Nossa lágrima para Jorge Bastos Moreno, o amigo de Dr. Ulysses e um dos melhores textos de nossa imprensa

Nossa lágrima para Jorge Bastos Moreno, o amigo de Dr. Ulysses e um dos melhores textos de nossa imprensa

Nossa lágrima para Jorge Bastos Moreno, o amigo de Dr. Ulysses e um dos melhores textos de nossa imprensa

Por Ricardo Antunes

Reza a lenda que jornalista não deve ter amigos políticos. Pois bem, o colunista Jorge Bastos Moreno subverteu essa regra nos anos 70 e 80 ao ser amigo de uma das melhores fontes da politica brasileira: O Dr Ulysses Guimarães. Com um texto impecável que contava detalhes de conversas e diálogos com ironia e humor, com Jorge Moreno se vai um dos melhores textos de nossa imprensa. Deixa uma legião de “namoradas”,  várias fontes e alguns livros de leitura obrigatória para os mais jovens. Leiam:

(Com informações de O Globo)

Com mais de 40 anos de carreira, era um dos mais renomados repórteres políticos do Brasil. Apaixonado pelas mais diversas plataformas da informação, estava à frente do Blog do Moreno, comandava o talk show Moreno no Rádio, na CBN, e era âncora do programa Preto no Branco, do Canal Brasil. Além disso, fazia participações frequentes na GloboNews.

No campo literário, escreveu dois livros. “A história de Mora – a saga de Ulysses Guimarães” foi lançado em 2013 e mistura realidade e ficção. Em março deste ano, inovou no livro “Ascensão e queda de Dilma Rousseff”, transformando mensagens de Twitter em um relato histórico.

Entre seus grandes furos, está a nomeação do general João Figueiredo como sucessor do general Ernesto Geisel. Durante o impeachment de Fernando Collor, em 1992, Moreno descobriu que um Fiat Elba de propriedade do então presidente tinha sido comprado pelo “fantasma” José Carlos Bonfim. Venceu o Prêmio Esso de Informação Econômica de 1999 com a notícia da queda do então presidente do Banco Central Gustavo Franco e a consequente desvalorização do real.

Colunista do jornal O Globo, ele tinha 63 anos e faleceu vítima de um edema agudo de pulmão decorrente de complicações cardiovasculares. Moreno nasceu em Cuiabá e viveu em Brasília desde a década de 1970. Há 10 anos morava no Rio.

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