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Jarbas Vasconcelos minimiza queda de Eduardo Campos em pesquisa eleitoral

Postado em 1 de dezembro de 2013 por Josélia Maria

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Blog d Jamildo

Adversário figadal do PT e, desde o ano passado, aliado do governador Eduardo Campos (PSB), o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) minimizou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada nesse sábado (30). O levantamento, mostra crescimento de 5% nas intenções de voto da presidente Dilma Rousseff (PT) e uma queda de 4% entre os que preferem o governador pernambucano.

“Não me inquieto com pesquisas, agora, a quase um ano da eleição”, deu de ombros o peemedebista. “Essa posição de Dilma é fruto das suas aparições públicas, como presidente da República, nas rádios, nos jornais, nas televisões”, justificou o senador. As declarações foram dadas durante o encontro do PMDB ocorrido neste domingo (1º) em Vitória de Santo Antão.

Aliado direto de Jarbas e cotado para disputar a vaga de vice-governador na chapa do PSB, o deputado federal Raul Henry (PMDB) também minimizou a queda nos indíces de Eduardo Campos. “Sessenta e seis por cento dos entrevistados também disseram que querem mudanças no Brasil. Esse ciclo de poder do PT dá sinais de esgotamento”, disse o deputado.




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HOJE É DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS

Postado em 1 de dezembro de 2013 por Josélia Maria

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O Dia Mundial de Luta contra a Aids, 1º de dezembro, foi criado para informar a população sobre a necessidade de prevenção da doença. Com apoio da ONU (Organização das Nações Unidas), a data foi instituída em 1987, por iniciativa da Assembleia Mundial de Saúde. No Brasil, a data entrou em vigor no ano seguinte.

Leia mais aqui:

http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2013/12/1378822-no-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-informe-se.shtml




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Retrospectiva 2013:Dona Lilia e seu Zé Mané compartilham sua história de vida no Programa Esquenta

Postado em 1 de dezembro de 2013 por Josélia Maria

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A coordenadora executiva da Articulação no Semiárido Pernambucano (ASA-PE), Neilda Pereira, participou com Dona Lília e seu Zé Mané de   entrevista no Programa “Esquenta” apresentado por Regina Casé, Rede Globo.Na oportunidade foram apresentadas as  estratégias de convivência com o semiárido, as tecnologias utilizadas e os resultados obtidos a partir da captação e o aproveitamento das chuvas.

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Vanessa da Mata faz homenagem aos agricultores

No programa  o casal de agricultores de Pereiro-CE, dona Lilia e seu Zé Mané que residem no Sitio Pedra Branca, falaram sobre a experiência de se conquistar um direito fundamental: o direito à água de beber, através do Projeto 1 Milhão de Cisternas  da ASA. Mostraram que  através da agricultura familiar  são capazes de produzir para alimentar a família e ainda vender o que sobra.

“Para nós, convivência com o Semiárido é acesso à água, à terra, à assistência técnica”. Neilda Pereira, coord. executiva da ASA/PE

Veja o video:




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PSB lança Movimento Socialista da Educação

Postado em 1 de dezembro de 2013 por Josélia Maria

Filiações
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Grupo nasce com a adesão de 30 educadores e irá nortear as diretrizes que serão defendidas pelos socialistas nas eleições de 2014 

O PSB lançou, nesta sexta-feira (29), na Associação dos Funcionários Públicos da Bahia (AFPEB), em Salvador, o Movimento Socialista da Educação. O grupo nasce com a adesão de 30 novos professores da capital e interior e tem como objetivo, a partir do debate com professores, estudantes e membros da sociedade civil, nortear as diretrizes que serão defendidas pelos socialistas acerca do tema nas eleições de 2014.

Para o presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Salvador e diretor de honra do Instituto Cultural Steve Biko, vereador Silvio Humberto (PSB), é impossível pensar em revolucionar a escola pública sem incluir nesse debate temas como o racismo. “Quando eu vejo alguns dirigentes visitando as escolas percebo que, muitos deles, não se importam com aquelas crianças. Eles não se importam porque não se identificam com esses jovens”, denuncia o vereador.




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06 de dezembro

Postado em 1 de dezembro de 2013 por Josélia Maria

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Jovens paraatletas da APA retornam das paralimpiadas escolares com as malas cheias de medalhas

Postado em 1 de dezembro de 2013 por Josélia Maria

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Os jovens paraatletas da APA retornaram das paralímpiadas escolares realizada  em São Paulo na tarde deste sábado (30).No aeroporto Nilo Coelho, em Petrolina,  o sorriso no rosto e o dever de missão cumprida.

Os paraatletas petrolinenses conquistaram 03 medalhas de ouro e 03 medalhas de bronze e ajudaram Pernambuco a melhorar sua posição no quadro de medalhas da competição.

Cailton Santos, Ítalo Rocha e Mirelle Layanne mostraram todo o seu potencial no maior evento do gênero em nosso país. Diante disso,a APA-Petrolina,credencia-se, cada vez mais, como uma referencia no atletismo do NORTE/NORDESTE.

Cada um trouxe na bagagem uma medalha de ouro e uma de bronze.




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Petrolina foi sede do I Desafio de Remo do Norte- Nordeste

Postado em 30 de novembro de 2013 por Josélia Maria

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Petrolina é destaque nacional e internacional por ser um pólo fruticultor. As águas do rio São Francisco que irrigam os projetos, também colocam o município em destaque nas competições esportivas. Nesta semana, a “Califórnia sertaneja” foi sede do 1º desafio de Remo do Norte-Nordeste.

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De acordo com o secretário de Esportes de Petrolina, Brito Junior, a realização do evento na cidade demonstra a importância do município para o cenário nacional.

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A blogueira/radialista,Serrano Presidente da Federação Pernambucana de Remo,Brito Secretário de Esportes de Petrolina

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O 1º desafio de Remo Norte-Nordeste foi realizado em parceria com a Federação Pernambucana de Remo, secretaria de Esportes de Petrolina,  Usina de Projeto e Ministério dos Esportes.

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Fotos Josélia Maria

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Revelação:IstoÉ elege Eduardo Campos como o brasileiro revelação do ano 2013

Postado em 30 de novembro de 2013 por Josélia Maria

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, protagonizou o principal fato pré-eleitoral de 2013 ao se aliar à ex-ministra Marina Silva. Com a parceria, tornou-se uma alternativa real ao Planalto e ampliou o debate na campanha

Claudio Dantas Sequeira

O termo “divisor de águas”, emprestado da geografia, define com precisão o que aconteceu no cenário político em 6 de outubro deste ano. Sem conseguir oficializar a criação do Rede Sustentabilidade, a ex-senadora Marina Silva abriu mão da candidatura à Presidência, rejeitou o cortejo de legendas de aluguel e anunciou, para a surpresa de todos, apoio ao projeto do PSB de Eduardo Campos. Mais do que uma virada de mesa no jogo eleitoral de 2014, o lance marcou a estreia de Campos na disputa presidencial e revelou características pouco conhecidas do pernambucano. Tido como um gestor eficiente, de temperamento sereno e conciliador, Campos, eleito pela ISTOÉ como “Revelação do Ano”, mostra que também pode ser um articulador extremamente eficaz, capaz de antever cenários tão imprevisíveis como a aliança com Marina, tomar decisões sob pressão e fazer política, conforme ele gosta de alardear, “acima de interesses eleitorais”. “Meu avô (ex-governador Miguel Arraes) me ensinou a costurar alianças em torno de ideias, pois quando uma eleição termina são elas que guiam o governo”, afirma.

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EXPERIÊNCIA
Na política desde 1988, Eduardo Campos
conhece a máquina pública por dentro

O discurso do presidente do PSB aproxima-se do clamor das ruas, o que também é uma novidade numa pauta política tão marcada pelo fisiologismo. “Quando a política fica olhando apenas para os interesses dos políticos, ela perde o sentido. Isso aconteceu em outros momentos da história e voltou a ocorrer agora. Só que a sociedade está mais atenta”, diz. Campos garante não ter dificuldade em decodificar a longa lista de demandas aparentemente difusas que vieram à tona nos protestos populares. “A sociedade quer seriedade dos políticos. Está mais exigente, quer participar da democracia”, avalia. O governador de Pernambuco foi um dos poucos a sair da crise de junho melhor do que entrou. Pesquisa Ibope/CNI divulgada no mês seguinte às manifestações apontou Campos como o governador mais popular do País, com um índice de confiança de 78%, um recorde nacional. Essa confiança é, nas palavras do socialista, fruto da coerência de sua gestão e da trajetória política.

No momento em que multidões de jovens iam às ruas de São Paulo para tentar impedir o aumento de 20 centavos na tarifa de ônibus, o valor da passagem em Pernambuco já era um dos mais baixos do País. “Nós zeramos a carga tributária sobre o transporte coletivo e condicionamos à licitação”, explica Campos. Reeleito em 2010 com 80% de apoio, o governador pernambucano se orgulha de ter galgado “todos os degraus” da política desde que foi chefe de gabinete do avô em 1988. No Executivo estadual foi secretário de Governo por duas vezes, secretário da Fazenda, além de ministro da Ciência e Tecnologia no governo Lula. No Legislativo, foi eleito deputado estadual em 1991 e federal por três mandatos consecutivos, de 1991 a 2007. “Conheço a máquina pública por dentro e por fora. Por isso trabalho tanto para modernizá-la, tornando-a mais transparente, implantando a meritocracia e metas de desempenho associadas ao salário. Nosso modelo de gestão foi premiado pela ONU”, diz.

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PARCERIA
Em cerimônia realizada no dia 5 de outubro, em Brasília, Eduardo Campos e
Marina Silva selaram a aliança que mexeu com as peças do tabuleiro eleitoral

O sucesso obtido em áreas fundamentais, como educação, saúde, infraestrutura e segurança pública – Pernambuco vem caindo ano a ano no ranking da violência nos Estados –, é em boa parte fruto de grandes volumes de investimento federal. Campos reconhece que deve isso a Lula e ao governo do PT. Assim, evita ataques pessoais a Dilma ou críticas ao velho padrinho político. Prefere apresentar-se ao eleitor como uma alternativa para um novo ciclo de desenvolvimento, focado num governo com maior participação social, na melhoria da qualidade dos serviços públicos e na criação de um novo ambiente para o investimento. “Eu e Marina somos respeitados pelo empresariado, que precisa ter confiança para investir sem medo de intervencionismo”, afirma.

A aproximação entre Eduardo Campos e Marina começou muito antes que a ex-ministra se tornasse a noiva mais cobiçada da próxima eleição. “O PSB sempre apoiou Marina no Acre”, lembra Campos. Em 2011, o governador de Pernambuco convidou para seu governo o ecologista Sérgio Xavier (PV), aliado da ex-senadora e um dos ideólogos da Rede. “Em abril, fomos ao STF tentar impedir a votação do projeto que inibia a criação de novos partidos”, acrescenta. Como apostava na aprovação do projeto para inviabilizar a candidatura de Marina, o PT estrilou com a intervenção do PSB. O episódio foi a senha para o lançamento da pré-candidatura de Campos e o inevitável rompimento com o governo Dilma Rousseff, oficializado em setembro.

Pesquisa Ibope/CNI divulgada no mês seguinte às manifestações
apontou Eduardo Campos como o governador mais popular do País

A saída dos socialistas do governo foi sendo pavimentada nesse período. O PSB ficou contra Dilma na votação de temas importantes, como a MP dos Portos. O próprio Campos teceu críticas à política econômica, enquanto a bancada no Congresso fazia chegar ao Palácio do Planalto a insatisfação da legenda com a falta de diálogo. “Nosso partido deixou de ser ouvido pelo atual governo há muito tempo. O rompimento era inevitável”, justifica o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque. “Eduardo foi muito paciente e tentou ao máximo adiar essa decisão”, revela. Ao avaliar o ganho político da aliança com a ex-ministra Marina Silva, Campos não exigiu sua filiação e resolveu colocar o PSB estrategicamente como uma espécie de incubadora do projeto de Marina. “Fizemos uma aliança programática. Ainda não é uma aliança eleitoral”, afirmou ela na ocasião.

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FAMÍLIA
Em sua residência no Recife, Eduardo Campos conversa com o filho José Henrique.
Para o socialista, o apoio familiar é fundamental para atenuar os momentos de estresse

Mas uma chapa encabeçada por Eduardo Campos com Marina Silva de vice é cada vez mais provável. Essa possibilidade vem sendo testada com sucesso nas pesquisas internas do PSB. Na última delas, realizada pelo Ipesp de Antonio Lavareda, o socialista obtém 18% das intenções de voto quando aparece em dobradinha com a nova aliada – um ponto à frente do tucano Aécio Neves (17%). Seis pontos a mais do que quando surge sozinho. Embora ainda não represente uma ameaça concreta à reeleição de Dilma Rousseff (41%), Campos está otimista. Seu raciocínio parte do princípio de que em 2010, num ambiente de crescimento econômico e sem inflação, Dilma não conseguiu evitar o segundo turno. Marina tinha um minuto de TV, pouca estrutura de campanha e recebeu 20 milhões de votos.

A aproximação entre Eduardo Campos e Marina começou em 2011.
O desempenho da dupla vem sendo testado em pesquisas do PSB

As diretrizes do programa de governo PSB-Rede já estão traçadas e o documento final será elaborado até março. Um site receberá as contribuições de eleitores de todos os pontos do País. As sugestões servirão de base para debates agendados com diferentes públicos, como universitários, movimentos sociais, empresários e políticos. Paralelamente, Campos já trabalha para atrair outras legendas, como o PPS, o PV e o PPL (Partido Pátria Livre). Com as alianças, espera conseguir quatro minutos no horário eleitoral gratuito. O desafio é conseguir visibilidade. Até agora, o grau de exposição de Campos e Marina na mídia é infinitamente menor do que o da presidenta Dilma, ponderam os socialistas. Um levantamento dos últimos 60 dias indica que a petista teve mais de 70 minutos de mídia televisiva, enquanto o socialista apareceu durante seis minutos e o tucano Aécio Neves teve apenas um minuto de exposição. “Vamos explorar o potencial de 108 milhões de brasileiros com smartphones ligados à internet”, afirma Campos.

Fotos: Adirano Machado/Ag. Istoé; Ueslei Marcelino/Reuters

 




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