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Entenda por que a ação do Facebook ameaça Bolsonaro no Judiciário

Postado em 11 de julho de 2020 por Josélia Maria

Logo do Facebook é exibida em um telefone Foto: Johanna Geron / Reuters/2-12-2020

Logo do Facebook é exibida em um telefone Foto: Johanna Geron / Reuters/2-12-2020

Rede social excluiu 88 páginas e contas de usuários ligadas a assessores da família do presidente e de deputados do PSL

O Globo

A iniciativa do Facebook de excluir, na última quarta-feira, 88 páginas e contas de usuários ligadas a assessores da família Bolsonaro e de deputados do PSL pode ter consequências que extrapolam o ambiente das redes sociais. Desde que assumiu o governo, em janeiro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos estão atentos a três frentes de apuração envolvendo o Judiciário que os interessam: o caso da “rachadinha” envolvendo Fabrício Queiroz e o senador Flávio Bolsonaro; as oito ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que podem levar à cassação da chapa Bolsonaro e Hamilton Mourão; e o inquérito das fake news, tocado pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF).

No caso da rachadinha, se algum dia Bolsonaro fosse implicado no caso (hoje ele sequer é investigado), não haveria com o que se preocupar até 2022, quando o mandato chegará ao fim. Por ser presidente, ele não pode ser julgado por fatos que ocorreram antes de assumir o cargo.

Nos outros casos, contudo, há riscos de desdobramentos concretos para o presidente, sobretudo após a ação do Facebook. Entenda os motivos:

Ações no TSE

Das oito ações de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão que tramitam no TSE, quatro tratam de suposto uso de notícias falsas na campanha.

Essas ações investigam se a chapa vitoriosa foi beneficiada pela contratação de empresas de disparos de mensagens de WhatsApp em massa par atacar candidatos adversários e promover Bolsonaro.

Há uma tentativa do Partido dos Trabalhadores (PT) de que essas ações do TSE passem a considerar provas colhidas pelo Supremo no chamado “inquérito das fake news”. A sigla acredita que as informações podem ajudar a desvelar a existência da estrutura chamada de “Gabinete do Ódio”, um grupo dedicado a disseminar notícias falsas e ataques ofensivos a pessoas comuns, autoridades e instituições. Segundo depoimento prestado por um deputado federal cujo nome é mantido em sigilo, o grupo teria, entre seus principais integrantes, assessores especiais da Presidência da República.

Inquérito das fake news

Em maio, aliados e apoiadores de Bolsonaro tiveram equipamentos apreendidos pela Polícia Federal (PF) no inquérito que apura ataques e ofensas ao STF. Em junho, o mesmo procedimento foi adotado, também contra apoiadores do presidente.

O PSOL já pediu que o ministro Alexandre de Moraes inclua no inquérito as medidas tomadas pelo Facebook.

Inquérito contra atos antidemocráticos

A investigação mira organizadores de manifestações antidemocráticas nas ruas, mas também na internet. Nesse inquérito, já foram presos apoiadores do presidente Bolsonaro, como a extremista Sara Giromini e o blogueiro Oswaldo Eustáquio.

O grupo ao qual Sara pertence soltou fogos de artifício em direção ao STF, em junho, além de ter divulgado na internet vídeos atacando a Corte e outras instituições da República. A investigação também apura quem divulgou os atos.

Compartilhamento de provas

Nos dois inquéritos, apesar de serem alvos assessores próximos de Bolsonaro, não há comprovação de que os ataques eram comandados de dentro do Palácio do Planalto. Caso isso aconteça, a situação de Bolsonaro pode ficar mais complicada no TSE, já que as provas desses inquéritos podem ser compartilhadas com as açõesda corte eleitoral.

O acesso aos dados da apuração do Facebook também pode trazer novos elementos sobre conexão de personagens e indicar se houve uso de estrutura do Planalto para continuar disseminando informações através da plataforma. Ainda pode ser possível identificar se o assessor de Bolsonaro citado no relatório da rede social, Tércio Arnaud Thomaz, disparava mensagens a partir de seu gabinete na Presidência da República.

O que são perfis inautênticos

Na explicação para a remoção das 88 páginas e contas de usuário, o Facebook afirmou que a rede bolsonarista utilizou perfis “inautênticos” e com comportamento “coordenado”.

Para a plataforma, o fato de as contas ocultarem seus verdadeiros administradores para propagar conteúdos políticos feriu as regras de uso do serviço, uma vez que o público foi privado de compreender quem eram as pessoas que estavam transmitindo as mensagens a favor de Bolsonaro e contrárias aos opositores dele.

Também houve registro de utilização de contas duplicadas: mesmo quando elas continham a identificação do usuário, eram criadas múltiplas vezes, de diversas maneiras diferentes, passando a sensação de um discurso amplificado. Um dos casos envolvia uma única pessoa comandando sete perfis diferentes. Ainda chamou a atenção da plataforma a frequência com que as mesmas mensagens eram compartilhadas pelas páginas e contas, mostrando a existência de um esforço coordenado.





Coletiva 09/07/2020 | Data definida para retorno de jogos e serviços de alimentação e academias

Postado em 11 de julho de 2020 por Josélia Maria

André Longo, Bruno Schwambach e Rodrigo Novaes respectivamente secretários de Saúde, Desenvolvimento Econômico e Turismo de Pernambuco, explicam novos detalhes do plano de convivência com a Covid-19.





“Inovar para cuidar”, diz José Patriota sobre enfrentar a pandemia e seus efeitos

Postado em 11 de julho de 2020 por Josélia Maria

Discutir os desafios dos municípios durante e no pós-pandemia. Este foi o objetivo principal da 4ª edição da série Pandemia e Sociedade, realizada pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), por videoconferência ontem, 10/07, que reuniu o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, o assessor especial do Ministério da Mulher, da Família, e dos Direitos Humanos, Henrique Villa e o coordenador do Núcleo de Inovação Social em Políticas Públicas da Fundaj, Sérgio Kelner, mediador do debate.

Os gestores dos municípios pernambucanos enfrentam um desafio diário, devido à crise causada pelo coronavírus, em três importantes frentes: saúde, educação e na área socioeconômica. Representando também a Confederação Nacional de Municípios (CNM), José Patriota, afirmou que não há respostas prontas para tudo isso que estamos vivendo, mas “há oportunidade para inovar, reinventar e buscar caminhos”.

Segundo o gestor, é impossível inovar sem deixar de lado o aspecto econômico. “O  diagnóstico econômico é imprescindível para a inovação. Os números mostram quedas de receitas impactantes. A expectativa de perda de arrecadação está na faixa dos R$ 74 bilhões, ao mesmo tempo em que a demanda da população aumenta. A reforma tributária, no pós-pandemia, deve vir considerando todas essas mudanças, principalmente no tocante à divisão da arrecadação”, enfatizou.

Patriota demonstrou cuidado acerca dos novos gestores que tomarão posse após as eleições municipais, remarcadas para 15 de novembro. A CNM e a Amupe, promovem a nível nacional e estadual, respectivamente, seminários de apresentação e capacitação dos novos gestores municipais. “É importante conversar e mostrar a cada prefeito o trabalho pesado que lhe espera. Ai lembramos que devemos voltar ao debate da profissionalização da gestão pública”, salientou o prefeito.

Que completou a fala, ao destacar como imprescindível o trabalho conjunto de cada poder e ente federativo para superarmos a crise. “Não sabemos se a União vai ter condições de manter tudo isso em ordem por muito tempo, mas precisamos que a colaboração entre os entes federativos seja de forma constante e permanente. Na perspectiva dos municípios, o partilhamento da co-governança é primordial, a exemplo dos consórcios, traz economia e padronização. É fundamental a educação em todas as suas dimensões, ao lado da reinvenção da economia. A economia criativa, os novos serviços e a produtividade, como gerar renda e como ser competitivo no mercado com os pequenos. A gente não precisa de extremos, a gente precisa de cuidados”, completou José Patriota.

O coordenador do Núcleo de Inovação Social em Políticas Públicas da Fundaj, Sérgio Kelner, afirmou que o “novo normal” da economia precisa ser pensado com muita responsabilidade. Segundo ele, “acredito que nós vamos enfrentar um período de transformações nas relações entre a produção e o consumo que vai gerar desemprego estrutural e, possivelmente, vai diminuir significamente a capacidade das pessoas não qualificadas de buscar emprego e, consequentemente, amplia a pressão sobre o Estado. E essas condições acabam se acentuando nos pequenos municípios”.

O o assessor especial do Ministério da Mulher, da Família, e dos Direitos Humanos, Henrique Villa elencou três dimensões que não podem ser esquecidas no pós-covid para o desenvolver os municípios. “A primeira é seguir a Agenda 2030, com os seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS); o segundo ponto é a questão do desenvolvimento regional, pois não há possibilidade de sobrevivência de municípios pequenos no pós-pandemia sem cooperação, integração e diálogo, e os consórcios municipais, elencados pelo prefeito Patriota, são instrumentos fundamentais da institucionalização desse processo. E por último a inovação social, o olhar para as demandas que surgirão da população que são fundamentais para a sobrevivência delas.”, concluiu.





Brasil tem mais de 70 mil mortos e 1,8 milhão de infectados pela covid-19

Postado em 11 de julho de 2020 por Josélia Maria

Por quatro dias consecutivos, o País contabilizou mais de 1,1 mortes e mais de 40 mil novos casos confirmados da doença no período de 24 horas

  • Sandy Oliveira, O Estado de S.Paulo
Coveiros realizam o enterro de uma pessoa que morreu pelo coronavírus, no cemitério de Vila Formosa, em São Paulo.

Coveiros realizam o enterro de uma pessoa que morreu pelo coronavírus, no cemitério de Vila Formosa, em São Paulo. Foto: Victor Moriyama/The New York Times

Há 55 dias sem Ministro da Saúde, o Brasil ultrapassou as 70 mil mortes pelo novo coronavírus nesta sexta-feira, 10. Foram 1.270 novos óbitos nas últimas 24h, totalizando 70.524 vidas perdidas pela covid-19, de acordo com o levantamento conjunto feito pelos veículos de comunicação Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL. Há quase um mês, no dia 11 de junho, o País alcançava a marca de 40 mil mortes.

O único outro país do mundo a ter superado a marca de 70 mil mortes foi os Estados Unidos, em 6 de maio, quando atingiu 70.802 óbitos pela doença, segundo dados do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC). 

Hoje os EUA contabilizam mais de 3,1 milhões de infecções confirmadas e 133 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. O Brasil vem na sequência em números absolutos como nação mais atingida pela pandemia.

Por quatro dias consecutivos, o País contabilizou mais de 1,1 mortes e mais de 40 mil novos casos confirmados da doença no período de 24 horas: foram 45.235 de ontem para hoje e agora já são 1.804.338 pessoas contaminadas. A covid-19 já chegou a 96,4% dos municípios (5.371) e o percentual de cidades com mortos é de 51%, segundo dados do Ministério da Saúde. 

Liderando o ranking brasileiro de mortes e casos, São Paulo acumula 17.442 mortes pela covid-19 e 359.110 casos confirmados da doença. Nas últimas 24 horas, foram 9.395 novas infecções e  324 óbitos a mais desde quinta-feira.

Além de São Paulo, outros 12 estados já ultrapassaram a marca de mil mortes pela covid-19. O estado do Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos, com 11.280 vítimas da doença. Em seguida estão: Ceará (6.777), Pernambuco (5.482), Pará (5.224), Amazonas (3.008), Maranhão (2.392), Bahia (2.383), Espírito Santo (1.967), Rio Grande do Norte (1.356), Alagoas (1.246) e Paraíba (1.229).

O Estado do Rio Grande do Sul, que ontem havia feito registrado com 45 óbitos, hoje aumentou esse dado com 49 mortes. No Paraná, foram 50 óbitos contabilizados no último balanço, número maior que o dia anterior (34 mortes). Em Santa Catarina, o boletim indicou 12 novas vítimas da covid-19 nas últimas 24 horas. 

No País, o maior pico de novos casos de coronavírus foi registrado no dia 19 de junho, quando o país confirmou 55.209 novos infectados pela doença.

As pessoas esperam na fila em frente a um banco, no bairro Ceilandia, em Brasília.
As pessoas esperam na fila em frente a um banco, no bairro Ceilandia, em Brasília.  Foto: REUTERS/Adriano Machado

Consórcio de veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação, que uniram forças para coletar junto às secretarias estaduais de Saúde e divulgar os números totais de mortos e contaminados. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia.

O órgão informou, no início da noite desta sexta-feira, que o Brasil contabilizou 1.214 óbitos e mais 45.048 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Com isso, segundo o Ministério da Saúde, no total são 1.800.827 mortes e 70.398 casos confirmados pelo coronavírus. O número é diferente do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.





Hemoba promove ‘Sabadão Solidário’ para abastecer estoque crítico de sangue

Postado em 10 de julho de 2020 por Josélia Maria

A Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) promove, neste sábado (11), das 7h30 às 16h, o ‘Sabadão Solidário’, na sede as Hemoba, localizada na Ladeira do Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. O funcionamento da coleta em horário estendido tem como objetivo mobilizar a sociedade para abastecer o estoque de sangue que está em nível crítico, para os tipos A+, A-, O-, O+ B+ e AB+.

O diretor geral da instituição, Fernando Araújo, conta que embora a Hemoba tenha adotado diversas estratégias de captação de doadores durante a pandemia, o estoque de sangue permanece instável. “Estamos indo aos condomínios residenciais, mobilizando os doadores fidelizados, porém, desde o início da pandemia, o estoque está variando em níveis críticos e de alerta. Essa posição muda de acordo com os pedidos dos hospitais e unidades de saúde. Por isso, convido a população, quem está bem de saúde, para comparecer a este ‘Sabadão Solidário’ e nos ajudar a reverter essa realidade. Todos os tipos sanguíneos são importantes”, pontua o diretor.​​

A Hemoba está atendendo os voluntários de forma espontânea, por ordem de chegada, mas orienta que o doador compareça de forma sistematizada. Para agendar um horário para doação é preciso preencher um formulário no site da Hemoba, enviar um e-mail para horamarcada@hemoba.ba.gov.br ou ligar diretamente para (71) 3116-5643.​​

Recomendações​​Doar sangue é simples, rápido e seguro. O organismo repõe o volume de sangue doado nas primeiras 24 horas após a doação. Todo o material utilizado na coleta é descartável, o que elimina qualquer risco de contaminação para o doador.​​

Para doar sangue, o voluntário deve estar em boas condições de saúde, sem sintomas respiratórios, pesar acima de 50 quilos, sendo necessário estar bem alimentado, tendo, preferencialmente, ingerido alimentos sem gordura. O doador precisa ter entre 16 e 69 anos de idade (menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal e, por causa da pandemia, os idosos devem permanecer em casa) e apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo o território nacional.​​

Serviço:

​​Sabadão Solidário​​

Onde: Sede da Hemoba, na Ladeira do Hospital Geral do Estado (HGE) – Vasco da Gama​​

Quando: 11 de julho (sábado), das 7h30 às 16h​





CONFEDERAÇÃO DAS MULHERES DO BRASIL ENVIA MENSAGEM DE APOIO A BLOGUEIRA

Postado em 10 de julho de 2020 por Josélia Maria


Publicado por Joselia Maria em Sexta-feira, 10 de julho de 2020




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Postado em 10 de julho de 2020 por Josélia Maria





Regiões Sul e Extremo-Sul da Bahia abrem 55 novos leitos para Covid-19 nesta sexta (10)

Postado em 10 de julho de 2020 por Josélia Maria

Cinquenta e cinco novos leitos dedicados ao atendimento de pacientes com coronavírus (Covid-19), sendo 35 de Terapia Intensiva, foram abertos pelo secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, nesta sexta-feira (10), nas cidades de Eunápolis e Ilhéus. Os leitos fortalecerão a rede assistencial nas regiões Sul e Extremo-Sul.

De acordo com o secretário, “os leitos de Ilhéus estarão disponíveis para receber pacientes a partir de amanhã (11), enquanto a unidade de Eunápolis, inicia os atendimentos na próxima segunda-feira (13). O governador Rui Costa, ao lado de diversos prefeitos, tem feito um esforço enorme para ampliar e descentralizar o atendimento aos pacientes mais graves com o diagnóstico positivo para coronavírus. Desde o início da pandemia na Bahia, foram abertos mais de 2.300 leitos em todo o estado”, afirma Vilas-Boas.

O Governo do Estado investirá mais de R$ 8 milhões para assegurar 40 leitos no Hospital das Clínicas de Eunápolis, sob gestão municipal, sendo 20 de UTI, dedicados à Covid-19. Esse montante refere-se ao período de vigência total do contrato, que é de seis meses. Em Ilhéus, os 15 novos leitos de Terapia Intensiva estão localizados no Centro de Convenções do município e no Hospital São José.

Expectativa

Nos próximos dias serão entregues 60 novos leitos de Terapia Intensiva no interior da Bahia, todos exclusivos para o atendimento a pacientes graves de Covid-19. Já na próxima semana, em Feira de Santana, o Hospital Geral Clériston Andrade-2 será inaugurado com 40 leitos de UTI. Em Jequié, o Hospital Geral Prado Valadares também abrirá dez novos leitos de UTI e na Santa Casa de Valença, mais 30 leitos, sendo 10 de UTI.