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Análise: Aliança de ex-ministros de Lula impede estratégia do PT

Postado em 6 de outubro de 2013 por Josélia Maria

VERA MAGALHÃES

A surpreendente aliança entre Eduardo Campos e Marina Silva ainda precisará ser “metabolizada”, para usar um termo do marinês, mas o fato é que deve ter provocado uma tremenda indigestão em Dilma Rousseff e Lula.

Aliás, este pareceu ser o objetivo inconfesso de uma Marina “bolada”, embora segura, que lançou mão de um sarcasmo até então ausente de suas falas e culpou o PT, seu antigo partido, por “aviltar” a democracia ao supostamente agir contra a Rede.

Campos fez jus à fama de bom articulador político e, enxergando a oportunidade, soube dizer exatamente o que Marina queria ouvir: que a Rede existe e é “legítima”.

Aos aliados que se espantaram com o fato aceitar até ser vice, mesmo tendo o triplo das intenções de votos do aliado, Marina mostrou pragmatismo: quem tem partido e máquina é ele. Se as condições mais adiante vão levar a uma mudança de planos, é algo que partidários de Campos não discutem agora.

A possível chapa é forte pelo simbolismo: são dois ex-ministros de Lula, ambos com trajetória de esquerda. Será mais difícil para o PT fazer o discurso do bem contra o mal das últimas eleições.

O fim da polarização afeta também Aécio Neves. Para se contrapor à nova força que surge e pode ocupar o espaço de oposição, o tucano terá de ir atrás de aliados que sobraram no tabuleiro, como o PPS de Roberto Freire.




jr telecom

Marina diz que foi vítima de ‘chavismo’

Postado em 6 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Na longa reunião em que comunicou a seus aliados a disposição de ingressar no PSB, Marina Silva centrou críticas no PT e no governo, dizendo haver risco de instalação no país do estilo político do presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em março, acusado por seus críticos de perseguição contra a oposição e a imprensa.

No encontro ocorrido em sua casa, e que só terminou por volta das 5h de ontem, Marina disse que sua Rede Sustentabilidade foi vítima de “chavismo” pela tentativa de aprovação no Congresso de projeto que sufocava as novas legendas e pelo alto índice de rejeição de assinaturas de apoio em cartórios como o do ABC Paulista, reduto do PT.

“O aparelhamento do Estado e das instituições pelo PT é insuportável. O caso da Venezuela é um populismo autoritário com inspiração militarista, aqui esse fenômeno é mais sofisticado”, disse o vereador paulistano Ricardo Young (PPS), um dos presentes na reunião.

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Questionada em coletiva de imprensa sobre o uso da expressão, Marina afirmou que “houve um esforço para inviabilizar” o seu partido.

“Há uma tentativa no país de tentar, de forma casuística, eliminar uma força política que legitimamente tem o direito de se constituir como um partido político. Vejo um risco de aviltamento da nossa democracia”.

No encontro com os aliados, Marina disse ainda que o PT comemorava ter “abatido ainda na pista” o “avião” da Rede. Essa reunião foi realizada logo após o encontro em que ela selou o acordo com o governador Eduardo Campos (PSB-PE).

Folha de São Paulo




jr telecom

Prefeitura de Petrolina acelera o processo de abertura de micro e pequenas empresas no município

Postado em 6 de outubro de 2013 por Josélia Maria

A Prefeitura de Petrolina, em parceria com o SEBRAE e a Junta Comercial de Pernambuco (JUCEPE), realizou uma reunião de capacitação para as secretarias de Desenvolvimento Econômico, Receita Municipal, Ordem Pública, Agência do Meio Ambiente e Vigilância Sanitária. O objetivo foi o de apresentar as aplicações e os benefícios da Lei Geral Implementar que objetiva facilitar a tramitação e diminuir a burocracia para emitir licença para a abertura de micro e pequenas empresas no município.

A meta é de que até dezembro deste ano, o tempo de espera para abertura de uma empresa passe de cerca de 6 meses para  ser entre 24 e 48h.

Em Pernambuco, já são 25 municípios integrados a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM).

“A parceria das secretarias é de fundamental importância para a rapidez deste processo para que a licença seja concedida em tempo recorde”, afirma o auditor fiscal da prefeitura de Petrolina, Walter Caldas.





Em Araripina, marqueteiro e cientista politico Airton Lage filia-se ao PHS

Postado em 6 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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O PHS de Pernambuco ganhou o reforço de mais uma liderança política de peso em Araripina, o administrador e marqueteiro e cientista politico Airton Arraes Lage, especialista em Marketing e em Educação Básica, Professor de Ciência Política e Administração, membro da ABCOP – Associação Brasileira dos Consultores Político.

O Secretário Geral do partido em Pernambuco e Presidente do Diretório Municipal de Araripina, Nunes Rafael, abonou a entrada de Airton Lage neste sábado (05).

Lage iniciou suas atividades na área de consultoria no ano de 1992, acumulando experiência no serviço público de mais de 20 anos, foi Secretário de Administração de Araripina, na gestão da ex-prefeita Dionéia Lacerda, Secretário de Educação na gestão de Emanuel Bringel e Presidente da Autarquia Educacional do Araripe – AEDA na gestão de Valdeir Batista.





Um golpe de mestre, sim senhor ! (O Brasil precisa de uma democracia de verdade)

Postado em 6 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Por Machado Freire,jornalista

Nenhum cronista ou expert em política tem como avaliar a dimensão -a arte de fazer política – nesse gesto extraordinário e inusitado de Eduardo Campos: foi o fato político mais surpreendente praticado na política nacional que se tem notícia nos últimos tempos.

Pode-se dizer: “pegou todo mundo de calça curta”.

A jogada de mestre foi tão forte que deixou o Planalto e as maiores lideranças do Governo Federal sem uma palavra para avaliar o “estrago’ que essa jogada poderá causar à reeleição da presidente Dilma. Quem sabe, ela poderá ser substituída por Lula, que disse estar pronto para o jogo ?!

Como disse o companheiro Magno Martins, Eduardo foi criado na escola do velho Miguel Arraes que, ao contrário de alguns “socialistas” de meia tijela, que vivem a estreitar o poder, principalmente em alguns municípios sertanejos.

Eduardo, segue o exemplo do nosso saudoso governador Miguel Arraes: vive política 24 horas por dia, e na sua cartilha política o verbo é conversar (não confundir com o mote de Aécio Neves), sem levar em conta se o seu interlocutor “foi isso ou aquilo ou se estar assim ou assado”. A conversa, em primeiro lugar.

E foi com essa disposição que Eduardo conseguiu, de forma extraordinariamente surpreendente, como num passe de mágica,  levar Marina Silva para o seu partido, sem nada cobrar e sem nada prometer. E Marina, de pronto, disse tudo o que tinha para dizer: somos contra a velha política e o que temos pela frente é trabalhar uma ação programática para o País.

-Na verdade, não adianta muito estarmos em primeiro lugar em comunicação, termos uma informática “top de linha” e continuarmos assistindo uma seca insuportável a cada dois anos.

-Não é muito interessante para as classes menos favorecidas sermos hoje a sétima economia do mundo e não termos condições de criar nossos filhos em condições de um operário ser um médico, um engenheiro ou um produtor rural de classe média.

-Nada justifica que estejamos no século 21 e o nosso País é um dos mais violentos do mundo e que hoje atinge um lugar indesejável como importador, exportador e consumidor de drogas de destaque no lano internacional.

Isso precisa ser considerado dentro dos planos de governo para o próximo pleito. Mas é fundamental  que tenhamos uma sociedade

plenamente organizada -e inteiramente independente –  a partir dos municípios, para cobrar ações imediatas dos governos- em todos os planos, do município ao Governo Federal.

Precisamos ensinar o povo a votar, a cobrar providências contra os gatunos que se utilizam dos cargos para roubar o erário público.

E lembrar que na hora que o Tribunal de Contas e a Justiça demandarem ações contra prefeitos, câmaras municipais e ministérios, etc,  a sociedade reaja, participe, vá pra rua e coloque o gestor na rua (ou na cadeia que é o lugar de ladrão). Ninguém suporta mais tanta bandidagem e corrupção !

Não  devemos  permitir, jamais, que se ganhe eleição a todo custo! Precisamos de eleições limpas !

Que Eduardo e Marina se debrucem sobre essas questões fundamentais, para que a Nação Brasileira passe a viver com mais dignidade, pois todos nós merecemos um Brasil decente!

A democracia não pode ser “da boca pra fora”; a queremos de fato e de direito, acima de qualquer pretesto ou projeto pessoal de quem quer de seja!  Chega de discriminação e  corrupção ! O Brasil não é mais uma republiqueta !_





Marina entra no PSB e diz que vai ‘adensar candidatura’ de Campos

Postado em 5 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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A ex-senadora Marina Silva assinou agora há pouco em Brasília a ficha de filiação ao PSB, do pré-candidato a presidente Eduardo Campos.

Em seu discurso, a ex-senadora disse que entrou no PSB para “adensar” a candidatura de Campos, e que não seria possível chegar a um partido com a candidatura “posta” e pedir para ser a candidata.

Num discurso de quase 30 minutos, Marina estava bem humorada e falou que Campos acabou sendo seu “Plano C”. Ela fazia uma referência às seguidas perguntas de jornalistas e políticos a ela antes da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que não deferiu o pedido da Rede para o registro do partido por falta de assinaturas validadas sobre qual seria seu plano B caso o plano A, a criação da rede, não desse certo.

“O plano C é Campos”, disse Marina.

Marina reclamou mais uma vez dos critérios da Justiça Eleitoral.

“Somos o primeiro partido clandestino do Brasil criado em plena democracia”, afirmou Marina.

A candidata afirmou que não quis as outras opções que foram colocadas, se aliar a outro partido para ser candidata ou não apoiar nenhuma candidatura, por entender que não poderia ficar de fora do processo político nesse momento.

Ela afirmou que continuará sendo a porta voz da Rede e que a aliança com o PSB não será “pragmática” e sim “programática”, criticando indiretamente as alianças políticas atuais. E seu discurso, Marina também descartou a sua própria candidatura.

“Vamos para chancelar o programa da Rede e, em uma discussão democrática, adensar uma candidatura que já está posta”, disse Marina.

LEIA NA ÍNTEGRA O POEMA QUE MARINA SILVA DECLAMOU:

Arco e Flecha

(Autoria de Marina Silva)

Do arco que empurra a flecha,
Quero a força que a dispara.
Da flecha que penetra o alvo
Quero a mira que o acerta.
Do alvo mirado
Quero o que o faz desejado.
Do desejo que busca o alvo
Quero o amor por razão.
Sendo assim não terei arma,
Só assim não farei a guerra.
E assim fará sentido
Meu passar por esta terra.
Sou o arco, sou a flecha,
Sou todo em metades,
Sou as partes que se mesclam
Nos propósitos e nas vontades.
Sou o arco por primeiro,
Sou a flecha por segundo,
Sou a flecha por primeiro,
Sou o arco por segundo.
Buscai o melhor de mim
E terás o melhor de mim.
Darei o melhor de mim
Onde precisar o mundo.

Folha de São Paulo





“É uma candidatura para fazer um realinhamento histórico”, diz Marina

Postado em 5 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Brasília  – Em ato bastante concorrido, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos apresentou com um largo sorriso a adesão de Marina Silva à sigla na tarde deste sábado. A cerimônia estava prevista para iniciar às 15h30, mas somente começou às 16h10. Além dela, que assinou ficha abonada pela ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erondina, e Campos, simpatizantes como o deputados Walter Feldman, Alfredo Sirkis e o articulador Pedro Ivo de Souza também se filiaram ao PSB.

A ex-senadora pelo Acre tentou criar às pressas a Rede Sustentabilidade, partido pelo qual pretendia concorrer à presidência do Brasil em 2014. Entretanto, com o número insuficiente de assinaturas, nem mesmo reconhecido em recurso julgado nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o registro do partido foi recusado e a líder da Rede assinou a ficha de filiação ao PSB neste sábado. A decisão foi tomada após pensar por cerca de 24 horas sobre seu futuro político. “Mesmo já tendo a chancela da sociedade como partido, nos foi cassado o direito de sermos constituído como tal”, disse a líder nos primeiros momentos de seu discurso.

Diante das circunstâncias, Marina destacou que o partido existe na prática. “Nós somos o primeiro partido clandestino criado em plena democracia. Gostaria de agradecer aos colegas do PSB pela chancela política-eleitoral que nos foi dada”, afirmou. É bastante provável que Marina seja candidata à vice-presidente ao lado de Campos.

Sobre a acolhida do PSB, Marina aproveitou para reclamar daqueles que cobravam dela um plano B: “Meu plano C é o Eduardo Campos”. Sobre a união entre sua sigla “virtual” e o partido de Campos, foi enfática. “É uma candidatura para fazer um realinhamento histórico e sepultar de vez a Velha República”, assegurou.

Eduardo Campos e a responsabilidade

O presidente do PSB será pré-candidato à presidência da República. Acolher Marina, segundo o líder da sigla representa “um momento de grande responsabilidade”. E completou, resumindo o que significa receber integrantes da Rede Sustentabilidade: “Esse gesto hoje acende a esperança no coração de muitas pessoas”.

Sobre o sábado, Campos classificou o momento como histórico. “Daqui a 10, 20, 30, 40 anos, esse dia será lembrado por aqueles que virão depois de nós, embalando o sonho do nosso povo”, imaginou.

Entre os presentes na acolhida a Marina estava o presidente do PSB gaúcho, Beto Albuquerque, que teria sido um dos articuladores da aproximação da Sustentabilidade.

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