votos brancos e nulos e, sem eles, não se teria os 50% mais um. Daí a posse do segundo colocado.

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