Fonoaudióloga do HDM/IMIP fala da importância do exame da orelhinha

Fonoaudióloga do HDM/IMIP fala da importância do exame da orelhinha

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Para reconhecer e tratar a perda auditiva do recém-nascido é necessário a realização do Teste da Orelhinha. O procedimento é um importante exame de triagem auditiva realizado ainda na maternidade. A fonoaudióloga do Hospital Dom Malan/IMIP, em Petrolina (PE), Carolina Lustosa, esclarece e alerta sobre a importância deste teste para o desenvolvimento da criança.

O exame pode ser feito em qualquer faixa etária, mas o ideal é que se faça o diagnóstico até os três meses de idade e a intervenção até os seis meses. A fonoaudióloga explica que no Dom Malan o teste é realizado nas primeiras horas de vida dos recém-nascidos, com o equipamento de Emissões Otoacústicas, através de uma sonda que é colocada no conduto auditivo externo do bebê que produz um estímulo sonoro e um microfone capta as respostas, avaliando o funcionamento do ouvido. O tempo de duração do procedimento gira em torno de cinco a dez minutos, não tem contraindicação, não causa incômodo ou desconforto e não é invasivo.

“O teste é importante porque é possível identificar problemas auditivos precoces, e desta forma, aumenta a chance de recuperação da criança. Através da realização do exame, quando não conseguimos resposta do ouvido, caracterizada de “falha” solicitamos o reteste com 15 dias, pois às vezes, existe presença de líquido amniótico no ouvido. Caso falhe novamente, o bebê deve ser encaminhado para o otorrinolaringologista  para diagnóstico auditivo”, esclarece.

“Quanto mais cedo for detectada a perda auditiva, maiores são as chances de a criança ter um desenvolvimento de fala e linguagem comparada a de uma criança ouvinte”, enfatiza Carolina Lustosa

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