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Dinastia:Filho mais velho de Eduardo Campos pode disputar um mandato de deputado federal em 2014

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Foto:Governador Eduardo Campos,primeira dama Renata, Eduarda e João

Não é apenas balão de ensaio em colunas sociais.

João Campos, o filho mais velho do governador Eduardo Campos, pode mesmo ser apresentado como possível candidato a deputado federal, nas eleições do ano que vem. O governador tem quatro filhos. Eduarda é a mais velha e João o primeiro dos homens. Renata, a mulher do governador, espera o 5º filho, que se chamará Miguel.

Socialistas contam, em reserva, que o garoto está sendo solto justamente para medir as reações e traçar eventuais estratégias para a campanha.

O caminho é apontado como o algo natural depois que João Campos envolveu-se enormemente com a militância jovem do PSB, na campanha de Geraldo Júlio a prefeito. Os poucos anos de idade também não seriam problema, diante da argumentação de que o próprio Eduardo Campos começou cedo na política como chefe de gabinete do avô.

Apesar da linhagem política, os próprios socialistas não esperam uma votação tão arrasadora, como já aconteceu com Ana Arraes, mãe do governador que obteve um mandato federal e depois foi parar no Tribunal de Contas da União (TCU).

“Ana Arraes tem um DNA duplo. Ela é filha de Miguel Arraes e mãe do governador. Já João Campos é apenas filho do governador e não teria como associar sua imagem ao ex-governador Miguel Arraes)”, diz uma fonte do Blog.

Blog do Jamildo





Protesto contra a degradação do Velho Chico…

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Aldo Santos: É preciso apoiar os criadores na manutenção de seus rebanhos

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Em conversa com a blogueira e ancora do programa Cidade Repórter ,apresentado de segunda a sexta das 07h às 08h  na Rádio Cidade AM 870,  o Secretário de Agricultura de  Pernambuco Aldo Santos, falou  sobre o apoio que vem sendo dado aos Criadores do município de Bodocó, no Sertão do Araripe, que receberam da Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária, um incentivo a mais para a recuperação do rebanho com a doação de touros reprodutores, um caminhão e material para inseminação. As ações foram executadas no município  beneficiando a cooperativas do locais.

Durante solenidade de assinatura de doação em comodato do material, no Parque de Exposições de Bodocó, Aldo Santos falou da importância em apoiar os criadores. “É preciso dar condições aos grandes, médios e pequenos criadores para que possam manter as suas produções, viabiliando condições para que convivam melhor nas próximas estiagens”, destacou o secretário.

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Aldo Santos também anunciou que vai beneficiar 78 agricultores do município no Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, do Governo Federal. A iniciativa promove a inclusão social e econômica no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.

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Equipe de Agente de Endemias realiza ações no Assentamento Água Viva I e II em Petrolina

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria

Entre os dias 01 e 03 de outubro a equipe de agente de endemias, da Secretaria Municipal de Saúde de Petrolina (SMS), realizará ações de combate e prevenção no Assentamento Água Viva I e II. Serão realizadas atividades de controle vetorial da dengue e busca ativa ao barbeiro (triatomíneo) e borrifação nos domicílio positivos.

“A secretaria vem intensificando a presença dos ACE’s não só na zona urbana, mas também na área rural, recebemos um pedido desta comunidade para uma visita da equipe e estamos atendendo a demanda, vamos trabalhar com orientações sobre dengue e busca ativa do barbeiro”, declara a secretária de Saúde de Petrolina, Lucia Giesta.

O gerente de endemias, Jailson de Araújo, afirma que ações como esta são importantes para o controle epidemiológico no município. “A realização de ações de combate, controle e prevenção no município, principalmente nas áreas mais vulneráveis, são de extrema importância para a construção do perfil epidemiológico de Petrolina e para a redução de risco de epidemias na região”, ressalta Araújo.





“O pernambucano passou a ter mais ambição e quer mais”

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Senador Armando Monteiro diz que o Estado avançou muito nos últimos anos e por isso aumentou suas expectativas em relação ao futuro

No dia em que filiou seis novas lideranças ao PTB – dentre elas o deputado estadual Adalberto Cavalcanti – fortalecendo a legenda para as eleições 2014, o senador Armando Monteiro voltou a defender o livre debate dos projetos necessários para que Pernambuco continue a crescer nos próximos anos.

Ao participar de entrevista ao programa de Geraldo Freire, na Rádio Jornal, no Recife, Armando falou sobre os grandes desafios do Estado em áreas como educação e infraestrutura.

Para o senador, com as conquistas dos últimos anos, o pernambucano passou a ter mais ambição em relação ao seu futuro. “Porque, ao mesmo tempo em que ele percebe que Pernambuco evoluiu muito na última década, é justo que ele tenha mais ambição e que ele queira fazer com que Pernambuco realize muito mais nos próximos anos. É este o debate que nós temos feito”, diz.

Além de Adalberto Cavalcanti, o PTB filiou nesta segunda-feira (30) aos seus quadros lideranças como Rodrigo Dias (filho do ex-deputado Romário Dias); o empresário Giney Francisco, de Carpina; o médico e ex-vereador de Jaboatão Ricardo Moraes; o comunicador Edeilson Lins; e o empresário da área de publicidade Aguinaldo Viriato de Medeiros.

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Veja abaixo os principais trechos da entrevista a Geraldo Freire:

Experiência executiva de Armando

Armando Monteiro – “Este debate sobre gestão é um bom debate e nos remete a considerações interessantes. Por exemplo, do ponto de vista privado, eu tive 35 anos atuando em Pernambuco em áreas muito difíceis, como por exemplo a da indústria de bens de capital na região. E tenho uma longa vivência na área de gestão. Tenho colaborado inclusive com Pernambuco, e isto é público. O vice-governador João Lyra, o governador Eduardo Campos, já disseram publicamente, há registros, de que quem fez a aproximação do governo do Estado de Pernambuco com o INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial) e com o Movimento Brasil Competitivo, fomos nós. Ou seja, este modelo que está em curso em Pernambuco nós demos uma contribuição decisiva para que pudesse ser implantado. É um modelo que tem o Dr. Vicente Falconi como consultor e grande expert, hoje reconhecido internacionalmente, e Dr. Jorge Gerdau como grande animador deste Movimento Brasil Competitivo”

Modelo de gestão de Pernambuco

Armando Monteiro – “O que é que se traduz neste modelo que Pernambuco adotou? Conceitos elementares de gestão. Por exemplo, quem não mede não gerencia. Eu só posso saber se tenho resultados se tiver uma métrica para medir estes resultados. Como é que se dá o processo de monitoramento dos programas, em todas as áreas? Que indicadores nós devemos construir? Por exemplo, quando fui presidente da Confederação Nacional da Indústria (        CNI), há uma figura decorrente deste modelo em Pernambuco que se chama Mapa da Estratégia. Em 2005, nós introduzimos na CNI o chamado Mapa Estratégico da Indústria, que tem como base uma metodologia que é o BSC, o Balance Score Card, que nada mais é do que uma forma de construir indicadores para medir os resultados da gestão”.

A situação das estradas

Armando Monteiro – “Há um quadro realmente que coloca Pernambuco em uma posição de desvantagem. Há um estudo recente de competitividade da unidade de inteligência da revista The Economist, que faz uma avaliação da competitividade de todos os estados brasileiros, e coloca Pernambuco no grupo mais baixo do estudo em relação à situação especificamente das estradas. E eu lembro também que o Banco do Nordeste, em 2010, publicou um estudo sobre a malha viária de Pernambuco, e coloca o Estado também na penúltima posição. A última é Sergipe, a penúltima é Pernambuco. Então é um dado de realidade, nós não estamos fazendo aqui um juízo de valor. É um juízo de realidade. É claro que não se pode endereçar ao governo, ao último governo… Há um passivo que também se acumulou nesta área e evidentemente não se pôde resolver, não se pôde equacionar. Então há sim hoje uma visão de que Pernambuco tem nesta área uma deficiência grave, do ponto de vista de custos sistêmicos. A infraestrutura e o setor viário de Pernambuco precisam avançar, precisa ser requalificado de forma ampla, e isto exige um esforço grande de investimentos. Por exemplo, quando a gente fala da reta de Ibimirim, isto é uma pendência que se arrasta em Pernambuco há décadas, e o Estado atuou diante de certas prioridades que se colocaram. Agora, eu não estou dizendo que não há responsabilidades, eu estou dizendo que o quadro que se acumulou, a situação decorre de uma ação mais efetiva ao longo de décadas. A BR-232, primeiro, não foi entregue, não foi aceita pelo contratante, que foi o Governo de Pernambuco, porque há uma discussão, há um contencioso, entre a empresa que executou e o Governo do Estado. Portanto, ela não foi entregue e precisa de um plano de manutenção. E este plano de manutenção envolve recursos expressivos por ano. Então, é uma situação que nós temos de equacionar”.

A agenda do Brasil e de Pernambuco

Armando Monteiro – “É justo que se discuta permanentemente uma agenda para o Brasil. Todo mundo pode discutir o problema da educação no Brasil. Quem é que pode desconhecer que um dos maiores desafios do Brasil é o nosso sistema educacional? E aí tem que se discutir isto. O que fazer para melhorar? Como avançar nesta área? Em Pernambuco, por exemplo, nós temos o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Quando a gente avalia o quadro da educação em Pernambuco nós temos uma posição relativa que ainda é ruim, em que pese os grandes avanços que ocorreram. Mas, no último IDEB, quando você pega ensino fundamental, anos iniciais e anos finais, e ensino médio, Pernambuco tem a 18ª posição, a 22ª e a 16ª, em cada uma destas áreas. Ainda é uma posição ruim. Enquanto isto o Ceará tem, nestas mesmas áreas, a 12ª posição nos anos iniciais do ensino fundamental, a 7ª nos anos finais e a 8ª no ensino médio. É um dado de realidade. Nós melhoramos? Melhoramos ao longo dos últimos anos, mas precisamos avançar mais. Isto é uma posição relativa. Você pode andar depressa, mas se alguém andar mais depressa que você a sua posição relativa piora. Este tema (a educação) no Brasil e em Pernambuco não há como deixar de se discutir”.

O crescimento do Brasil e de Pernambuco

Armando Monteiro – “Em relação ao Brasil, Pernambuco cresceu mais, mas cresceu mais ou menos em linha com o Nordeste. Não cresceu mais do que o Nordeste. Cresceu em linha. No último ano crescemos menos do que o Ceará e do que a Bahia. E este ano o estudo que foi divulgado do índice de atividade econômica do Banco Central, relativo ao primeiro semestre, coloca Pernambuco novamente na terceira posição. A Bahia cresce 6.1%, o Ceará cresce 3.4% e Pernambuco 1.8% neste índice correspondente ao primeiro semestre, divulgado pelo Banco Central do Brasil. E no ano passado nós crescemos menos do que a Bahia e o Ceará. É evidente que se poderá dizer, isto é um ano, um ano e meio. Mas o fato é o seguinte: Pernambuco cresceu mais do que o Brasil, cresceu mais ou menos em linha com o Nordeste, e no último ano e neste semestre tem crescido menos do que a Bahia e o Ceará. Eu estou me baseando, por exemplo, em estudos como o da Ceplan (Consultoria Econômica e Planejamento), que tem gente muito qualificada nesta análise. Eu acho que tem uma explicação técnica, que é uma espécie de hiato de produto. O que é que significa isto? As grandes obras que afetam o PIB, mesmo quando estão em implantação. Você está construindo uma fábrica, tem muita gente, aquilo entra no cálculo porque entra no nível da atividade da construção civil. Mas as obras vão terminando e aquela unidade ainda não produz. Então você tem uma desaceleração, porque o ritmo da obra já diminuiu, e você não tem ainda o produto. Um exemplo é a refinaria. Você já está em um estágio a esta altura de quase 80% de índice de implantação e ainda não produziu nada. Portanto, há um momento em que há este hiato. Você não terminou ainda a obra, mas já está empregando menos na obra e ao mesmo tempo não tem o produto ainda. Então eu acho que este é um momento em que isto afeta negativamente. Eu acho que para este desempenho de 2013 contaram negativamente a construção civil e um pouco também a indústria de transformação”.

O PTB se afastará da gestão Eduardo?

Armando Monteiro – “Me deixe contextualizar. Primeiro eu não fiz críticas à gestão, eu não enderecei todo este passivo que nós temos a uma gestão. Eu destaquei inclusive os avanços que foram obtidos, por exemplo, no plano da própria educação. Mas acho que todo mundo tem de debater Pernambuco. Por que não? Pernambuco tem que olhar para frente. Pernambuco, ao mesmo tempo em que reconhece o que possa ter havido de positivo nesta gestão, e tem muitas coisas, tem que pensar nos desafios que se colocam para o futuro. Porque, veja, este impulso que nós tivemos sobre a economia, se nós não continuarmos a promover ações estruturantes e ações bem planejadas, Pernambuco vai perder este impulso.

Os grandes projetos estruturadores, refinaria, FIAT, as plantas petroquímicas e a indústria naval, se você não fizer uma melhor articulação disto com a base industrial existente no Estado, para aproveitar, para internalizar, multiplicar os efeitos disto na economia de Pernambuco, o que pode acontecer é este processo vazar para outros estados. Por exemplo, no caso da FIAT, se nós não cuidarmos da infraestrutura e de algumas questões urgentes, vai haver um vazamento deste efeito para a Paraíba, o que já está tendo”.

Os desafios de Pernambuco

Armando Monteiro – “Há um longo desafio pela frente ainda, da infraestrutura, da capacitação e qualificação de recursos humanos, na questão das ações para interiorizar, para distribuir melhor o desenvolvimento espacialmente. Por exemplo, o pernambucano do Sertão tem um terço da renda do pernambucano da área metropolitana. Então, há grande concentração da atividade econômica na área metropolitana. Agora, vamos reconhecer o seguinte: quando o governador induziu a localização da FIAT em Goiana foi uma ação inteligente para promover uma desconcentração do desenvolvimento. Porque antes a FIAT ia lá também para Suape, para áreas próximas de Suape. Agora, quando eu faço estes registros, das insuficiências, do longo caminho que temos a percorrer, é um debate que Pernambuco tem que ter em conta. E eu digo que tem sempre duas posições perigosas, uma é a dos pessimistas, dos céticos, dos que negam tudo, dos que ficam só criticando. E a outra é dos que acham que Pernambuco já ingressou no “clube dos ricos”. Não. Nós temos um longo caminho a percorrer. Sabe qual é a renda do pernambucano em relação à renda do brasileiro? É metade. Em relação à renda do brasileiro do Sudeste é um terço. Então nós temos um longo caminho ainda a percorrer. Isto é o que eu tenho dito. Não é mais a questão de discutir qual é a parte que cabe a cada governo, mas discutir os desafios que Pernambuco tem pela frente. O pernambucano passou a ter mais ambição ainda, legítima ambição, em relação ao seu futuro. Porque ao mesmo tempo em que ele percebe que Pernambuco evoluiu muito na última década, é justo que ele tenha mais ambição e que ele queira fazer que Pernambuco realize muito mais nos próximos anos. É este o debate que nós temos feito”.

É justo ter projetos próprios

Armando Monteiro – “Com a reeleição do governador abre-se um novo ciclo na política pernambucana. Porque o que nós pactuamos nesta frente é estarmos juntos na medida do possível. Mas na medida em que o governador se reelege, e agora ele não pode mais disputar reeleição, então é justo que os partidos que integram esta frente discutam este processo e também aspirem ter projetos próprios. Por que teria que ser necessariamente do PSB o candidato à sucessão? Isto é um direito natural? É um direito divino? É mais uma imposição do que circunstância? Não. Eu acho que é justo que se discuta isto, como entendo que o PSB pode ter um candidato, o PT pode ter um candidato, o PTB pode ter um candidato. Por que não? Ora, se no plano nacional nós estamos na base de Dilma, inclusive o PSB, Dilma é candidata à reeleição e o PSB se permite, no que é legítimo, discutir uma candidatura própria, mesmo sendo Dilma candidata à reeleição, por que é que em Pernambuco, já tendo sido reeleito o governador, não seja razoável que um outro partido da Frente não possa discutir isso?”

Assédio às bases do PTB

Armando Monteiro – “Eu tenho dito o seguinte, quando me perguntam sobre este assédio às bases, que é um cerco de carinho. Veja, eu não quero chegar a este ponto, agora sei que os jornais anunciam que tem deputados que estão saindo do partido e indo direto para o PSB. É algo que você deve imaginar estranho. Quer dizer, você tirar um deputado que já é da base aliada para levar para o PSB, é um movimento que fica parecendo a todos um movimento hostil. Não é um movimento que seja caracterizadamente de aliado. Portanto, estamos analisando estes dados, processando e, no momento próprio, vamos dizer, tomar o nosso caminho”.

Posicionamentos do PTB

Armando Monteiro – “Eu sempre sublinhei uma posição nossa, que é de independência. Lembrem-se que, quando houve aquele episódio da PEC da Assembleia… Geraldo às vezes me fez, no rádio, uma indagação: ‘Olha, estão dizendo aí que vocês (do PTB) vão romper com o governo’. Eu disse a Geraldo: ‘Eu sou um aliado, não sou subordinado’. O aliado é aquele que tem que ser leal, mas tem a sua independência, pode discordar em determinadas circunstâncias, como discordei naquele episódio da PEC”.

Parcerias bem sucedidas com o governo federal

Armando Monteiro – “Eu sempre fiz em toda a minha caminhada em Pernambuco, e há registros de todas as rádios do Estado, reconhecimento ao governo. Agora, eu sempre digo o seguinte: Pernambuco teve a felicidade de fazer uma parceria com o governo federal muito bem sucedida, que foi valorizada pela competência e pela capacidade de articulação do governador Eduardo Campos. Mas foi essa feliz circunstância, de ter um governo federal sempre disposto a apoiar Pernambuco. Não há um único desses grandes projetos que não tenham na origem uma decisão do governo federal. Agora, a capacidade de Pernambuco de poder reagir rapidamente, de apresentar os projetos, de poder se articular com competência que ocorreu no governo Eduardo Campos, isso valorizou essa parceria e nos permitiu colher esses resultados. Mas, veja, na Refinaria Abreu e Lima, ainda no governo Jarbas, houve a decisão, contrariando interesses de estados aqui do Nordeste, e o presidente Lula bancou (a escolha de Pernambuco). As plantas petroquímicas foi uma decisão no âmbito da Petrobras, especificamente dentro da Petroquisa. A ideia de desconcentrar a indústria naval foi uma decisão do presidente Lula, uma decisão típica de política industrial. Qual é o cliente desses estaleiros, o único cliente deles? A Petrobras. E foi a Petrobras que induziu esse movimento, de dizer: ‘Vamos inaugurar estaleiros novos no Rio Grande do Sul, em Pernambuco etc.’ Quando se define a localização da Hemobrás, é uma decisão política. Quando a Fiat vem para o Nordeste, tem o regime automotivo do Nordeste, que confere incentivos fiscais para que essas unidades pudessem ir da Ford na Bahia à Fiat Pernambuco. Não pode-se deixar de reconhecer isso. Você falou de parceria com o Governo Federal. É muito importante”.





Cria de Ranilson na Assembléia

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Lucas, filho do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Ranilson Ramos é candidato a deputado estadual. O boato está solto nas ruas. Ele já confessou aos amigos mais próximos que quer cumprir essa missão. O PSB quer renovar as suas cadeiras na assembléia com novos jovens na política. Lucas deve ter o respaldo do pai, da mãe, do partido e do governador, que gosta muito de gente nova na política. Se confirmado, Lucas pode se juntar ao deputado Fernando Filho e dobrar com ele nestas próximas eleições. Mas essa história só o tempo vai poder contar. por Vinicius de Santana





Bahia:Descaso – Viatura pega fogo na BR 235 de Santana do Sobrado a Casa Nova

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria





quase ex-ministro: FBC deve encontrar Dilma nesta terça para entregar cargo

Postado em 1 de outubro de 2013 por Josélia Maria

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Bruna Serra
Do JC Online

Foto:Josélia Maria

Doze dias depois de anunciada formalmente a saída do PSB do governo Dilma Rousseff (PT), o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, finalmente estará com a presidente Dilma Rousseff hoje para fazer a entrega do cargo e iniciar a transição.

Depois de levantar especulações se deixaria o PSB e permanecer no cargo, Bezerra Coelho começa sua despedida. Diante de Dilma Rousseff, ele agradecerá a oportunidade de ter exercido a função de ministro. A expectativa, entretanto, é se será confirmada a versão de que a presidente quer um encontro com o governador Eduardo Campos antes da saída definitiva do PSB do governo.

Sabe-se nos bastidores que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – articulado político da candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff – alimenta esperanças de reverter a postulação de Eduardo Campos à Presidência.

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Lula reconheceu que a saída do PSB do governo foi motivada por inabilidade da presidente em dialogar com os aliados.




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