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Pipeiros de Dormentes e Afrânio devem fazer cadastro e elaborar tabela de distribuição de água

Postado em 19 de março de 2013 por Josélia Maria

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Os proprietários de carros pipa que fazem a distribuição de água em Dormentes e Afrânio (PE), no Sertão do São Francisco, agora deverão ser cadastrados pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (Ipa), pelas prefeituras e pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável. A recomendação é do Ministério Público estadual (MPPE) e visa garantir a qualidade da água fornecida pelos pipeiros.

De acordo com a promotora Ana Paula Nunes, além do cadastro, as instituições responsáveis ainda deverão providenciar a identificação dos veículos e a elaboração de uma tabela para distribuição de água por região. Todos os proprietários de carros pipa que prestam serviço às entidades deverão constar no cadastro e seus veículos serão identificados através de distintivo, adesivo ou banner. Já as tabelas devem informar à população os dias e horários em que a água será distribuída em cada bairro.

Os municípios terão a tarefa de fiscalizar os serviços de distribuição e fornecer aos pipeiros um formulário padrão, exigido por lei, para atestar as condições sanitárias da água. As prefeituras também devem disponibilizar depósito público para os carros pipa que não atenderem às exigências da legislação, como a exibição de data, validade e número da autorização de fornecimento emitida por órgão de saúde competente.

Também cabe aos municípios realizar o cadastro dos carros pipa, exigindo, para isso, dados dos veículos, do condutor e da origem da água distribuída. O MPPE deu o prazo de 30 dias para que as entidades envolvidas encaminhem informações às promotorias de Justiça sobre as medidas tomadas para dar cumprimento à recomendação.

Outros municípios

As mesmas medidas foram cobradas pelo MPPE nos municípios de Gravatá, Belém do São Francisco, Itacuruba, Alagoinha, Arcoverde, Petrolândia e Jatobá. A iniciativa surge para reforçar a ação do Governo do Estado e do Exército na Operação Carros Pipa, iniciativa que pretende reduzir os transtornos causados pela estiagem prolongada.

Blog do Vinicius





Dia de homenagear São José e esperar chuva para aliviar estragos da seca

Postado em 19 de março de 2013 por Josélia Maria

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JC

Esta terça-feira é dia de render homenagens a São José, santo padroeiro das famílias, das igrejas e dos trabalhadores. Neste 19 de março, a Matriz de São José, no Centro do Recife, abre mão da simplicidade exigida em época de quaresma, para render homenagens ao homem que cuidou de Jesus Cristo como seu próprio filho. Aos devotos do protetor, que há muito pediam ao santo água para trabalhar, a boa notícia: hoje, a previsão é de pancadas de chuva no litoral e na Zona da Mata; chuva isolada no Agreste e há possibilidade de pancada de chuva no Sertão. Um pouco de alívio para quem só tem a fé como esperança.

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Missas serão celebradas às 8h, às 12h, às 16h e às 19h30. “Hoje é permitido que se utilize roupa de festa, que se decore a igreja com flores, porque São José é o padroeiro das igrejas. Depois, voltamos ao período da Quaresma, que só acaba após a Semana Santa”, explicou o pároco da Igreja de São José há 42 anos, padre José Augusto.
O arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, lembra a importância de José para a Igreja Católica. “Ele era um chefe de família, cuidou de Jesus, era um trabalhador. Merece as nossas homenagens.”

Para Dário Henrique Medeiros, 20 anos, o dia serve para renovar a fé que ele tem no santo. “Sou devoto desde que virei coordenador do grupo jovem da paróquia que frequento, em Rio Doce (Olinda). Tomei ele como exemplo de pastor. Tenho um grande apreço pelo que ele representa”, contou.

DOCUMENTO – Nesta quarta-feira, representantes de organizações da sociedade civil se mobilizam para enfrentar a pior estiagem dos últimos 40 anos em Pernambuco e apresentam o documento Diretrizes de Convivência com o Semiárido, trazendo sugestões para elaboração de políticas públicas efetivas para o combate à seca. O encontro será às 14h, na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), na Boa Vista, Centro do Recife. Dos 184 municípios pernambucanos, 132 enfrentam a falta de chuvas, afetando cerca de 1,3 milhão de pessoas.

 





Aluno da Univasf envia denuncia ao blog sobre Programa Ciência sem Fronteiras

Postado em 19 de março de 2013 por Josélia Maria

Joselia!
Como eu havia comentado sobre o que vem ocorrendo na Univasf com você, segue em anexo o e-mail que enviei para os professores que tem voto na Câmara de Ensino da Univasf. Este orgao regulamenta e altera algumas normas que regem a Univasf:
Caríssimos,

Envio este e-mail para mantê-los informados da minha situação aqui na Univasf e falar do que vem ocorrendo desde o meu retorno ao Brasil. Eu sou o primeiro aluno do Ciência sem Fronteiras da Univasf.
Pois bem, desde quando o meu ultimo período lá nos EUA estava terminando, eu prontamente liguei para o SRCA para saber o que seria necessário para se fazer a dispensa do estágio e da disciplinas pagas durante o programa do Ciencia sem Fronteiras. Atual secretária do SRCA (Secretaria de Controle e Registro Acadêmico) me informou que as unicas coisas necessárias seriam o histórico e o programa das disciplinas que eu havia cursado durante o ano lá. Assim, logo na primeira semana de janeiro de 2013, fui procurar a secretária para saber quais os procedimentos eu deveria adotar para a dispensa. A mesma disse que seria IMPOSSIVEL fazer o aproveitamento de creditos devido a falta da tradução juramentada de toda a minha documentação que eu havia trazido comigo. Ela passou o caso para a Proen (Pro-Reitoria de Ensino) dizendo que era da competência do pro-reitor de ensino resolver isso. Eu procurei diversas vezes o pro-reitor para conversar e explicar minha situação. A única fez que consegui falar com o mesmo foi por telefone e, depois de 10 minutos de conversa e enrolação, ele disse que não poderia me ajudar.
Em seguida procurei o Reitor e o Vice-Reitor da Univasf para que eles tomassem ciencia do que estava acontecendo. Reitor me pediu para que eu procurasse o setor de Relações Internacionais da instituição. Enfim, o professor responsável pelo setor me ouviu e disse que faria o possivel para que eu conseguisse dispensar as disciplinas. Ele me disse que levaria o caso à Camara de Ensino para alterar a regulamentação da dispensa de disciplinas.
Então, março chegou e nada de resolverem nada. Sexta-feira passada (dia 8 de março), recebi a proposta de alteração da norma da Proen (segue em anexo para voces verem – as alterações estão em vermelho) no qual troca TRADUÇÃO JURAMENTADA por TRADUÇÃO RECONHECIDA, ou seja, é trocar 6 por meia duzia! Fiquei muito irritado ao ler aquela proposta e então resolvi procurar o professor do setor de Relações Internacionais. Ao encontrar com ele, falei para ele sobre o meu descontentamento com a proposta pois ela continua a onerar o aluno. Ele disse que não poderia fazer nada pois seria necessário uma tradução feita por uma instituição. Então, eu indaguei novamente e perguntei se a universidade iria pagar por todas aquelas traduções. Ele me respondeu dizendo que seria da minha responsabilidade. Eu disse para ele que sou pobre que se ele quisesse eu entregaria para ele um atestado de pobreza e o mesmo disse que não seria necessário.
Hoje, dia 12 de março, tive uma reunião com dois representantes da câmara de ensino. A proposta deles é retirar a norma que exige do aluno a tradução juramenta e/ou reconhecida e que o colegiado possa receber os documentos originais no processo. E por ventura, caso necessite de alguma tradução esta solicitação deverá ser encaminha a instituição e não ao aluno.
Então, minha luta esta semana é conversar com todos os representantes da camara que na próxima reunião do dia 19 de março a proposta da Proen possa ser derrubada. Então, meus caros professores e técnicos, eu preciso muito do apoio de vocês para derrubar esta norma que foi copia na integra da norma que regulamenta diploma estrangeiro. Eu quero que vocês entendam que não estou tentando “validar” um diplomas mas sim quero validar componentes curriculares que foram cursados durante o programa Ciência sem Fronteiras e que o termo de adesão que a Univasf assinou juntamente com a CAPES me garante isso.
Caríssimos, infelizmente eu não tenho condições de pagar quase 5 mil reais em traduções juramentadas. E como não tenho de onde tirar e a UNIVASF está me negando isso, o direito de dispensar os créditos e estágios, eu não tenho mais para onde recorrer.
Desculpem-me pelo longo e-mail. Acho que ele acabou se tornando um desabafo mas eu não teria escolhido melhor forma para deixar vocês a par do que está acontecendo na UNIVASF. A derrubada desta norma será uma vitória não só para mim mas para todos os alunos de vocês que queiram participar do programa Ciência sem Fronteiras.
A UNIVASF assina um em 2011 dizendo que se comprometia a dispensar tanto o estágio quanto os creditos pagos em instituições estrangeiras durante a vingência do programa.
Josélia, eu tenho casos em outras partes do Brasil que a dispensa das disciplinas pagas no exterior foram aceitas sem a tradução como é o caso de dois colegas da UNICAMP, um da UnB e outro da Federal de Itajubá -MG que dispensaram estagio e disciplinas sem precisar de tradução juramentada ou reconhecida.
Espero contar com o seu apoio para fazermos esta denuncia visto que o Governo Federal está gastando uma nota para manter alunos estudando no exterior e ao retornar este INVESTIMENTO não está sendo aproveitado.
Abs,
Renan Costa Alencar

Undergraduate Student – California State University – Long Beach
Science without Borders – CAPES – Brazil




Caso Amanda Figueiroa :Marcas de um espancamento

Postado em 19 de março de 2013 por Josélia Maria

Acusado de agredir professora universitária é posto em liberdade

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Esse caso é considerado leve pela justiça

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Com traumatismo craniano professora é internada em hospital

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O Mundo Segundo A Monsanto (Dublado Português Brasil)

Postado em 18 de março de 2013 por Josélia Maria

Excelente documentário produzido pela autora do livro “O mundo segundo a Monsanto”. Mostra como essa multinacional está patenteando sementes transgênicas e introduzindo-as em países emergentes como o Brasil. Presente em 46 países, a Monsanto se tornou líder mundial em sementes e plantações transgênicas e também uma das empresas mais controvertidas na história industrial. Desde sua fundação em 1901, a empresa foi processada judicialmente inúmeras vezes devido à toxidade de seus produtos. Hoje se reinventou como a empresa das “ciências da vida” que se converteu às virtudes do desenvolvimento sustentável.

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Usando de documentos até agora não publicados e os testemunhos de vítimas, cientistas e políticos, “O Mundo Segundo a Monsanto” reconstitui a gênese de um império industrial construído sobre mentiras, cumplicidade do governo americano, pressões e tentativa de corrupção. A empresa se tornou principal fabricante de sementes do mundo, espalhando seus cultivos transgênicos para todo o planeta — em meio à falta de controle em relação a seus efeitos para com o meio ambiente e a saúde humana.
Uma empresa que quer o seu bem seguindo as regras do codex alimentarius. Até quando vamos engolir isso?





Nota de repúdio à inauguração da fábrica da Monsanto em Petrolina

Postado em 18 de março de 2013 por Josélia Maria

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Há uma semana foi inaugurada, no distrito de irrigação Nilo Coelho, em Petrolina, a 36ª unidade de pesquisa e tecnologia da Monsanto. A iniciativa, enaltecida por autoridades locais, secretários estaduais e ministro de Estado, precisa ser esclarecida à opinião pública a fim de demonstrar os interesses na instalação de uma empresa transnacional que lidera a produção de herbicida glifosato (veneno agrícola) e sementes transgênicas.

Como é recorrente nessas ocasiões, a justificativa da Monsanto para escolher o Sertão do São Francisco se deve a aspectos naturais: o clima, que permite até três colheitas anuais de milho transgênico pode acelerar o processo de desenvolvimento de novas tecnologias para ampliar às culturas de soja, algodão e cana de açúcar. Mas, qual é o custo social, cultural e ambiental associado a esse tipo de atuação?

Comprovadamente, a Monsanto é o símbolo atual do controle sobre os alimentos e a agricultura. O lucro líquido da empresa no primeiro trimestre fiscal foi de 339 milhões de dólares, 196% a mais do que no mesmo período do ano passado. A cobrança de royalties a agricultores/as pelas sementes transgênicas por ela patenteadas revela a subordinação agrícola aos interesses do capital financeiro.

Além de ser proibido/a de replantar, comercializar, trocar ou passar a semente adiante, o/a agricultor/a que não comprar semente transgênica corre o risco de ter sua lavoura contaminada geneticamente. As consequências culturais são catastróficas. Estamos numa região em que, tradicionalmente, as sementes são guardadas e vão sendo adaptadas e melhoradas pelos/as camponeses/as ao longo do tempo. Violar ou proibir a reprodução destas variedades é roubar a nossa herança cultural agrícola.

Em termos ambientais, os dados são alarmantes: 80% de todas as terras cultivadas são utilizadas apenas no monocultivo da soja/milho, cana de açúcar, algodão e na pecuária extensiva. Isso tem gerado um desequilíbrio da biodiversidade na natureza, que se agrava com aplicação dos venenos agrícolas.

Na saúde humana e animal, os efeitos são devastadores. Os venenos não se degradam na natureza. Matam os insetos, as bactérias, afetam a fertilidade, contaminam as águas subterrâneas e os alimentos que as pessoas consomem. Geram todo tipo de distúrbio, desregulação endócrina, contaminação do leite materno e tem potencial carcinogênico (câncer). Desde 2009, o Brasil é o maior consumidor mundial de venenos agrícolas. Consumimos 20% de todos os venenos, grande parte destes produzidos pela Monsanto.

Portanto, nós, sociedade civil organizada do Sertão do São Francisco que construímos a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, repudiamos a chegada dessa empresa em nossa região. Acreditamos que seria muito mais prudente aos governos municipais, estaduais e federal incentivar iniciativas que partem da realidade ambiental e climática das comunidades rurais, com base no respeito aos saberes locais, garantia de emprego e renda, distribuição de riquezas, preservação ambiental e permanência em seus territórios.

Reafirmamos nosso compromisso de continuar na luta em defesa da agroecologia e das diversas organizações sociais que fortalecem dia a dia a soberania alimentar e o poder popular no semiárido brasileiro.

Sertão do São Francisco, 18 de março de 2013

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida

Secretaria Operativa do Comitê da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida do Vale do São Francisco

contraosagrotoxicosdovale@gmail.com

 





Senac inscreve para cursos de várias áreas em Petrolina

Postado em 18 de março de 2013 por Josélia Maria

O Senac está com inscrições abertas para vários cursos em Petrolina no mês de abril. Os cursos oferecem formação em várias áreas. As inscrições podem ser feitas na unidade do Senac na cidade, localizada na Rua Projetada, 659, bairro Maria Auxiliadora. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (87) 3862-2464 / 3862-3501.

São dois cursos com vagas abertas na área de saúde (Cuidador de Idoso e Instrumentação Cirúrgica) e dois na área de Gestão e Comércio (Crédito e Cobrança e Formação de Preço). Confira abaixo:

Cursos: 

Cuidador de Idoso 
Períodos  – Horário

15.04.13 a 21.06.13 – 07h30 às 11h30

Instrumentação Cirúrgica
Período – Horário

15.04.13 a 03.09.2013 – 14h às 17h

Crédito e Cobrança

Período – Horário

08.04.13 a 12.04.13 – 19h às 22h

Formação de Preço
Período – Horário

22.04.13 a 26.04.13 – 19h às 22h





Eduardo adia encontro com 12 senadores em Brasília

Postado em 18 de março de 2013 por Josélia Maria

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Foi transferido de amanhã para a próxima terça-feira o encontro que o governador Eduardo Campos (PSB) teria com 12 senadores do bloco União e Força, formado pelo PTB, PR, PSC e PPL. O adiamento, segundo o senador Armando Monteiro, que teve a iniciativa, foi pedido pelo próprio Eduardo em razão de problemas de agenda.(Blog do Magno)