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URGENTE: DE ACORDO COM CDL, LOJAS DE JUAZEIRO SERÃO FECHADAS HOJE À TARDE

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De acordo com informações do CDL, lojas do centro de Juazeiro serão fechadas a partir das 15 horas de hoje, em decorrência das manifestações programadas para esta tarde, que irão reivindicar melhorias para a cidade, tais como tarifas de transporte público, não à corrupção, melhorias na saúde, entre outras.

A medida é preventiva caso ocorram incidentes nas proximidades do centro da cidade. A concentração da manifestação será na Praça da Bandeira e rumores dão conta que os manifestantes irão paralisar a ponte Presidente Dutra. (Blog do Geraldo José)

Começa hoje o São João do Vale

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A lua de mel acabou

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Por Terezinha Nunes,jornalista e deputada estadual

Apesar dos altos índices de popularidade – em grande parte garantidos pela política de transferência de renda e pelo bom momento da economia – a presidente Dilma Rousseff vem convivendo em sua administração com uma equação difícil de fechar: em todas as pesquisas realizadas, ao mesmo tempo em que aprovam a forma de administrar da presidente, os brasileiros dizem que não estão satisfeitos com o desempenho do governo em três pilares fundamentais na vida de qualquer país: educação, saúde e segurança.

Na pesquisa mais recente, a do Ibope, divulgada esta quarta-feira mas realizada antes das manifestações que tomam conta do Brasil, enquanto 71% dos entrevistados afirmavam que aprovam a presidente ( em março o percentual era de 79%) caia para 55% o percentual dos que aprovam o seu governo ( em março este índice era de 63%).

Há hoje, por exemplo, uma diferença de 16 pontos percentuais na cabeça da população entre Dilma e sua administração. Ou seja, na percepção dessas pessoas, Dilma é melhor do que seu governo, como se fosse possível separar a criatura do criador.

A diferença entre as duas variáveis é tão patente que, na mesma pesquisa do Ibope, a primeira da série do instituto que aponta um declínio na imagem da presidente e do seu governo, caíram exatos 8 pontos percentuais a avaliação de Dilma, em particular, e a do seu governo, no geral, embora, como mostrado acima, em patamares diferenciados.

Esquecendo a questão da educação, saúde e segurança, todos muito mal avaliados na mesma pesquisa, é patente a reclamação geral, de norte a sul do país, à respeito dos buracos nas estradas, do caos nos portos e aeroportos , dos transportes urbanos e da corrupção – só para ficar nesses.

Por que o povo vem ou vinha conseguindo separar Dilma de tudo isso? Só há uma explicação plausível: o bom desempenho da economia, herança, por sinal, que Lula e Dilma receberam do governo do ex-presidente Fernando Henrique.

Com o emprego em alta, a inflação controlada, e as bolsas permitindo o crescimento das classes B e C, o povo parecia anestesiado diante dos problemas graves de infraestrutura e de todos os demais apontados acima.

Portanto, em que pese o real motivo da explosão de manifestações por todas as capitais nesta semana, parece patente que a insatisfação maior é com o poder central – a presidência – e o estopim, a gota d´água, foi a volta da inflação – bem maior do que apontam os índices oficiais, pelo menos no que se refere ao básico que é o alimento – o crescimento do desemprego e, consequentemente, a desilusão.

“O Brasil acordou” – esta frase correu as redes sociais. É como se a classe média – majoritária nas manifestações – que vinha calada em suas insatisfações por causa do bolso cheio, e a classe baixa, que vinha também calada por conta das bolsas, tivessem acordado e olhado em volta.

A insatisfação coincidiu com a Copa e as notícias sobre os milhões gastos nos estádios quando as escolas estão em pandarecos, os hospitais idem e a violência cada vez maior.

Não se sabe até onde vai esta mobilização que, difusa, atinge também toda a classe política e agora se transforma em insatisfação generalizada contra os mensaleiros e os políticos corruptos em geral, a aprovação de leis que nada têm a ver com o que pensa a sociedade, as propinas, a impunidade dos criminosos de colarinho branco, etc.

O transporte público – que é um caos – foi apenas o estopim.

A verdade é que a lua-de-mel entre o Governo e a sociedade parece ter acabado e as curvas da popularidade de Dilma e do seu Governo – a não ser que algo de excepcional aconteça a curto ou médio prazo – tendem, cada vez mais, a se fundirem num mar de desaprovação.

Era uma vez um país…

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Era um país ‘-‘ Muito engraçado, ‘-‘ Faltava escola, ‘-‘ Sobrava estádio! ‘-‘ Governo vinha ‘-‘ Com enrolação ‘-‘ Quem discordava ‘-‘ “Ó o camburão!” ‘-‘ Cada pessoa ‘-‘ Tinha que ser burra, ‘-‘ Pois do contrário ‘-‘ Levava surra! ‘-‘ Ninguém podia ‘-‘ Protestar não, ‘-‘ Porque a PM ‘-‘ Sentava a mão! ‘-‘ Um belo dia ‘-‘ Tudo mudou, ‘-‘ Esse país ‘-‘ Enfim acordou! ‘-‘ O povo disse: ‘-‘ “Chega, não mais!” ‘-‘ Enfrentou balas ‘-‘ Suportou gás! ‘-‘ Não é apenas ‘-‘ Por vinte centavos,` ‘-‘ Pois do sistema ‘-‘ Somos escravos! ‘-‘ Lutemos pois, ‘-‘ Pela verdade ‘-‘ E conquistemos ‘-‘ A liberdade! ‘-‘ Seguindo vamos, ‘-‘ Todos unidos, ‘-‘ Sem depender ‘-‘ De podres partidos! ‘-‘ E o resultado ‘-‘ É que essa união ‘-‘ Pode acabar ‘-‘ Em REVOLUÇÃO!” ‘-

“O Vale Acordou”

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CARTA ABERTA

Nós, do Vale do São Francisco, reunidos pacificamente sob o nome O Vale Acordou, movimento de causa nacional pela luta dos direitos do povo brasileiro, organizado pela sociedade civil, viemos, através desta carta aberta, expor os motivos que nos levam às ruas em solidariedade ao movimento nacional contra o aumento das passagens que se iniciou em São Paulo.

Nossa luta se caracteriza pela pluralidade democrática de pensamentos e reflexões, reforçando o caráter apartidário dos nossos posicionamentos, mas que, em nenhum momento, determina algum tipo de impedimento da livre expressão de ideias por parte dos participantes desta ação, estamos em consonância com a movimentação nacional.

A partir de uma eleição simples, realizada no dia 16/06 no parque Josepha Coelho em Petrolina, optamos por levantar na manifestação de hoje a bandeira da mobilidade urbana, enfocando o transporte público – tão deficitário e insipiente na região do Vale do São Francisco.

Na temática da mobilidade urbana, identificamos brevemente situações de com a qual a população do Vale é submetido cotidianamente e que são alvos de nosso primeiro ato. Acreditamos que a luta nacional e local pelo direito de ir e vir com dignidade é justa, válida e coerente com os valores democráticos do movimento O Vale Acordou, escolhendo essa como nossa primeira bandeira. Reivindicamos as seguintes pautas:

• Reativação dos Conselhos Municipais de Transporte;

• Audiências Públicas para discutir com a sociedade as questões inerentes ao Transporte Público, inclusive a necessidade do processo de licitação em Juazeiro;

• Adequação do itinerário e horário à utilidade pública com a inserção de horários no período da madrugada;

• Renovação e aumento da frota de ônibus coletivos;

• Implementação de políticas para a acessibilidade para passageiros com deficiência;

• Criação de ciclofaixas e políticas públicas eficientes para os ciclistas;

• Garantia da meia-entrada também nas barquinhas;

• Acesso às planilhas de custo com informações detalhadas dos valores, de receita e despesa, que legitimem o aumento da tarifa;

• Utilização de uma tarifa reduzida nos finais de semana;

• Ampliação do contingente de fiscalização da EPTTC e CMTT;

• Inclusão de transporte público para a Zona Rural, de forma regulamentada, tal qual na zona urbana, principalmente o trajeto para o distrito C-1, utilizado por quantidade expressiva de discentes da Univasf;

• Melhor infra-estrutura dos pontos de ônibus, inclusive com iluminação.

Deste modo, ressaltamos a importância deste nosso ato público, O Vale Acordou. Nossos questionamentos não se encerram com o debate sobre o transporte público, mas sim, irá continuar sob os demais direitos que nós, como povo brasileiro temos. Confirmarmos também, que diversas bandeiras e causas distintas se unem a nossa passeata pacífica. São elas: a questão da Educação; da Saúde Pública de qualidade; o acesso à Ilha do Fogo; a valorização das classes profissionais; a proteção da Fauna e da Flora do bioma da caatinga; o incentivo à Cultura e Ciência; o fim da corrupção.

Nossa luta é pelo povo e pela construção de um Vale e um Brasil mais justos e fraternos. Aqui termina nossa carta. Aqui começa nossa luta!

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Foto:Josélia Maria

Veja no facebook:www.facebook.com/joseliamariareporter

 

Movimentos revelam frustração dos cidadãos com as cidades

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Armando Monteiro diz que movimento deve levar políticos a fazer grande reflexão

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O senador Armando Monteiro falou ao programa Argumento, da TV Senado, sobre os protestos que têm tomado conta do País. Para ele, a mobilização revela o incômodo das pessoas com o caos instalado nas cidades, em especial com a questão do transporte público e da mobilidade urbana. “Este movimento expressa um estado crescente de insatisfação com o espaço de convivência das cidades”, diz.

Segundo Armando, os protestos também são fruto da ampliação do poder de renda de grande parte da população, que não foi acompanhado pela melhoria na qualidade dos serviços públicos. “As pessoas passaram a ter mais renda e, paradoxalmente, se sentem menos contempladas por este estado, perdendo a cada dia qualidade de vida”, analisa.

Outra leitura do senador é de que os movimentos revelam um sentimento dos cidadãos que não enxergam na agenda da classe política aquelas questões que afetam decisivamente as suas vidas. “Este movimento, e tudo aquilo o que ele expressa, deve levar os políticos a fazer uma grande reflexão”.

Por fim, Armando diz que a mobilização deve estimular a discussão em torno de uma agenda mais ampla e estruturante para o país, e não se resumir apenas a medidas pontuais.

Veja abaixo trechos da entrevista

Movimentos expressam crise nas cidades

É um movimento político na melhor acepção da palavra, lembrando sempre que a política tem esta coisa da polis, que tem uma relação com a convivência urbana. Veja que coisa curiosa. Na origem da palavra política você tem esta questão do cidadão e a cidade. Esta crise, a meu ver, é claramente urbana, que é magnificada exatamente por conta das carências e das disfuncionalidades das cidades. Cada dia as pessoas se incomodam mais com o caos que está se instalando nas cidades, e o transporte e a mobilidade são talvez as expressões mais inquietantes e de desconforto com este processo que hoje nós verificamos e assistimos nas cidades.

A agenda do Congresso e a falta de sintonia com a população

Eu acho que a agenda do Congresso e, muitas vezes, a agenda da classe política, não é muito percebida pela população. E isto talvez indique um certo afastamento, ou melhor dizendo, um certo sentimento do cidadão de que as questões reais, que afetam decisivamente as suas vidas não estão na agenda da classe política. E aí há um descolamento, mesmo quando os temas são de importância indiscutível, como estes temas da agenda federativa, sobretudo estes que dizem respeito à repartição da renda pública, no que diz respeito ao que toca aos municípios, aos Estados, e à própria União. Então eu acho que este movimento, e tudo aquilo que ele expressa, deve levar os políticos a fazer uma grande reflexão. 

Partidos não estão representados nos movimentos

Há um caráter novo nas manifestações, que não têm um líder que individualmente possa conduzir, não é o chamamento de um partido, não é propriamente uma pauta corporativa, que às vezes mobiliza. Não é uma manifestação sindical. É algo novo que brota da sociedade, e que tem nas redes sociais uma nova configuração. Que permite a auto-organização, a automobilização. Portanto, é algo novo, que nós precisamos entender.

Sociedade mais exigente

Mas eu acho é que na essência o que este movimento expressa é um estado crescente de insatisfação com o espaço de convivência das cidades. O transporte público se deteriorou. E o que é que curioso, as pessoas passaram a ter mais renda e, paradoxalmente, elas se sentem menos contempladas por este estado. E perdem a cada dia qualidade de vida. Portanto, aquele sonho das cidades, das pessoas que migraram, de que você pudesse ter acesso a uma vida melhor, a melhor oferta de serviço públicos, isto vem se frustrando crescentemente.

E na sociedade brasileira nós queimamos etapas. O automóvel no Brasil, que é o melhor exemplo do que seria a realização individual, a expressão da liberdade individual, conduziu as cidades a uma situação de colapso. Porque o Brasil, antes de se tornar um grande produtor e consumidor de automóveis, não foi capaz de criar um sistema de transporte coletivo minimamente desenvolvido. É sempre bom lembrar que Buenos Aires, na Argentina, tem quase 350 quilômetros desde a década de 30, de 40. Então veja como nós no Brasil descuidamos de um sistema de transportes que pudesse atender à demanda especialmente da grande população e da classe trabalhadora de uma maneira geral.

Então o que assistimos é uma situação de colapso. São pessoas que perdem seis horas dentro de um ônibus, às vezes em condições extremamente desconfortáveis, e que a partir daí se sentem diminuídos em sua cidadania. Ou seja, de que é que adiantou que eu pudesse ter mais renda, mais informação, maior acesso aos bens culturais, se eu não posso sequer me movimentar na minha cidade e poder ter uma vida minimamente confortável? Então eu acho que esta é a reflexão.

A reação do Poder Público

O meu temor é de que, como tem sido de hábito no Brasil, estas ações (sejam) meramente reativas e tópicas. Veja que quando ocorrem no Brasil desastres, catástrofes e ocorrências graves, há uma ação assistencial e depois você perde a agenda de caráter mais estruturante e permanente. O que eu acho é que nós devemos todos discutir hoje uma agenda séria no Brasil. Para discutir a questão do transporte coletivo, do transporte público no Brasil, e como preparar minimamente as cidades para que elas possam pelo menos ser um espaço razoável de convivência e que proporcione um mínimo de qualidade de vida às pessoas.

Esta agenda passa por uma discussão de recursos, pela desoneração do transporte coletivo, por um papel novo de regulação do Estado nesta área, que tem estabelecido um marco de regulação inadequado. Que atende à tarifa, mas não exige contrapartida à oferta de serviços de melhor qualidade. Que não acompanha, que não fiscaliza. E ao mesmo tempo algumas intervenções urbanas de caráter infraestrutural que nós precisamos realizar.

Portanto é uma agenda densa, é uma agenda complexa, não imaginem que nós vamos resolver topicamente com medidas de desoneração. E é preciso que a classe política saiba que nós podemos estar em uma situação limite.

Classe política precisa entender este fenômeno

Alguém já disse bem que aonde não chega a coragem das reformas, espreita a violência das revoluções. Portanto, este movimento, que no começo gerou perplexidade, nós não conseguimos entender no início.

Alguns quiseram até em um primeiro momento descredenciar, desqualificar, estes movimentos. Ao final eles se impuseram, porque traduzem firmemente uma manifestação de indignação, que têm conseguido dialogar com alguns setores da sociedade, e que por isto tem esta força mobilizadora. E que se expressam de uma forma nova. Por isto é que sobretudo  a classe política tem que ter a capacidade de entender este fenômeno.

Manifestação O VALE ACORDOU! acontece amanhã em Juazeiro e Petrolina

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O Vale Acordou! Esse é o nome do movimento que está mobilizando estudantes, movimentos culturais, representantes agrícolas, a população de modo geral, da região do Vale do São Francisco, que juntos lutam por melhores condições de saúde, transporte, educação e contra a corrupção que toma conta do país.

Diversos estados do Brasil estão juntos nessa luta e o Vale do São Francisco não podia ficar de fora. Amanhã às 15h, na Praça da Bandeira (Praça da Catedral), em Juazeiro haverá a concentração que pretende reunir milhares de pessoas, que seguirão em uma manifestação pacífica até cidade vizinha Petrolina.

O movimento reuniu muitos manifestantes nos dois primeiros encontros que aconteceram desde domingo (16), para a organização da mobilização, onde foram criadas várias coordenações como: segurança, estética, comunicação, saúde e mobilização. “Todas as ações necessárias foram tomadas para que nossa manifestação aconteça em paz, não queremos violência, nem a depredação do patrimônio pública, apenas queremos e vamos lutar pelos nossos direitos”, declara o coordenador de comunicação do protesto “O Vale acordou”, Fernando Silva.

Todos, jovens, adultos e idosos estão convidados para participar dessa manifestação que luta pelos direitos de todos nós.

Lossio inaugura transporte público de bicicletas em Petrolina

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A cidade de Petrolina avança quanto aos projetos para a preservação do meioambiente e mobilidade urbana. Na manhã de hoje (19), o prefeito municipal, Julio Lossio, juntamente com o secretário de Esportes, Brito Junior, o diretor-presidente da Empresa Petrolinense de Trânsito e Transporte Coletivo (EPTTC), Daniel Ferreira, inaugurou o mais novo transporte público não poluente do município, o PetroBike.

O sistema de bicicletas públicas é uma ação conjunta entre o governo municipal e a empresa Serttel/Samba, responsável por implantar e monitorar o transporte.

A população terá acesso ao sistema através de estações inteligentes conectadas a uma central de operações via wireless e distribuídas em pontos estratégicos do município como Orla I, Catedral, Ferroviária, Prefeitura Municipal, Orla II, Lorena, River Shopping, Júlio de Melo, Joaquim Nabuco, Integração. Nessas estações, as pessoas podem retirar uma bicicleta e devolvê-la no intervalo de 60 minutos, na mesma ou em outra estação.

Para utilizar os serviços basta que as pessoas liguem para o número 3862-1270, para ouvirem as informações sobre regras e tarifas, e efetuem o pagamento do aluguel no valor de R$ 5, através de cartão de crédito. Os usuários também podem se cadastrar pelo site www.petrobike.com e comprar o passe mensal, que custa R$ 10. Quem tem o cartão de Bilhetagem Eletrônica de Petrolina (BIP) também poderá alugar as bicicletas por R$ 10, com validade de um ano.

A bicicleta deve ser utilizada para viagens de até uma hora. Caso as pessoas necessitem utilizá-la por mais de uma hora, devem deixá-la nas estações por um prazo de 15 minutos. Aqueles que não fizerem esse procedimento pagarão multa de R$ 5 por cada hora excedente.

“Pretendemos com o Petro Bike diminuirmos os engarrafamentos no centro de Petrolina, além de contribuirmos com a preservação ambiental. Todas as peças que compõem as bicicletas são montadas exatamente para esse tipo de transporte, e isso dará mais comodidade para os usuários”, frisa o diretor-presidente da EPTTC, Daniel Ferreira.

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O prefeito Julio Lossio salientou os planos de estender o projeto PetroBike para outros pontos da cidade. “É muito mais cômodo ter uma bicicleta ao alcance de todos e por isso vamos expandir esse projeto para os bairros da cidade. Petrolina está recebendo um modelo moderno e já existente em outras cidades do país como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. A nossa proposta é fazermos com que as pessoas tenham mais mobilidade em nossa cidade”.