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Prefeito Paulo Bomfim prestigia inauguração de fábrica de processamento de óleos

Postado em 16 de julho de 2018 por Josélia Maria

O Grupo Icofort Agroindustrial inaugurou oficialmente, com a presença do prefeito Paulo Bomfim, na tarde desta sexta-feira (13), a mais moderna planta industrial de processamento de óleos vegetais e produção de margarina e gordura vegetal da Região Nordeste. Com a nova fábrica em seu parque industrial em Juazeiro, a empresa passa a gerar 1.700 empregos, sendo 500 diretos e 1.200 indiretos, distribuídos entre as unidades de Juazeiro e da cidade Luís Eduardo Magalhães.

A inauguração da nova fábrica mostra que Juazeiro vem conseguindo driblar a crise, continua no rumo do desenvolvimento e tem motivos de sobra para comemorar os seus 140 anos de elevação à categoria de cidade. Acompanhado de integrantes da sua equipe de governo o prefeito Paulo Bomfim prestigiou a inauguração da nova fábrica e não escondeu a alegria ao destacar que todo o trabalho desenvolvido pela gestão municipal vem fazendo com que as empresas confiem no desenvolvimento e no potencial econômico que Juazeiro tem.

“Juazeiro hoje é uma cidade pujante. Estamos dando continuidade ao trabalho de planejamento e parcerias estratégicas, iniciado pelo ex-prefeito Isaac Carvalho que credencia o município para receber os mais variados investimentos. Sabemos receber, temos potencial de crescimento, por isso continuamos atraindo novos investimentos para o município, mesmo com a crise que afeta a todos. O investimento do grupo Icofort em Juazeiro significa a ampliação da geração de emprego e renda para nossa população, expansão do comércio interno na nossa cidade e comprova que o trabalho desenvolvido por nossa gestão está dando certo”, disse o chefe do executivo.

O presidente do Grupo Icofort, Décio Barreto Junior conta que apesar da origem cearense o Grupo Icofort optou por Juazeiro para investir nas novas instalações devido a sua localização e aos incentivos fiscais dos governos estadual e municipal.   “Iniciamos as atividades em Juazeiro em 1999 quando inauguramos a primeira unidade no Vale do São Francisco, empregando poucos funcionários. Em 2005 inauguramos a segunda unidade, que é a refinaria de óleos vegetais, onde foi investido um capital no valor de R$ 10 milhões e hoje, inauguramos uma terceira unidade, onde estão sendo investidos R$ 30 milhões”, observa Luis Fernando.

O titular da Agência de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária de Juazeiro (ADEAP) Tiano Félix, enfatiza que “toda grande empresa para se instalar faz um diagnóstico do potencial do lugar da instalação dos empreendimentos e, se optaram por Juazeiro é porque foi comprovado e os investidores acreditam no desenvolvimento econômico da cidade. Importante frisar que o impacto positivo gerado pela ampliação da Icofort vai além da geração de empregos diretos, mas impacta também em todas as outras atividades que dão suporte a sua produção e logística”, afirma Tiano Félix.

Para o presidente da Associação de Empresas do Distrito Industrial do São Francisco (AEDISF) Nilton Sampaio, o investimento do Grupo Icofort na ampliação da estrutura em Juazeiro mostra que crise se vence com trabalho. “A nova unidade inaugurada hoje vem comprovar que não podemos cruzar os braços e esperar a crise passar, precisamos trabalhar para buscar alternativas e continuar firmes no mercado. O Grupo Icofort é um parceiro forte da AEDISF e vem acreditando no mercado local” declara Sampaio.

Grupo Icofort – O novo parque industrial, localizado no Vale do São Francisco, já entrou em operação e somado às outras unidades, de Juazeiro e Luís Eduardo Magalhães, possuem 282,5 mil m² de área. Líder no Nordeste em processamento de caroço de algodão (transformando em óleos, línter, torta e farelo animal), a nova fábrica dá fôlego ao projeto de expansão da participação no mercado food service brasileiro com seus óleos especiais, margarinas livres de gordura hidrogenada e gorduras vegetais.

Por safra, o parque fabril da Icofort pode processar até 240 mil toneladas de caroço de algodão, mais de 3 milhões de sacas de ingredientes para nutrição animal, mais de 1 milhão de caixas de óleo comestível, 7 mil toneladas de línter, 30 mil toneladas de óleo bruto de algodão e 60 mil toneladas de óleo refinado a granel. De acordo com dados da empresa, desde 2000, ano de sua fundação, a Icofort já forneceu mais de dois milhões de caixas de óleo ao mercado e seis milhões de sacas de ingredientes para nutrição animal.




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Financiamentos ajudam artesãos a vender mais na Feneart

Postado em 16 de julho de 2018 por Josélia Maria

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Os 220 artesãos que obtiveram linhas de financiamento para investir na ampliação da produção de artigos para exposição na 19ª edição da Feira Nacional de Negócios e Artesanato (Fenearte) estão comemorando os resultados obtidos nos 10 dias do evento que encerrou domingo. Para eles, as vendas foram maiores do que as do ano passado, superando, assim, as suas expectativas.

A artesã Neuza Maria, de Tacaratu, era só elogios em relação aos negócios realizados. “Faço redes, mantas e tapetes, com fios de algodão. Já participo da Fenearte há 19 anos. Este ano conseguimos obter financiamento da Agência Fomento do Estado de Pernambuco – Agefepe para aquisição de matéria-prima. Isso nos deu poder de compra junto aos fornecedores o que nos ajudou a reduzir o preço para os clientes. Já vendi quase tudo”, revelou entusiasmada.

Assim como Neuza Maria, outros 219 artesãos do Estado, que participaram da Feneart, também tiveram acesso a financiamentos da Agefepe para ampliar a produção. Foram aprovados créditos no valor total de R$ 700 mil reais. Os recursos foram utilizados para compra de matérias-primas e também na aquisição do estande na feira.

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Maria Arraes que trabalha com bordados em tecido no município de Petrolina, por exemplo, obteve um empréstimo de R$ 5 mil para pagar em 12 vezes. “Já tirei vários financiamentos na Agefepe e mais uma vez me ajudou bastante pois teve papel fundamental no meu sucesso na Feira”, disse a artesã que na manhã do domingo já havia vendido quase toda a produção.

Na opinião de Viviane Locatelli, que produz assessórios como brincos, colares e pulseiras com fibras de coco em Porto de Galinhas, o acesso à linhas de financiamento é fundamental para o artesão. “Quando estamos no período de ‘entressafra’ o crédito viabiliza capital de giro para manter o negócio”.

Participante da Fenearte há 18 anos, Fátima Lessa, de São José da Coroa Grande, que cria brinquedos educativos em corino, revela que conta com o suporte das linhas de crédito há 3 anos. “Este ano foi muito bom. Obtive empréstimo de R$ 15 mil, dividi em poucas vezes e estou bastante satisfeita com o atendimento e com a rapidez. Eles entendem as dificuldades dos artesãos e sabem da necessidade da celeridade”, afirmou.

 Criada em 2011 com o propósito apoiar principalmente micros, pequenos e médios empresários, a Agefepe é um órgão do Governo Estadual vinculado à Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação (SEMPETQ). “Seguindo as diretrizes do Governo Paulo Câmara, nós buscamos dar apoio ao empresariado de Pernambuco no esforço de modernização e inovação da produção, além de estimular a geração de emprego e renda, além da descentralização da economia”, afirmou Emanuel Rocha, presidente da Agência. Serviço: Agefepe: 81 3183.7450.




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Seminário da Caprinovinocultura denuncia em carta aberta ameaças ao modo tradicional de criar caprinos e ovinos

Postado em 16 de julho de 2018 por Josélia Maria

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Caprinovinocultura Tradicional do Semiárido Brasileiro X Caprinovinocultura de Granja

Esta carta tem por objetivo fomentar o debate sobre os modelos no tocante à caprinovinocultura no Semiárido. Este documento também objetiva propor saídas para a resolução dos problemas decorrentes desse embate.

As cabras e ovelhas, animais trazidos para o Brasil pelos colonizadores europeus, serviram inicialmente para o fornecimento de carne e leite para as famílias dos vaqueiros e escravos, bem como a pele servia para diversos usos. Daquela época até hoje o Semiárido mudou muito, a população aumentou gradativamente, surgiram as cercas, as mineradoras e outros grandes empreendimentos. O povo também mudou, entendeu a necessidade de conhecer mais o Semiárido e suas especificidades. E não foi só o povo que mudou. Cabras e ovelhas sofreram muito para conseguir sobreviver em nossa região, com clima e vegetação diferentes às suas origens, mas se adaptaram através de um processo que iniciou há quase cinco séculos. Os animais foram ficando mais resistentes às limitações impostas pelo Semiárido, em um processo longo, que certamente seria dificultado pelas atuais condições climáticas, tendo em vista as mudanças provocadas pela ação da humanidade.

Ao tempo em que os animais passavam por um processo natural de melhoria genética, as famílias da região desenvolveram métodos de criação que possibilitam a viabilidade socioeconômica da caprinovinocultura e a preservação ambiental das Caatingas. Hoje criadoras/es da região semiárida passam por um processo de aprendizado e aperfeiçoamento do armazenamento de água e alimento para a criação.

O Semiárido Brasileiro é uma região propícia a criação de cabras e ovelhas. A atividade é realizada principalmente com base em um modo tradicional, que respeita o ambiente, é socialmente justo e potencializa a produção, especialmente pelo uso de áreas coletivas, garantindo alimentação de qualidade, o que dá à carne dos animais da nossa região um sabor característico.

Essa produção, mesmo com tal importância socioeconômica, cultural e ambiental, encontra-se ameaçada por grupos empresariais que pretendem instalar no Território Sertão do São Francisco – TSSF um sistema o qual podemos chamar de caprinovinocultura de granja. A proposta trata-se de um modelo insustentável por vários motivos, onde os animais são criados no sistema intensivo,enquanto criadoras/es tornam-se meros escravos da produção, que obrigatoriamente seria destinada a grandes empresas da região, envolvendo nesse processo a obrigatoriedade de um pacote para aquelas/es que aderirem a esse formato.

Há cerca de seis anos, o Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada – Irpaa publicou uma carta que denunciou as ameaças à caprinovinocultura tradicional, imposta por grupos empresariais que pretendem dominar os sistemas produtivos relacionados à criação de caprinos e ovinos.

A falta de incentivos à agricultura familiar provoca a chegada desses grupos de empresários que parecem não se importar com a preservação da Caatinga e do modo de vida do povo sertanejo. O sistema produtivo da caprinovinocultura tradicional precisa ser incentivado, pois é o principal meio para o sustento das famílias no Semiárido.

As/Os produtoras/es enfrentam diariamente problemas com a legislação e fiscalização sanitária inadequadas, áreas muito pequenas para a criação de animais (problema afetado pela titulação de pequenas áreas individuais, ao invés de áreas coletivas de Fundo de Pasto), dificuldade de sanidade animal, bem como de garantia de reserva hídrica e alimentar.

Este documento foi aprovado durante o Seminário Regional da Caprinovinocultura no Semiárido Baiano, realizado na cidade de Juazeiro, nos dias 12 e 13 de julho, durante a XVII Feira Nacional da Agricultura Irrigada – Fenagri. O seminário é resultado de um processo de dois anos de realização de audiências públicas sobre a criação de caprinos e ovinos nos dez municípios do TSSF.

As demandas apontadas por criadoras/es durante audiências municipais, serviram como base para a realização deste seminário.

Diante do crescimento contínuo das ameaças aos povos caatingueiros, às Caatingas e à caprinovinocultura tradicional, entendemos que é hora de o governo agir. Para isso, nós, participantes do Seminário propomos algumas ações que, se realizadas com compromisso, podem gerar ótimos resultados econômicos, sociais e ambientais:

– implantação de áreas coletivas de produção de forragens;

– garantia de assessoria técnica adequada às diversas realidades (climáticas, sociais, dimensionaisetc.)

– criação de pequenas plantas para locais de abate, levando em conta, inclusive, a dispensa dos custos fiscais do processo de implantação de empreendimentos familiares;

– legislação e práticas de fiscalização que respeitem os costumes do povo, sem perder de vista asegurança alimentar dos produtos comercializados;

– implementação de ações de fiscalização com caráter menos punitivo e mais educativo;

– formação com as equipes de fiscalização sobre agricultura familiar, costumes e produção;

– garantia de uma educação que fortaleça a caprinovinocultura tradicional;

– incentivo à pesquisa voltada para a caprinovinocultura no sistema agroecológico da agricultura familiar e dos povos e comunidades tradicionais;

– avaliação e, caso haja viabilidade, implantação abatedouros móveis;

– ampliação dos programas que permitem o acesso a tecnologias de captação e armazenamento da água de chuva;

– suspensão de novas fiscalizações sanitárias por conta da Adab, enquanto o estado não facilitar a instalação de estruturas adequadas de beneficiamento da produção;

– estruturação das feiras para venda de animais;

– estruturação de espaços para comercialização de carne processada (Ceasa e outros mercados)

– Compromisso dos municípios em instituir o Serviço de Inspeção Municipal e/ou territorial

Assinam a carta as/os participantes do Seminário Regional da Caprinovinocultura no Semiárido Baiano

Juazeiro (BA), 13 de julho de 2018




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ADEUS SEU JOÃO CARPINA

Postado em 16 de julho de 2018 por Josélia Maria

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Foi com muita tristeza que recebi a  notícia do falecimento do nosso querido amigo, meu eterno vizinho, Seu João Carpina (o  Major que Belém do São Francisco respeita). Ele parte deixando-nos muitas lições de amor, amizade,  ética e humanidade.

Hoje digo adeus a uma pessoa maravilhosa que encheu  nossas vidas de  alegria. Sua marca jamais será apagada, passe o tempo que passar, e a saudade para sempre fará parte da nossa vida. Esta é uma despedida triste, mas é também um momento para recordarmos com amor uma pessoa muito especial .

Quero externar meus sinceros sentimentos  aos seus filhos : professora Rosa Maria Silva, (CESVASF), Jocélio, Zezé, Tida, Piu,Rosangela, Risoneide, Sandra e Jailson; aos netos ,bisnetos, genros, noras  e a todos os familiares pela  “viagem ao Reino Celestial”do nosso querido “Seu João de Rosali”.

Adeus, meu amigo João Carpina, que sua alma descanse em paz!

Um beijo carinhoso da sempre vizinha, amiga, sobrinha , pessoa que sempre te respeitou e admirou,

Josélia Maria




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FOTOS EM SANTA MARIA DA BOA VISTA

Postado em 15 de julho de 2018 por Josélia Maria

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Edson, Neguinha e filhos (Farmácia Nunes), Marizete Fonseca (Boticário e Use Calçados)

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Roberto Guimarães

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Dona Luiza e família

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Jefferson

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Vereadora Ana Graciliano

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Poeta Clênio Sandes

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Jornalista Dadau Barbosa, Marizete Fonseca (Boticário)

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MULTIDÃO LOTA ORLA DE SANTA MARIA DA BOA VISTA NA ÚLTIMA NOITE DA SERENATA DA RECORDAÇÃO

Postado em 15 de julho de 2018 por Josélia Maria

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O último dia da Serenata da Recordação em Santa Maria da Boa Vista foi marcado com show da cantora  Fafá de Belém , que fez o público vibrar e se emocionar com  músicas como “Tortura de Amor” de Waldick Soriano “Hoje que a noite está calma…” ; “Toda Forma de Amor” de Sambô , “Vermelho” da sua autoria ,entre outros sucessos .

As ruas do sítio histórico de Boa Vista, ficaram  lotadas com pessoas de  cidades vizinhas, de outros estados e até de outros países . Muitos vinheram  pela primeira vez conhecer a festa que é tradicional e faz parte do calendário turístico e cultural da cidade sertaneja.

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SANTA MARIA DA BOA VISTA EM FESTA : 19ª SERENATA DA RECORDAÇÃO

Postado em 14 de julho de 2018 por Josélia Maria

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Convido você para um passeio no cenário da 19ª Serenata da Recordação na cidade de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco.

Visitantes e turistas de toda a região, atraídos pela beleza da festa e pelo tradicionalismo do evento musical, cultural e artístico, se misturam com os moradores da terra.

A ´Serenata da Recordação` é um dos espetáculos mais bonitos de toda a região. Uma festa que não separa, pelo contrário, une a todos, no canto e na emoção com mais de 50 seresteiros que saem as ruas da cidade antiga para rememorar canções e romantismo, tocados pelos instrumentos musicais e cantados na maior altura possível por tantas vozes que acompanham a passeata dos seresteiros ampliadas também pelos que ficam nas calçadas e nas ruas a espera da passagem dos cantadores uníssonos.

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A  noite a cidade fica pequena para receber os amantes da boa música. Seresteiros cantam e encantam com belas canções .

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O ponto alto nesta sábado (14) será o show da cantora Fafá de Belém na orla da cidade.

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Casario antigo

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Nova concepção do Mercado do Produtor é debatida em seminário da Fenagri 2018

Postado em 14 de julho de 2018 por Josélia Maria

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O Mercado do Produtor de Juazeiro – BA foi um dos temas dominantes no terceiro dia da 27ª Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri), que vem movimentando o município desde a última quarta-feira (11). A modernização e ampliação deste que é considerado o quinto maior entreposto comercial do Norte/Nordeste, marcou a programação do seminário ‘Projetos de Infraestrutura – Entrepostos de Abastecimento’, realizado nas dependências do Centro de Excelência em Fruticultura do Senar.

De acordo com Voldi Silva Alves, assessor de Planejamento e Parcerias Estratégicas do município e um dos coordenadores da feira, uma das propostas do seminário foi discutir um novo modelo para o entreposto de Juazeiro. “Até o final do ano apresentaremos uma nova planta, baseada nas PPPs”, garantiu.

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Durante toda a tarde, cinco palestrantes convidados apresentaram ainda temas como o panorama dos entrepostos comerciais no Brasil, estudos de qualidade por região e potenciais de mercado.

A mestre em Direito Público e professora da Escuela de Organizacion Industrial (EOI) de Madri, Flávia Accioly, iniciou o ciclo de palestras falando sobre as PPPs e Concessões com propostas para ampliar a aplicação aos estados e municípios. Depois foi a vez de Altivo Roberto Cunha, engenheiro agrônomo e doutor em Economia, que trouxe o tema ‘Mercados de 4ª Geração’.

O diretor presidente do Grupo JAP e da Brazilfruit, James Andrade, mostrou a experiência de gestão privada vivenciada em Teresina com a nova Ceasa da capital do Piauí.  E na sequência, o presidente da Brastece, Waldir Lemos, encerrou o seminário falando sobre o futuro das Ceasas no Brasil.

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Sábado (14)

Apresentando uma grade técnico científica e com exposição de produtos e tecnologias, a Fenagri 2018 continua neste sábado (14). A partir das 8h, no Juá Garden Shopping, será ministrado o minicurso ‘Manejo de captação de águas de chuva’ e no período da tarde, a palestra ‘Terra e Territorialidade’. Durante o dia e a noite, expositores do Vale do São Francisco e do país apresentam o que tem de novidade no segmento agrícola.

A Grade

Considerada a maior feira do setor na América Latina, a Fenagri acontece no Juá Garden, no Centro de Excelência em Fruticultura do SENAR e na UNEB. Fóruns, minicursos, seminários, palestras, visitas técnicas, feiras de negócios e da agricultura familiar fazem parte da programação. Segundo a prefeitura até a noite deste sábado 40 mil pessoas devem passar pelo evento, que este ano estima superar o movimento de R$ 5 milhões em negócios alcançados na edição anterior.




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