Aldeia se despede com uma sexta de atrações e sábado com o Virarte

Aldeia se despede com uma sexta de atrações e sábado com o Virarte

Martina Freire

Um encontro marcado com as linguagens artísticas da Dança, Teatro, Música, Artes Visuais, Cinema e Literatura. Esta tem sido a tônica em Petrolina – PE e Lagoa Grande – PE, desde o último dia 1º deste mês, quando começou a XI edição do Festival de Artes do Vale do São Francisco – Aldeia do Velho Chico. E a despedida não vai ser diferente.

Nesta sexta-feira (21), a programação começa às 15h, na Sala de Teatro do Sesc Petrolina com a ação Tecendo Ideias. Depois de uma sequência de 10 encontros, com diversificados temas, essa ação se despede do público colocando em discussão a Performance como Linguagem. Em seguida, as atenções se voltam para o bairro Rio Corrente, onde o espaço cultural CEU recebe às 16h, a Mostra de Cinema de Animação com o filme Zarafa.

Ainda durante a tarde, o centro da cidade vai receber o Teatro de Retalhos de Arcoverde – PE, apresentando às 17h30, no palco da Praça do Bambuzinho o espetáculo Revolta no País dos Retalhos. Para o horário das 19h, o Festival tem duas opções: conferir no CEU a Mostra Brasileiras no Cinema, exibindo o filme Histórias que só existem quando lembradas, ou seguir para o Jardim da Galeria de Artes – no Sesc Petrolina e  conferir o projeto Poesia no Jardim de Ana,  com o tema E hoje em dia como se diz eu te amo?. Uma conversa com os professores Alexandre Reis, Vlader Nobre e o músico Zuza. E a sexta se completa às 20h, no Teatro Dona Amélia com a Cia Brincantes de Circo (Recife – PE), apresentando o espetáculo Tapioca. Na sequência, terá na Sala de Dança o ensaio aberto Mendigo ou o cão morto.

Virarte - Aldeia 2014 - Fotos Regina Lima (61)                                                                   Virarte

E no sábado, a maratona cultural, mais conhecida como Virarte começa às 16h, no Teatro Dona Amélia com o grupo Clareira de Teatro (Porto Alegre – RS), apresentando o espetáculo do projeto nacional do Sesc Palco Giratório, Nina, o monstro e o coração perdido. Sem pausa para a próxima atração, o Aldeia segue na rua Pacífico da Luz,  com o grupo Laboratório de Encenação Performativa (Juazeiro do Norte – CE), mostrando  a intervenção Encarnada.

Depois, a Cia de Teatro de Retalhos volta à rua com a Revolta no País dos Retalhos, e nos corredores o público poderá conferir os bailarinos Clara Isis e Fernando Pereira com a performance Luamar.

Das 18h20 até às 20h, o Virarte continua seja na rua ao lado ou em qualquer outro espaço do Sesc Petrolina. Nesta sequência, fazem parte da programação a Intervenção de Palhaçaria com a Cia Brincantes de Circo (Recife – PE),  e várias performances com artistas de Petrolina e região, além  do Grupo de Performance da Univasf. Para completar este bloco de atrações, a Cia Casa de Orates vai apresentar na Cantina o espetáculo Entre a feijoada e o x-burger.

O Festival, que mobilizou cerca de 1.000 artistas e reuniu um público estimado em mais de 70 mil pessoas durante 22 dias, vai encenar às 21h, na escada lateral do teatro o espetáculo Palavras Andantes. Após a montagem da Trup Errante (Petrolina – PE), todos serão convidados ao Teatro Dona Amélia para o show da cantora mineira Ceumar, que vai mostrar composições do novo álbum Silencia e algumas canções já conhecidas. Uma hora depois, o Salão do Sesc vai dar lugar ao Festival de Coreografias de grupos de Petrolina e dos municípios baianos de Juazeiro e Senhor do Bonfim.

Daí em diante, o Virarte entra na madrugada, com mais música, desta feita, pelo violão e a voz da cantora paraibana Cátia de França.  A também compositora e instrumentista vai apresentar às 0h, o show No Bagaço da Cana de um Brasil Adormecido.  Para encerrar a XI edição do Aldeia do Velho Chico, a Cia de Dança do Sesc  leva ao palco do Teatro Dona Amélia o espetáculo Tatudobrega, e depois, às 2h10, no Salão, o cantor Allan Carlos e a  Última Tribo (Jaboatão dos Guararapes – PE),  fazem as honras da última atração do Virarte 2015, prometendo “um encontro com poesia para os ouvidos e música para a alma”.

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