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Com evento para todos os colaboradores, Cemafauna Caatinga celebra seus 10 anos de existência

Postado em 4 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

Rememorando o início das ações com exibição de fotos e vídeo, além da realização de muitas homenagens, na última sexta-feira, 30 de novembro, o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna Caatinga) celebrou seus 10 anos de existência com evento dedicado a seus mais de 100 colaboradores no hall do Museu de Fauna da Caatinga.

Emocionados, os coordenadores do projeto, os professores Luiz Cezar Pereira e Patricia Avello Nicola, falaram sobre o sonho vislumbrado em 2007 e que em 2008 se tornou realidade. Hoje, comemoram o sucesso de todas as ações já realizadas visando à conservação da fauna da caatinga, atuando no semiárido e agreste nordestino tendo já resgatado mais de 160 mil animais silvestres. “Nós sempre tivemos a vontade de ter um time. Quando recordamos que tudo isso começou com duas pessoas em apenas uma sala no antigo prédio da vacaria da universidade e hoje contamos com toda essa estrutura não somente física, mas de recursos humanos, todas essas pessoas desempenhando sua função, cada uma sendo muito importante para que o Cema conquistasse tudo que já alcançou até agora”, rememorou a coordenadora técnica Patricia Nicola.

Muito emocionado também, o coordenador geral, professor Luiz Cezar ressaltou como foi gratificante ter o projeto abraçado pelo Ministério da Integração na pessoa da coordenadora geral dos Programas Ambientais do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PISF), Elianeiva Odísio. “Quando nos reunimos com a Elianeiva em 2007 fomos muito bem recebidos e vimos que a proposta de termos um projeto voltado para atuar no resgate, monitoramento e soltura de animais que fazem parte do bioma e que de alguma forma seriam afetados pelas obras nas cidades sob influência do PISF, nos sentimos de fato abraçados. Ela disse que queria que a Universidade do Vale do São Francisco atuasse nessa parceria. E 10 anos depois continuamos com esse sentimento e somos gratos a tudo o que o Ministério nos proporciona em prol de nossa fauna”, destacou Pereira.

O vice-reitor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), professor doutor Télio Nobre Leite lembrou a importante contribuição dada a pela atuação da Universidade por meio do Cemafauna em parceria com o Ministério da Integração Nacional e diversos outros órgãos ambientais. “É gratificante para nós ver todo esse bonito trabalho realizado pelo Cemafauna que eleva o nome da nossa universidade, destacando-a como importante promotora da conservação do nosso bioma”, ressaltou.

 

Fotos: Wesley Lopes

Fonte: Jaquelyne Costa/Ascom Cemafauna

 

 




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EXCLUSIVO:Cantor Boavistano se prepara pra gravar participação no SBT

Postado em 4 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

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Alírio Caju

Foto:Patrick Medrado

Por Carol Souza

Tem sertanejo nos estúdios do SBT. Nesta terça-feira (04), o cantor de Arrocha, Alírio Caju está com gravação marcada em São Paulo-SP. De acordo com as informações passadas com exclusividade à Rádio Velho Chico, Alírio vai representar o estado de Pernambuco em um dos programas da Emissora.

Alírio Mariano Alves, o Alírio Caju, é natural de Santa Maria da Boa Vista-PE e tem percorrido o Brasil pra conquistar de vez dos fãs do Arrocha. Este ano ele lançou o CD “Êitha Carência” que conta com os sucessos:  “Quero ver você chorar”, “Doutor”,  “Transplante” e “4 horas da manhã”.




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Deputados aprovam audiência pública para discutir mudanças na Nova Lei do Gás

Postado em 4 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

Audiência pública sobre a Nova Lei do Gás Natural busca amenizar discordância entre parlamentares

Por Clara Sasse

Parlamentares da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados querem realizar, nesta semana, uma audiência pública sobre o projeto de lei 6.407/2013 que altera a Lei do Gás Natural.

A proposta é motivo de discussão entre os deputados e instituições do setor. Segundo os deputados que tentam mudar o texto que está em discussão, a nova proposta não aumenta a competitividade do setor, o que precisa estar contemplado no projeto.

O deputado Fábio Garcia (DEM-MT) afirma que a matéria deve seguir os ideais do projeto Gás para Crescer, que passou por consultas públicas e já recebeu o apoio de agências reguladoras e outros órgãos do setor. Para ele, as premissas devem incluir atração de investimentos, diversidade de agentes e promoção de competição no setor.

“O melhor seria que o projeto voltasse aos princípios do Gás Para Crescer. A gente aproveitasse esse trabalho do Ministério de Minas e Energia, transformasse isso em lei e, definitivamente, mudasse o mercado de gás no Brasil, dando o acesso do gás natural a todos os brasileiros com preço mais justo”, defende Garcia.

O parlamentar argumentou, ainda, que acredita que o próprio relator deve modificar a matéria após conversas internas na comissão para que volte ao texto original.

Outros parlamentares que tentam modificar o atual relatório, como o autor do requerimento para realização da audiência, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), afirmam que o texto apresentado não defende os interesses dos consumidores, mas prioriza as distribuidoras de gás.

O requerimento para realização da audiência, aprovado no último dia 28, pede a presença de representantes do Ministério de Minas e Energia, e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustível (IBP).

O texto cita ainda especialistas da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (ABRACE), Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (ABEGAS) e Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Já utilizado como importante fonte de energia em diversos países do mundo, o gás natural é uma mistura de derivados de combustíveis fósseis que se encontra na natureza. No Brasil, também tem ganhado espaço e hoje está presente em residências, indústrias e até nos veículos.

Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), os brasileiros consomem por dia cerca de 100 milhões de metros cúbicos do produto.





STF julga habeas corpus de Lula: quatro perguntas para entender o pedido de liberdade a ser julgado hoje

Postado em 4 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

O habeas corpus que deve ser julgado hoje vem depois de apelações semelhantes da defesa de Lula serem rejeitadas tanto pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de Porto Alegre, quanto pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.
O habeas corpus que deve ser julgado hoje vem depois de apelações semelhantes da defesa de Lula serem rejeitadas tanto pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de Porto Alegre, quanto pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.
Foto: AFP/Getty / BBC News Brasil

Defesa argumenta que Moro é inimigo do petista e não tem isenção para julgá-lo; para MPF, decisão de Moro de tornar-se ministro de Bolsonaro é “pessoal” e não invalida processo.

André Shalders – @andreshalders – Da BBC Brasil em São Paulo

Os ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) devem julgar nesta terça-feira (04) um pedido de habeas corpus formulado pela defesa do ex-presidente Lula (PT). Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR) desde o dia 7 de de abril de 2018.

No novo pedido de habeas corpus (HC), a defesa de Lula argumenta que o juiz Sérgio Moro mostrou-se parcial (contra o petista) ao aceitar o convite para tornar-se ministro da Justiça no futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL). A defesa do petista pede que Moro seja considerado suspeito; que todo o processo do “tríplex do Guarujá” seja anulado e que Lula seja posto em liberdade.

A 2ª Turma do STF é a responsável por julgar os casos relacionados com a Lava Jato. É formada pelos ministros Luiz Edson Fachin (relator do HC de Lula), Ricardo Lewandowski (presidente da Turma), Celso de Mello, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. A sessão desta quarta-feira está marcada para as 14h – mas não é possível saber de antemão se algum outro caso será julgado antes do HC de Lula.

O habeas corpus que deve ser julgado hoje vem depois de apelações parecidas da defesa de Lula serem rejeitadas tanto pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de Porto Alegre, quanto pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. Nos dois casos, a defesa alegava que Sérgio Moro é inimigo de Lula e não estaria apto a julgá-lo.

Para apresentar um novo pedido de HC no STF, no começo de novembro, a defesa de Lula alegou que Moro criou um “fato novo” ao aceitar o convite para tornar-se ministro da Justiça de Bolsonaro, no começo de novembro.

1. Quais são os argumentos da defesa de Lula?

Cristiano Zanin, advogado de defesa de Lula, sustenta no pedido de habeas corpus a tese de que o juiz Moro foi parcial ao conduzir as investigações que acabaram por condenar o líder petista. “No curso da Operação Lava Jato, o juiz Sérgio Fernando Moro revelou clara parcialidade e motivação política nos atos de persecução que envolvem o ex-presidente Lula”, escreveu ele.

Zanin menciona vários episódios envolvendo o ex-juiz federal e seu cliente para sustentar a visão de que Moro “agiu movido por interesses pessoais estranhos à atividade (de juiz), revelando, ainda inimizade pessoal” com o ex-presidente. Entre outras coisas, Zanin menciona:

O fato de Moro ter determinado a quebra do sigilo telefônico de Lula, inclusive em conversas com seus advogados, em 2016 – algumas das quais foram divulgadas nos processos;

O episódio no qual Moro tornou público, também em março de 2016, o áudio de uma conversa entre Lula e a então presidente da República Dilma Rousseff (PT);

Para o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula neste caso, Sérgio Moro produziu provas que não possui as condições para julgar o petista.
Para o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula neste caso, Sérgio Moro produziu provas que não possui as condições para julgar o petista.

Foto: Rafael Carvalho / Governo de Transição / BBC News Brasil

A intervenção de Moro, que estava de férias, contra a soltura de Lula durante a “guerra de liminares” iniciada pelo desembargador Rogério Favreto em julho de 2018;

O fato de Moro ter congratulado Bolsonaro por sua eleição, em outubro, e de ter aceitado o convite para tornar-se ministro no começo de novembro;

O adiamento de um depoimento público de Lula no caso do “sítio de Atibaia”, marcado para setembro de 2018, a fim de “evitar exploração eleitoral”;

A retirada do sigilo de parte da delação do ex-ministro petista e delator da Lava Jato Antonio Palocci, feita por determinação de Moro, em 1º de outubro deste ano.

2. O que diz o Ministério Público Federal?

Para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, “a narrativa apresentada pelos impetrantes se apoia em ilações frágeis e que não encontram eco em provas”.

Para a chefe do MPF, Lula teve garantido seu direito à ampla defesa e ao contraditório ao longo do processo do tríplex – e mesmo assim, sua condenação foi confirmada por outra instância da Justiça (TRF-4).

Dodge lembra também que o próprio STF já julgou recursos de Lula duas vezes: em abril de 2018, dias antes de sua prisão, o ex-presidente teve um outro pedido de habeas corpus negado pelo plenário do STF; e em maio, a mesma 2ª Turma negou por unanimidade um agravo do petista. “Em razão da ordem judicial (…), confirmada duas vezes pelo STF, Lula passou a cumprir a pena de prisão que lhe fora imposta”, escreveu Dodge.

“Se houvesse perseguição e injustiça, estas seriam resultantes não da ação isolada do juiz federal apontado como suspeito (Moro), mas, sim, fruto de um grande pacto concertado entre todos os desembargadores da 8ª Turma do TRF4, todos os Ministros da 5ª Turma do STJ e da 2ª Turma do STF, o que não é crível”, escreve Dodge.

Em seguida, a PGR passa a responder, um a um, os itens levantados por Zanin.

Sobre o fato de Moro ter aceitado convite para tornar-se ministro, Dodge lembra que a condenação – e a inelegibilidade de Lula em 2018 – foram “confirmadas sucessivas vezes, por diversas instâncias judiciais”. Além disso, a condenação de Moro contra Lula é de julho de 2017, quando Moro “não poderia imaginar que, mais de um ano depois, seria chamado para ser Ministro da Justiça”.

“Por fim, frise-se que a decisão de ter aceitado o convite para ser Ministro da Justiça do presidente eleito pertence à esfera estritamente pessoal de Sérgio Moro. A motivação do ex-magistrado em aceitar tal convite não interessa aos autos”, escreveu a PGR. “A aceitação de tal convite, sendo uma opção de vida legítima de um cidadão livre, não tem o condão de ultrapassar a estrita esfera pessoal do magistrado e, por si só, lançar dúvidas sobre a sua retidão e imparcialidade”, diz a manifestação de Dodge.

3. O que é o processo do” tríplex do Guarujá”?

No processo, o Ministério Público Federal (MPF), sustenta que a empreiteira de origem baiana OAS reformou gratuitamente um apartamento de três andares no balneário do Guarujá (SP), que estaria reservado para a família do petista – embora a venda não tenha se concretizado. Lula chegou a visitar o apartamento em 2014, acompanhado do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. Quando o caso veio a público, no fim de 2014, Lula e a ex-primeira dama Marisa Letícia desistiram da compra.

Ainda para o MPF, a reforma do apartamento tríplex teria sido uma forma da OAS “retribuir” a atuação de Lula em favor da empreiteira na disputa por três contratos com a Petrobras.

Não há um limite para o número de habeas corpus que Lula pode apresentar ao STF ou a outros tribunais do país. Porém, é preciso que cada uma das petições tenha motivações diferentes, explica o advogado criminalista Fernando Castelo Branco.
Não há um limite para o número de habeas corpus que Lula pode apresentar ao STF ou a outros tribunais do país. Porém, é preciso que cada uma das petições tenha motivações diferentes, explica o advogado criminalista Fernando Castelo Branco.

Foto: Reprodução / BBC News Brasil

Desde o começo do processo, Lula e sua defesa negam ter cometido quaisquer crimes e dizem que não há provas da suposta ligação entre a reforma do apartamento e os contratos da estatal petroleira.

Em janeiro deste ano, Lula foi condenado pela 2ª instância da Justiça (neste caso, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, TRF-4) a pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva (receber dinheiro em função do cargo) e lavagem de dinheiro (dar aparência legal ao dinheiro de origem ilícita), no caso do triplex.

Antes, em julho de 2017, Lula tinha sido condenado no mesmo caso pelo ex-juiz Sérgio Moro, a 9 anos e seis meses de prisão.

4. Há um limite para o número de pedidos de habeas corpus de Lula?

Não há um limite para o número de habeas corpus que Lula pode apresentar ao STF ou a outros tribunais do país. Porém, é preciso que cada uma das petições tenha motivações diferentes, explica o advogado criminalista Fernando Castelo Branco.

“Obviamente, os argumentos e os pedidos de cada pleito (HC) não podem se repetir. Isso seria considerado uma duplicidade”, diz ele, que é também professor de processo penal na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo.

“Em alguns casos, pode haver dois HCs ao mesmo tempo, tratando de coisas diferentes. É possível que exista um habeas corpus pedindo a prisão domiciliar e um outro pleiteando a nulidade do processo inteiro, por ser o juiz parcial. Pode ocorrer, pois são pedidos diferentes”, diz ele.

 




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Gonzaga Patriota se reúne com dois novos ministros do governo de Jair Bolsonaro

Postado em 3 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) começou a semana se reunindo com dois novos ministros do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro: o da Saúde, deputado Luiz Henrique Mandetta e o da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O encontro aconteceu no escritório de transição, em Brasília e, na ocasião, Patriota apresentou algumas pautas e discutiu projetos de sua autoria, como o da interligação do Rio Tocantins com o Rio São Francisco.

O primeiro encontro aconteceu com o novo ministro Luiz Henrique Mandetta, onde o socialista falou sobre a importância dos projetos e parcerias para Pernambuco. Patriota falou ainda sobre os repasses de verbas para os hospitais filantrópicos do Estado, citando os exemplos do Santa Maria, de Araripina e o Pronto Socorro São Francisco, de Salgueiro.

Já com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o deputado reforçou a importância do seu projeto que trata da interligação dos rios Tocantins e São Francisco. Gonzaga Patriota destacou que esse projeto merece uma atenção especial, pois é o único caminho para salvar o Velho Chico que vem sofrendo ao longo desses anos.

“A transposição do Tocantins é uma necessidade da região Nordeste, diante dos possíveis colapsos de falta de água nos grandes centros urbanos e da incapacidade do São Francisco de garantir a segurança hídrica da região, por isso, precisamos agilizar o nosso projeto antes que seja tarde demais”, disse Patriota.

O parlamentar pernambucano ainda explicou que não pretende tirar água do Tocantins, mas enviar para o Nordeste um pouco da água que cai no oceano. “Não é que alguém imaginou, trazer água de Tocantins, eu acho que nem tem como trazer, essa água é só na época em que o Tocantins estiver cheio, com 6 mil m³ por segundo, água caindo no oceano sem ser utilizada. Ao invés desse excesso de água ir para o oceano, venha para o Rio São Francisco”, declarou Patriota.




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OUÇA A RÁDIO VELHO CHICO NO SEU CELULAR, TABLET, NOTEBOOK

Postado em 3 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

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A Rádio Web Velho Chico (radiovelhochico.com) foi desenvolvida junto a BRLOGIC , que nos apresentou um  site administrável e o streaming de áudio de alta qualidade. Vamos oferecer em breve na programação: transmissão ao vivo , entrevistas  ,além de música  um programa jornalistico sobre o comando de Josélia Maria e da jornalista Carol Souza.

Em 15 dias a Rádio já teve  :10.754 visitantes.

A Rádio também conta com o apoio do design Randel Guerrero e do apoio técnico de  Adalberto Mariano

Acesse agora no seu tablet, smartphone, notebook, etc

http://radiovelhochico.com/





JOVEM AUTORA LANÇA LIVRO DE POESIAS EM PETROLINA

Postado em 3 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

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O que somos nós além de nós? É com essa divagação que a autora Emylle Novaes fecha sua obra e nos deixa com uma grande incógnita existencial após a leitura do livro “Eu-Macário”. A autora petrolinense, inspirada pelas palavras do romântico Álvares de Azevedo, nos traz versos lapidados pelas suas vivências e sentimentos. Amor, revolta, paixões, sonhos e tristezas são emoções costuradas para formação de um personagem biográfico, lírico, que exala poesia.

“Emylle Novaes, em seu primeiro livro, mostra toda a beleza de ser poeta. Seus escritos vão além das palavras, transcende a natureza física das coisas e atinge o cerne dos nossos sentimentos”, cita o editor da obra, Matheus José.

“Eu Macário”, publicado pela Editora Vecchio, será lançado nesta sexta feira (07), às 19h, na Biblioteca do SESC Petrolina, com entrada gratuita. O livro será vendido por R$25.

A AUTORA

Emylle Novaes é uma jovem poeta de 23 anos formada em Contabilidade, poeta que se arrisca na música e em demais áreas da arte. Nascida e residente da cidade de Petrolina/PE, Emylle desde cedo teve a sua poesia sendo banhada pela inspiração do Rio São Francisco. Desbravando os seus primeiros versos aos 15 anos, a autora foi encontrando na arte uma espécie de válvula de escape para as suas lamúrias, anseios, felicidades e questionamentos.

Inspirada em seu autor favorito, Álvares de Azevedo e na sua obra, Emylle adotou o pseudônimo poético ‘Macário’ aos 19 anos, o qual é utilizado até os dias de hoje para assinar seus versos e textos.

SERVIÇO:

O que? Lançamento do livro “Eu-Macário” – Emylle Novaes.
Quando? 07 de dezembro de 2018, às 19h.
Onde? Biblioteca do SESC Petrolina.
Entrada? Gratuita
Valor da obra? R$25.




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Antonio Souza recebe deputado Capitão Wagner e debate Zona Franca do Semiárido

Postado em 3 de dezembro de 2018 por Josélia Maria

A proposta da Zona Franca do Semiárido Nordestino tem conquistado cada vez mais aliados. Na última semana, o embaixador do projeto Antonio Souza se reuniu com o deputado federal Capitão Wagner, eleito como o mais votado do Ceará neste ano. No encontro, o parlamentar se comprometeu a trabalhar pela união do Nordeste para conseguir a aprovação da PEC 19/2011, de autoria do deputado paraibano Wilson Filho e relatoria do pernambucano Gonzaga Patriota.
Além deles, o também deputado Fernando Rodolfo (PE) atuará na realização desta medida, vista como principal meio para a libertação econômica e social da região, como explica Antonio Souza. “Esse projeto trará a redenção para o povo nordestino, ampliando a qualidade de vida do sertanejo. É uma saída para o trabalhador da zona rural que acorda cedo e vai para a roça. Um dos principais benefícios são as oportunidades de emprego geradas a partir desta implantação”.
Com cerca de 31 mil km², a Zona Franca do Semiárido deve beneficiar toda a região do semiárido nordestino, que compreende mais de 1.200 municípios, e seguir os moldes do projeto instalado em Manaus. A região será voltada para o livre comércio e terá incentivos fiscais ao longo de 30 anos. Desde 2011 na Câmara Federal, a proposta espera ser votada no Plenário para que possa, enfim, sair do papel.



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