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Pandemia do Coronavírus: Paulo Bomfim prorroga medidas restritivas até 13 de Abril. Comércio, bares e restaurantes continuarão fechados, aulas permanecem suspensas

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria

Em reunião realizada na manhã desta segunda-feira, 30, com os membros do Comitê de Enfrentamento à Pandemia do Cornavírus, o prefeito Paulo Bomfim decidiu prorrogar até o dia 13 de abril a vigência das medidas de distanciamento social anunciadas nos decretos expedidos desde a declaração da pandemia, feita pela Organização Mundial de Saúde. No fim da tarde de hoje, o Diário Oficial trará a publicação da decisão.

“Sabemos dos problemas econômicos que todas as cidades estão enfrentando com as medidas restritivas, mas este tem sido o caminho mais racional na prevenção ao Covid-19. Precisamos pensar primeiro na saúde das pessoas e, dentro daquilo que está ao nosso alcance, não fugiremos às nossas responsabilidades”, declarou o prefeito Paulo Bomfim.

Dentre as restrições com prazo estendido, está o fechamento do comércio, bares, restaurantes e a proibição da realização de eventos festivos. Continuam liberados os funcionamentos de supermercados, mercadinhos, padarias, açougues, casas de rações e defensivos agrícolas, desde que preservados o distanciamento e limite máximo de pessoas em cada ambiente. As aulas também continuam suspensas.

A secretária de Saúde, Fabíola Ribeiro, ressaltou a importância da decisão: “Nossas restrições tiveram início há poucos dias, mas já têm se mostrado acertadas. Ainda não é hora, segundo orienta a OMS, de recuar. Temos nos guiado pela opinião de especialistas e sabemos que este é o caminho correto”.

Na cidade de Juazeiro, os bancos e casas lotéricas foram reabertos por decisão do Governo Federal. No entanto, o decreto municipal estabelece uma série de normas de distanciamento e a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano têm atuado na fiscalização das mesmas. 





MPT destina R$ 228.550 mil para o combate ao coronavírus em Pernambuco

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria

O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco realizou uma nova destinação de R$ 228.550 para o combate ao novo coronavírus (Covid-19) no Estado. O valor irá viabilizar exames de diagnóstico da doença pelo Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika), vinculado à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Essa é a segunda reversão de multa trabalhista que o MPT em Pernambuco direciona para o combate ao novo coronavírus. Até o momento, o órgão ministerial destinou R$ 348.550 para o Lika. Os pedidos foram deferidos pela 12ª Vara do Trabalho do Recife. A liberação dos valores já foi realizada e o laboratório aguarda a chegada dos insumos e equipamentos.    

BRASIL

No Brasil, as destinações do MPT para o combate ao novo coronavírus já ultrapassam o valor de R$ 50 milhões, até o momento. As reversões decorrentes da atuação do MPT são orientadas por meio de um cadastro nacional criado para diagnosticar as necessidades da rede pública e privada de saúde no País.  





Administração das Unidades Hospitalares em Recife

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria

O Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife convocaram cinco entidades credenciadas como organizações sociais para administração das unidades hospitalares que atuarão, exclusivamente, no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Além do antigo Hospital Alfa e da Maternidade Brites Albuquerque, mais três unidades provisórias exclusivas estão sendo providenciadas. Foram convocadas o Imip para o antigo Hospital Alfa, o Hospital Tricentenário para a Maternidade Brites de Albuquerque, e o Hospital de Câncer, Fundação Martiniano Fernandes e Instituto Humanize para as três unidades provisórias.






Faça sua declaração de Imposto de Renda em Gouveia Contabilidade

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria





Bahia tem 156 casos confirmados de Covid-19

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria

A Bahia registra 156 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 3,8% do total de casos notificados. Até o momento, 1388 casos foram descartados e houve um óbito confirmado. Trata-se de paciente do sexo masculino, 74 anos, residente em Salvador, que estava internado em hospital da rede privada, com comorbidades associadas. Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 17 horas deste domingo (29). Ao todo, 17 pessoas estão curadas e 18 encontram-se internadas, sendo 8 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Estes números representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA) em conjunto com os Cievs municipais.

Dentre os casos confirmados, 54,49% são do sexo feminino e 45,51% do sexo masculino. Foi registrado o primeiro caso confirmado em uma criança de 2 anos de idade, que encontra-se em bom estado de saúde. O coeficiente de incidência por 100.000 habitantes foi maior na faixa de 70 a 79 anos (2,80) , indicando o maior risco de adoecer entre os idosos

Ressaltamos que os números são dinâmicos e na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação. Outras informações em www.saude.ba.gov.br/coronavirus.

Para acessar o boletim completo, clique aqui.

Diagnóstico laboratorial de infecção pelo SARS-CoV-2

Pacientes com suspeita de COVID-19 devem ter amostras coletadas e enviadas para o Lacen-BA quando estiverem em um dos seguintes critérios abaixo-relacionados:
1. Pacientes com sinais de gravidade, Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ou internados;
2. Pacientes sem sinais de gravidade contactantes de caso de COVID-19 suspeito ou confirmado, ou com histórico de viagem recente ao exterior em países com circulação do SARS-CoV2, e regiões do país com transmissão comunitária sustentada;;
3. Profissionais de saúde com sintomas respiratórios suspeitos de COVID-19;
4. Gestantes com sintomas respiratórios suspeitos de COVID-19;
5. Pessoas com febre, suspeitas de infecção, triadas nos Aeroportos, Portos e nas Estradas
Observação: pacientes que não se enquadrem nas situações acima não têm indicação para coleta de amostras.





Como economista, gostaria de manter a produção, mas como cidadão, quero ficar em casa, diz Guedes

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa do lançamento da nova linha de crédito imobiliário com taxa fixa da Caixa Econômica Federal

Por: FolhaPress
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o período de isolamento como medida de combate à pandemia de coronavírus pode ser mantido por dois ou três meses, mas que depois desse período é preciso liberar as pessoas para o trabalho sob o risco de desmontar o país
“Esse equilíbrio é difícil. Coisa de dois, três meses vai rachar para um lado ou para o outro. Ou funciona o isolamento em dois meses ou vai ter que liberar porque a economia não pode parar também, senão desmonta o Brasil todo”, disse Guedes.

“Eu como economia gostaria que nós pudéssemos manter a produção e voltar mais rápido. Eu como cidadão, seguindo o conhecimento do pessoal da saúde, ao contrário, quero ficar em casa e manter o isolamento.” A declaração vai no sentido contrário da atitude do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que na manhã deste domingo (29) saiu de sua residência oficial, o Palácio da Alvorada, em Brasília, para visitar pontos de comércio local e o Hospital das Forças Armadas (HFA).

A visita de Bolsonaro a diferentes pontos de Brasília causou aglomeração de pessoas, no momento em que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda isolamento para evitar o contágio do novo coronavírus, que já causou 114 mortes no Brasil. O giro do presidente ocorreu um dia após o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ter reforçado a importância do distanciamento social à população nesta etapa da pandemia do coronavírus.

O ministro Paulo Guedes conversou neste domingo (29) por videoconferência com prefeitos da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Eles debateram ações para minimizar os efeitos do novo coronavírus nos cofres municipais. “Do ponto de vista da economia, a gente sabe que um mês a economia aguenta. A Tereza (Cristina, ministra da Agricultura) e o Tarcísio (de Freitas, dos Transportes) estão fazendo belíssimo trabalho. Se a linha básica de alimentação, suprimento, remédio funcionar, pedir comida em casa”, disse Guedes.

“Se isso pelo menos funcionar, você estica um pouco. Aguenta 1 ou 2 meses, isso funcionando você talvez aguente os três meses sem o colapso completo da economia. Passou dos 2 meses e meio, três meses, a economia começa a se desorganizar. Estamos esticados, espremidos”, considerou.

Guedes pediu que os prefeitos pressionem parlamentares federais de suas regiões para a aprovação no Congresso de projetos de lei que flexibilizem o orçamento e assim possam ser feitas mais transferências e realocações de recursos. Ele também defendeu que a aprovação de reformas, como a tributária e administrativa, vão ajudar a retomada econômica quando a crise do coronavírus.





Governador Paulo Câmara reúne-se com entidades empresariais para enfrentamento aos danos da Covid-19 na economia

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria

Visando uma saída para minimizar medidas de combate à pandemia, chefe do Executivo promoveu encontro por teleconferência com nove representantes da iniciativa privada – setores do comércio, indústria, agricultura, hotelaria e bares e restaurantes foram ouvidos

O Governo de Pernambuco vem dialogando com o setor produtivo do Estado na busca por alternativas que minimizem os efeitos da crise econômica que ameaça o País, consequência das ações de isolamento necessárias ao combate do coronavírus. Para estreitar o contato com as principais entidades empresariais e reduzir os danos durante a pandemia, sobretudo para preservar os empregos, o governador Paulo Câmara realizou reunião por videoconferência, neste domingo (29), com nove entidades empresariais atuantes no estado.

O secretário de Planejamento, Alexandre Rebêlo, apresentou aos empresários um resumo da situação da pandemia e as medidas tomadas pelo Governo para o enfrentamento do novo cororavírus no Estado. Dentre os pleitos apresentados pelo empresariado ao chefe do Executivo, o principal é relativo às questões de isenção ou redução tributária. O governador informou aos participantes que o assunto será discutido no âmbito nacional, na próxima sexta-feira (03/04), também por teleconferência, durante a reunião do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Fazenda – Consefaz.

“Estamos concentrados no que é mais emergencial. Nosso compromisso número um é salvar vidas. Mas assim como todo o setor produtivo estamos preocupados com os impactos dessa crise na economia. O que o Governo Federal apresentou até agora foi tímido e insuficiente. Precisamos focar na preservação dos empregos”, afirmou o governador Paulo Câmara.

Os secretários Bruno Schwambach (Desenvolvimento Econômico), André Longo (Saúde), Alberes Lopes (Trabalho, Emprego e Qualificação), Antonio de Pádua (Defesa Social), Rodrigo Novaes (Turismo) e Décio Padilha (Fazenda) participaram da reunião. O encontro aconteceu dois dias depois de um primeiro contato, na sexta-feira, realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico – SDEC com representantes das principais entidades da indústria e do comércio em Pernambuco. A SDEC encabeça o “Comitê de Articulação Estratégica” formado para articular ações conjuntas de enfrentamento aos efeitos da Covid-19 na economia.

Por parte da iniciativa privada, participaram do encontro representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL, Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco – Fiepe, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco – Fecomércio/PE, Associação de Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco – Ademi, Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco –  Sinduscon, Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco-Faepe, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis-ABIH, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Porto de Galinhas-ABIH e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes-Abrasel.
Fotos: Heudes Regis /SEI





Protocolo de limpeza de ferramentas e cuidado com trabalhadores: guia do SESI orienta empresas sobre o coronavírus

Postado em 30 de março de 2020 por Josélia Maria

Foto: Agência Brasil

Agência do Rádio

O Serviço Social da Indústria (SESI) lançou um guia para prevenção da Covid-19 nas empresas. O documento digital de 18 páginas possui orientações e informações para auxiliar gestores e funcionários na identificação de casos suspeitos, formas de transmissão e grupos de risco do novo coronavírus.

Segundo o gerente-executivo de Saúde e Segurança na Indústria do SESI, Emmanuel Lacerda, a cartilha foi produzida por médicos do trabalho e infectologistas e é baseada no Protocolo de Manejo Clínico do Ministério da Saúde.

“Esse rol de medidas inclui ventilação, higienização e desinfecção de ambiente de trabalho, desinfecções de ferramentas e equipamentos de trabalho, práticas de segurança no trabalho, como promoção de etiquetas respiratórias”, explica. 

O guia reforça a importância de empresas e trabalhadores seguirem as orientações de conduta pessoal consolidadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. Manter as pessoas informadas sobre a doença e estimular a redução de contatos físicos e a higiene constante das mãos está entre as principais medidas que as empresas devem tomar.

O manual recomenda, ainda, que a empresa reforce o papel de seu serviço médico na orientação dos funcionários e de seus familiares e na divulgação dos contatos dos serviços oficiais de saúde – Disque Saúde 136 e aplicativo do Sistema Único de Saúde (SUS). Esses canais recebem atualizações frequentes sobre informações falsas, informativos sobre a doença, autodiagnóstico e mapa indicando as unidades de saúde mais próximas. 

Além disso, por conta do volume diário de informações que podem confundir a população, Lacerda ressalta que o documento será atualizado de acordo com novas orientações oficiais. “O guia será atualizado semanalmente com informações. À medida que as autoridades públicas de saúde revisem seus protocolos, nós iremos incorporar a esse guia. Tudo é muito dinâmico. Estamos aprendendo e a mensagem é que não podemos subestimar a gravidade da transmissão e do contágio desse vírus”, completa o gerente-executivo de Saúde e Segurança na Indústria do SESI.

Recomendações

O guia possui informações sobre os sintomas e modo de transmissão da Covid-19, além de orientações de como as empresas devem preparar o ambiente de trabalho para evitar que seus colaboradores contraiam ou transmitam o coronavírus.  

Isso inclui políticas e práticas de flexibilização do local e horário de trabalho para reduzir contato social na empresa, cuidados com a higienização pessoal do trabalhador e de equipamentos e a fixação de materiais informativos sobre etiqueta respiratória.

O empresário e sócio-diretor da MB Ambientes, Felipe Bomtempo, conta que utilizou o material disponibilizado pelo SESI para equipar o local de trabalho com insumos de prevenção e orientar os 90 funcionários que produzem e vendem móveis planejados e que estão alocados na fábrica e em uma loja no Distrito Federal.

“Eu recebi por e-mail a cartilha do SESI e ela me ajudou a implantar as medidas. Até hoje a gente consulta algumas coisas, tem um informativo que a gente colocou no mural da empresa que a gente retirou da cartilha. Me ajudou bastante”, revela Bomtempo. 

Arte: Agência do Rádio

Além disso, a rede SESI tem realizado campanhas de vacinação, com a aplicação de mais de um milhão de doses da vacina da gripe em profissionais da indústria e seus familiares. Vale lembrar que, segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra influenza não tem eficácia contra o coronavírus, mas ajuda os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico de Covid-19, já que os sintomas são parecidos. 

“Estamos focando em ações do Sistema Indústria que vão ao encontro das necessidades da sociedade, do país e da indústria brasileira”, reforça o diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi.

“Indústria contra o coronavírus”

O SESI não é a única instituição ligada à indústria que tem se preocupado em amenizar os efeitos da pandemia de Covid-19 e proteger quem produz e quem consome. Por meio da campanha nacional “A indústria contra o coronavírus”, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e as Federações das Indústrias dos 26 estados e do DF têm levado informação e tomado medidas para reduzir os impactos econômicos e preservar vidas.

O SENAI, por exemplo, abriu vagas gratuitas em cursos a distância voltados à indústria 4.0, que inclui temas ligados à tecnologia, como Blockchain, Lean Manufacturing e BIM (Building Information Modeling). Os cursos têm carga horária de 20 horas e estarão disponíveis até junho. Para ter acesso aos cursos e às vagas, basta acessar a plataforma Mundo SENAI e fazer um cadastro. Essa foi a alternativa encontrada pela instituição para levar educação e capacitação profissional nesse período em que milhões de brasileiros precisam ficar confinados dentro de casa.