Destaques

Governadores cobram da União 30% do FNE para os Estados

Solicitação da liberação de 30% do fundo para investimentos em infraestrutura foi o principal pl ...

Tem recepção sim para o “desgovernante” que quer acabar com a Univasf, com o IF sertão, com a educação superior

Vamos mostrar nossa insatisfação com o fechamento do Restaurante Universitário da Univasf, com as ...

Mulheres de Petrolina pedem plantão da Delegacia nos finais de semana

Postado em 1 de dezembro de 2012 por Josélia Maria

25 de novembro  Dia Internacional de Luta pelo fim da Violência contra a Mulher. Em Petrolina membros da  UBM (União Brasileira de Mulheres)  foram para a Praça do Bambuzinho reivindicar o plantão da Delegacia da Mulher , que há 11 anos só atende de segunda a sexta-feira e em horário comercial.

Faixas,música e distribuição de panfletos foram formas encontradas para  chamar a atenção de quem por lá passava.

Delegacia da Mulher sem o plantão:Direitos Humanos sem respeito e atenção!

Jornalista Inah Torres

image-2763

image-2764

image-2765

image-2766

image-2767

image-2768

image-2769

image-2770





Entrega do título “Amiga da Marinha”

Postado em 1 de dezembro de 2012 por Josélia Maria

A Medalha “Amigo da Marinha” foi criada em agosto de 1966, para agraciar personalidades civis, sem vínculo funcional com aMarinha do Brasil, militares de outras forças, bem como instituições que se tenham distinguido no trabalho de divulgar a mentalidade marítima, no relacionamento com a Marinha, na defesa dos interesses atinentes à Marinha e na divulgação da importância do mar para o país.

image-2753

A noite desta sexta-feira(30), foi de comemoração para essa blogueira e radialista .Recebi  o título de “Amiga da Marinha”, em reconhecimento aos “relevantes serviços prestados à Marinha do Brasil”,disse o Vice-Almirante Antonio Fernando Monteiro dias do Comando do 2º Distrito Naval,Salvador-BA.

A condecoração foi entregue pelo Capitão-Tenente (AA) Claúdio Luiz, Agente Fluvial de Juazeiro-BA.A indicação foi do Capitão-Tenente Gelson.

image-2754

Presente a solenidade autoridades civis e militares:Presidente da  SOAMAR, jornalista Inah Torres, primeira dama de Petrolina Andréa Lóssio, procuradora do municipio de Petrolina Camila Cruz,radialista José Geraldo, jornalista Sibelle Fonseca,meus filhos ,parentes e  amigos de todos os homenageados entre eles cito  Emanoel Lima -Superintendente da Codevasf ,Juazeiro-BA.

image-2755

image-2756

image-2757

image-2758

image-2759

 Curta minha fan page www.facebook.com/joseliamariareporter





PIB baixo no 3º trimestre expõe ‘herança maldita’

Postado em 1 de dezembro de 2012 por Josélia Maria

Analistas dizem que Dilma sofre ao tentar corrigir erros da gestão anterior, que deixou de investir em infraestrutura e na qualificação de mão de obra

image-2749

A falta de políticas consistentes para áreas cruciais da economia ao longo dos oito anos de governo Lula foi apontada por economistas ouvidos pelo site de VEJA como um dos motivos que levou o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro a apresentar a taxa pífia de crescimento de 0,6% no terceiro trimestre. Embora tenha conduzido a política econômica de forma responsável – principalmente a monetária, menos por mérito pessoal e mais por ter relegado o trabalho ao ex-presidente do BC, Henrique Meirelles –, o antecessor de Dilma Rousseff pouco fez para elevar a produtividade e ampliar os investimentos no país. Diante disso, a chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede o volume de investimento na economia doméstica, mostrou nesta sexta-feira a quinta redução trimestral consecutiva. As conseqüências da inação de Lula também começam a ser notadas no segmento de serviços, cuja expansão dá sinais de esgotamento graças ao “apagão” de mão de obra, isto é, a escassez de profissionais qualificados decorrente da péssima estrutura de ensino brasileira. Em outras palavras, o PIB divulgado nesta sexta-feira é a perfeita tradução da ‘herança maldita’ deixada pelo ex-presidente à sua sucessora.

Ciente dos desafios estruturais que tinha para resolver, a presidente Dilma Rousseff assumiu a Presidência da República com notória disposição. O problema, dizem os economistas, é que suas opções, salvo poucas exceções, não foram nada felizes. Grosso modo, ela optou por uma política que conjuga fechamento da economia – com controle sobre o câmbio, imposição de tarifas sobre importados etc – com políticas de curto prazo para tentar induzir o crescimento – os chamados pacotes, como a desoneração da folha de pagamento, o IPI reduzido dos automóveis, entre outras medidas. Também o chamado tripé macroeconômico (cambio flutuante, regime de metas de inflação e equilíbrio fiscal), que visa manter a inflação controlada, foi aparentemente abandonado. Com isso, ela tem colhido apenas perda de competitivdade e redução dos investimentos.

 





“A vida como ela é”

Postado em 1 de dezembro de 2012 por Josélia Maria

Trabalhador,honesto e em liberdade

image-2744

Julgado e condenado

image-2745





Relação com Lula explica influência de ex-assessora

Postado em 1 de dezembro de 2012 por Josélia Maria

Folha

A influência exercida pela ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, no governo federal, revelada em e-mails interceptados pela operação Porto Seguro, decorre da longa relação de intimidade que ela manteve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Rose e Lula conheceram-se em 1993. Egressa do sindicato dos bancários, ela se aproximou do petista como uma simples fã.

O relacionamento dos dois começou ali, a um ano da corrida presidencial de 1994.

À época, ela foi incorporada à equipe da campanha ao lado de Clara Ant, hoje auxiliar pessoal do ex-presidente. Ficaria ali até se tornar secretária de José Dirceu, no próprio partido.
Marisa Letícia, a mulher do ex-presidente, jamais escondeu que não gostava da assessora do marido.

Em 2002, Lula se tornou presidente. Em 2003, Rose foi lotada no braço do Palácio do Planalto em São Paulo, como “assessora especial” do escritório regional da Presidência na capital.
Em 2006, por decisão do próprio Lula, foi promovida a chefe do gabinete e passou a ocupar a sala que, na semana retrasada, foi alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal.
Nesse papel de direção, Rose contava com três assessores e motorista.

Sua tarefa era oficialmente “prestar, no âmbito de sua atuação, apoio administrativo e operacional ao presidente da República, ministros de Estado, secretários Especiais e membros do gabinete pessoal do presidente da República na cidade de São Paulo”.

Durante 19 anos, o relacionamento de Lula e Rose se manteve oculto do público.

Em Brasília, a agenda presidencial tornou a relação mais complicada.

Quando a então primeira-dama Marisa Letícia não acompanhava o marido nas viagens internacionais, Rose integrava a comitiva oficial.

Segundo levantamento da Folha tendo como base o “Diário Oficial”, Marisa não participou de nenhuma das viagens oficiais do ex-presidente das quais Rosemary participou.
Integrantes do corpo diplomático ouvidos pela reportagem, na condição de anonimato, afirmam que a presença dela sempre causou mal-estar dentro do Itamaraty. Na opinião deles, a ex-chefe do escritório da Presidência em São Paulo não era necessária.

Oficiais da Aeronáutica se preocupavam com o fato de que ela por vezes viajava no avião presidencial sem estar na lista oficial. Em muitas vezes, Rose seguia em voos da equipe que desembarca antes do presidente da República para preparar sua chegada.

Nessas viagens, seguranças que guardavam a porta da suíte presidencial nas missões fora do Brasil registravam ao superior imediato a presença da assessora. Oficiais do cerimonial elaboravam roteiro e mapa dos aposentos de modo a permitir que o presidente não fosse incomodado.

Durante esses quase 20 anos, Rose casou-se duas vezes. Seu primeiro marido, José Cláudio Noronha, trabalhou na Casa Civil do então ministro José Dirceu quando Rosemary assumiu o escritório de São Paulo.

Na chefia do gabinete, ela construiu a fama de pessoa de temperamento difícil. Lula chegou a receber de amigos reclamações dando conta de que ela tratava mal os funcionários.

Um deles descreveu um episódio em que ela teria pedido para serventes limparem “20 vezes” o chão do escritório até que ficasse realmente limpo.

Apesar do temperamento, Rose era discreta e não gostava de contato com a imprensa. Em algumas festas e cerimônias, controlava a porta de salas vips, decidindo quem podia ou não entrar. Também costumava se consultar com o médico de Lula e da presidente Dilma Rousseff, Roberto Kalil.

Rose acompanhou o ex-presidente em algumas internações durante o período em que este se recuperava do tratamento de um câncer no Sírio-Libanês, em São Paulo. Mas só pisava no hospital quando Marisa Letícia não estava por perto.

Na campanha presidencial de 2006, a chefe de gabinete circulou nos debates televisivos que Lula teve com o tucano Geraldo Alckmin.

Ministros e amigos do ex-presidente não negam o relacionamento de ambos. Foi de Lula a decisão de manter Rosemary em São Paulo, conforme relatos de pessoas próximas.

Procurado pela Folha, o porta-voz do Instituto Lula, José Chrispiniano, afirmou que o ex-presidente Lula não faria comentários sobre assuntos particulares.





Prefeito Julio Lossio participa de entrega de certificados do Petrolina Cidadã

Postado em 1 de dezembro de 2012 por Josélia Maria

image-2737

O prefeito de Petrolina Julio Lossio participou no auditório do SEST SENAT da cerimônia de entrega dos certificados do Petrolina Cidadã. Os alunos receberam certificados nos cursos de garçom, bar tênder, maître d’hotel, camareira, costura, confecção de peças íntimas, bordado à mão, confecção de sandálias e informática.

Julio Lossio parabenizou os novos profissionais e destacou a importância da qualificação e acenou para as oportunidades de emprego que surgirão para aqueles que conseguiram o certificado.

O Petrolina Cidadã é um programa desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Petrolina em parceria com o SENAI, SEST/SENAT, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O programa já qualificou profissionais como Soldador de Processo Eletrodo Revestido em Aço Carbono e Aço Baixa Liga, Pedreiro de Alvenaria, Mecânico de Manutenção, Instalação de Aparelhos de Climatização e Refrigeração, Mecânico de Motocicletas, Cabeleireiro, Manicure e Pedicure, Corte e Costura Básica, entre outros.

O Programa Petrolina Cidadã tem o objetivo de erradicar a miséria no município de Petrolina através de ações objetivas para a prospecção das famílias em situação de extrema vulnerabilidade social e sua inserção em programas governamentais locais e federais.

A coordenadora pedagógica do programa, Celina Ferro, disse que os cursos profissionalizantes têm o objetivo de proporcionar aos participantes oportunidade de trabalho oportunizando-os conhecimento e renda própria. “Nossa maior preocupação é transformar as pessoas que serão capacitadas em futuros micro-empreendedores e competentes para o mercado de trabalho. Esse programa é mais uma ação que cuida das pessoas em primeiro lugar”.

A Prefeitura de Petrolina, através do Programa Petrolina Cidadã, ja beneficiou mais de 1.000 pessoas. Desde o o inicio do programa foi realizado um levantamento das necessidades de mão de obra dos empresários locais. “Com esses dados, estamos ofertando qualificações que atendam a essa demanda, como forma de ajudar a os alunos no mercado de trabalho”.




jr telecom

E se mudassem o, TRADICIONAL, circuito Osmar?

Postado em 30 de novembro de 2012 por Josélia Maria

Crônica – Sobre Tradição e o Carnaval‏

image-2732

 Tradição é uma coisa que a própria palavra diz: ritos e costumes propagados de geração para geração. E o Circuito Osmar, trajeto do Carnaval de Salvador, que sai do Campo Grande e vai até a Praça Castro Alves, onde acontece o histórico encontro de trios, é uma das coisas mais tradicionais na Bahia.

Milhões de pessoas já passaram por este circuito, que desde 1950, quando Osmar Macedo e Dodô Nascimento subiram num calhambeque adaptado, batizaram com o nome de Fobica e saíram pelas ruas de Salvador, transformando e criando a tradição do circuito, hoje conhecido como Circuito Osmar.

Inúmeros baianos possuem lindas histórias para contar na participação desse trajeto de carnaval: amizades iniciadas, alegrias transbordadas, beijos trocados, relacionamentos começados e casamentos realizados. Muitos relatos escreveram a história de quando tudo começou naquele dia, naquele lugar, naquele carnaval. E essas histórias seguem de geração para geração.

Mas, e se mudassem o Circuito Osmar? Se tirassem do Campo Grande e levassem para outro lugar, ainda teria as mesmas vibrações? Quantas emoções seriam excluídas, quantas sensações positivas seriam abaladas? Mexer em tradições é mexer no coração das pessoas. Na história e no sentimento de vida delas.

Perdoem-me aos apaixonados, e defensores “sem causa”, mas Juazeiro é uma cidade “danada” a destruir suas tradições. E mudar o Circuito do Carnaval atual é mexer na tradição de um povo que, de tanto sofrimento, ainda busca a felicidade em alguns dias de folia.

Há pouco tempo, vi numa reportagem, a face triste e a lamentação pertinente de uma jovem senhora, que comentava sobre a destruição e depredação das casas e casarios históricos do município. Mas esta senhora tem a verdade na fala e a infelicidade nos olhos quando comenta tais agressividades. Ôh Juazeiro! Não têm dó de ti.

Aqui, cada um quer fazer algo “diferente”. Uns fazem melhor, outros fazem pior, outros não fazem nada. É tanta mudança, que ‘tu’, Juazeiro, estás toda retalhada. Talvez, muito mais ferida que os cortes nas costas, provocadas pela TRADIÇÃO, do autoflagelo dos Penitentes.

Eu, particularmente, ainda sou do tempo dos carnavais de clube, quando a Banda Mirage, Banda Ouro, entre outras, faziam a maior festa e levavam a alegria à comunidade juazeirense. É claro, que ainda tinham as escolas de samba – mais uma TRADIÇÂO abandonada – que desfilavam pela Adolfo Viana, indo pela Rua da 28 e seguindo pela Rua da Apolo, encerrando o percurso logo mais a frente. Alguns leitores serão capazes de comentar melhor sobre esses desfiles. Eu, ainda adolescente, apenas participava com os amigos nas festas do “leiloado” Country Club.

Quando se mexe em TRADIÇÂO, tem de ser para fazer algo melhor. Falta de recursos? Pode até ser. Carnaval aqui não é prioridade.

Um exemplo de quando se mexe em Tradição, foi derrubada da Tradicionalíssima Fonte Nova, para construir uma Arena com uma estrutura muito melhor.

E o novo percurso? Vai possibilitar aos foliões de curtirem com maior conforto os dias de momo? Ou somente é para reduzir custos? E o palco da 28? E a “turma” do “Tô na Esquina” para onde vai, se não haverá mais esquinas?

O Carnaval que era do povo, se transformou em business. Quem tinha o dever de promover a festa, investiu no sucesso de um novo quadriênio. E agora, com todo direito, quem faz o negócio, quer lucros.

“Dodô do céu mandou recado, notícias boas e lembranças, disse que tá do nosso lado… contou até como é que foi que Deus, abençoou o carnaval” (Moraes Moreira)

Preparem, ou não, os esparadrapos. Mais um retalho pode surgir nas TRADIÇÕES dessa terra amada por uns, usufruída por outros.

“Bom” Carnaval em 2013.

 

* Mário Pires – filho, de coração, de Juazeiro.

 

 




jr telecom

FIEPE lança Edição 2013 do Cadastro Industrial

Postado em 30 de novembro de 2012 por Josélia Maria

Mais de nove mil empresas tiveram seus dados atualizados na edição 2013 do Cadastro Industrial de Pernambuco, lançado nesta sexta-feira (30/11) na Casa da Indústria. A publicação apresenta dados cadastrais importantes para empresas, instituições e pessoas físicas que querem estabelecer relacionamento com indústrias pernambucanas. A publicação está disponível em CD-ROM e, em janeiro, poderá ser adquirida na versão impressa. Mais informações: (81) 3412-8481 ou cadastro@fiepe.org.br.

 




jr telecom