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Mokiti Okada – idealizador da Agricultura Natural

Postado em 18 de agosto de 2019 por Josélia Maria

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Foto:Josélia Maria

Mokiti Okada, nasceu no dia 23 de dezembro de 1882, no bairro de Hashiba, na cidade de Tóquio, Japão. Desde criança, dedicou-se às artes e preocupava-se com os problemas da humanidade. Após algumas tragédias familiares e dificuldades na vida empresarial, aprofundou-se na filosofia, na religião e no estudo sobre a origem do sofrimento humano. Preocupado com o bem-estar da humanidade, deixou inúmeros estudos sobre as diversas áreas do conhecimento humano, como política, medicina, educação, filosofia, economia, entre outras, apresentando propostas viáveis e comprometidas com um desenvolvimento social pleno e integrado.

Sendo assim, deixou prontas as bases para a construção de um mundo mais feliz e em plena harmonia, inclusive, espiritual e materialmente evoluído, denominado por ele “Paraíso Terrestre”. Este local representa a concretização de um mundo ideal onde o pensamento, as palavras e as ações do ser humano são nobres e em plena harmonia com a Lei da Natureza, sendo capazes de propiciar a verdadeira saúde, felicidade e a paz. Para tanto Mokiti Okada incentivou, principalmente, a prática do altruísmo, a apreciação do Belo e a busca por uma alimentação verdadeiramente saudável, como formas de aperfeiçoamento e elevação do ser humano. Dedicou-se, intensamente, à promoção da Agricultura Natural, idealizada por ele, como alternativa para os problemas decorrentes da prática da agricultura convencional, na década de 1930.

Ao analisar o método agrícola convencional, Mokiti Okada manifestou uma profunda preocupação com o emprego excessivo de agroquímicos no solo. Observador dos princípios da Natureza, criou o método da Agricultura Natural para resgatar a pureza do solo e dos alimentos, preservar a diversidade e o equilíbrio biológico e contribuir para a elevação da qualidade da vida humana. Mokiti Okada alertou para a necessidade de uma avaliação cuidadosa sobre os “bons resultados” obtidos pelo uso indiscriminado de agrotóxicos, que têm caráter passageiro e acarretam graves consequências ao meio ambiente. A impregnação de resíduos químicos nos alimentos, a alteração do verdadeiro sabor dos mesmos, o comprometimento da saúde do lavrador que manipula tais produtos e a do consumidor, além da contaminação de mananciais, leitos de rios, lençóis freáticos, enfim, da ampla degradação ambiental que afeta toda a cadeia alimentar.

Como solução, Mokiti Okada indicou a aplicação do método da Agricultura Natural, que preserva o meio ambiente, promove a saúde e oferece alimentos puros e saborosos. Este método privilegia a força do solo, cuja qualidade é fator primordial para a obtenção de boas colheitas. Segundo esse princípio, a fertilização do solo consiste no fortalecimento de sua energia natural. Para isso, basta torná-lo puro e limpo. Quanto mais puro é o solo, maior é a sua força para o desenvolvimento das plantas
Deixou-nos, ainda, grandes obras editoriais e artísticas, destacando-se os modelos de locais paradisíacos, denominados Solos Sagrados, e museus de arte no Japão, conceituados internacionalmente.

Seu objetivo era deixar para a humanidade a base para a construção de um Mundo Ideal, materialização da Verdade, do Bem e do Belo, por intermédio de Protótipos do Paraíso nas cidades de Hakone, Atami e Kyoto. Estes representariam a síntese de toda a sua filosofia, a construção do Paraíso Terrestre.

O Brasil foi o primeiro país do Ocidente a construir, às margens da represa de Guarapiranga, na zona sul da capital paulista, seu Solo Sagrado, unindo a beleza proporcionada pela Natureza à beleza construída pelas mãos humanas.

 

Fonte:Blog Korin





“Bacurau” entoa protesto a favor de vidas nordestinas esquecidas no sertão

Postado em 18 de agosto de 2019 por Josélia Maria

Foto: Divulgação

Após premiação no Festival de Cannes, “Bacurau” fez sua primeira exibição pública em solo brasileiro. No aclamado Festival de Cinema de Gramado, o longa dirigido pelos pernambucanos Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho, foi aplaudido durante toda a passagem dos créditos finais.




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Parabéns Cláudio Farias!

Postado em 17 de agosto de 2019 por Josélia Maria




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Aldeia do Velho Chico: espetáculos culturais tomam contam das ruas de Petrolina

Postado em 17 de agosto de 2019 por Josélia Maria

O público da região deu boas-vindas, nesta sexta-feira (16), a 15ª edição da Aldeia do Velho Chico – Festival de Artes do Vale do São Francisco. Atraídas pela diversidade cultural, centenas de pessoas circularam pela região central de Petrolina acompanhando a programação de abertura do festival. O primeiro dia do evento contou com o tradicional Cortejo Abre Alas pro Velho Chico; apresentações musicais no palco da Orla; Mostra Pedagógica das oficinas, painel visualidades da Aldeia; Reisado da comunidade quilombola de Mata de São José de Orocó; Maracatu Beira-Rio de Petrolina; apresentações de quadrilhas juninas, entre outros espetáculos.

Há 15 anos fortalecendo a cultura local, o evento conta com a parceria da Prefeitura de Petrolina. “Desde 2017, a Aldeia do Velho Chico passou a integrar o Calendário Oficial de festas e eventos do município, com uma programação rica, que envolve as diversas expressões de arte. A atual gestão está atenta à valorização da cultura e Petrolina só ganha com a realização de um festival dessa dimensão“, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior, que participou da abertura representando o prefeito Miguel Coelho.

Para quem desejar curtir mais do festival, a programação segue até o dia 31 de agosto com atividades para todos os públicos. Este ano, a Aldeia faz uma homenagem ao Grupo TPA (Teatro Popular de Arte) de Petrolina, companhia que contribuiu para a construção do movimento teatral na região, com uma trajetória de mais de 30 anos





Petrolinense apresenta proposta de novo decreto sobre apps de transporte em Petrolina e diz “Prefeitura pode desperdiçar dinheiro publico se manter regulamentação”

Postado em 17 de agosto de 2019 por Josélia Maria

O Pesquisador Petrolinense Alan da Silveira, apresentou na semana passado a um grupo de motoristas de apps de transporte em Petrolina e a alguns Vereadores uma nova proposta de regulamentação do segmento na cidade.

Alan da Silveira já vinha lutando contra a regulamentação quando no mês passado fez uma carta e promoveu um abaixo assinado contra a regulamentação dos apps no município que apontou ser “inconstitucional e claramente um objeto legal de favorecimento a alguns grupos”, o pesquisador é associado do LIVRES, movimento apartidário de renovação política que foi responsável pela decisão do STF que liberou os apps no país.

A LEGISLAÇÃO ATUAL

O pesquisador alerta que o decreto atual e a legislação vigente no município é claramente inconstitucional: “A legislação que trata do assunto no município é uma copia da legislação de fortaleza, que foi declarada inconstitucional pelo STF, além de conter inúmeros artigos abusivos e que violam preceitos nacionais de Livre iniciativa e livre concorrência.” Ele ressalta dois artigos abusivos: “Na minha opinião o artigo que obriga o motorista de app a parar a 1000 metros de pontos turísticos e o artigo que obriga mulheres a usarem calças ou ‘roupas descentes’ são extremamente abusivos e fora da normalidade brasileira”

Alan da Silveira ressalta que Petrolina precisa se consolidar como um hub de inovação e tece críticas a câmara de vereadores e a prefeitura “Não é possível que nem a assessoria jurídica da casa Plinio Amorim e nem a assessoria jurídica da AMMPLA tenham se atentado ao fato de que estavam utilizando uma lei já declarada inconstitucional como base do trabalho deles. É bizarro ver isso na maior cidade do sertão Pernambucano e em uma cidade que deveria ser um hub de inovação”

A NOVA PROPOSTA

O pesquisador apresentou a proposta a um grupo de motoristas em um evento deles no SEST-SENAT e ao assessor jurídico que está mediando a resolver o impasse com a prefeitura. Para Alan, a sua proposta poderá auxiliar os motoristas a apresentarem uma proposta a prefeitura que garanta o trabalho deles: “A nossa proposta foi apresentada e espero que seja levada em consideração para que se construa uma legislação melhor na cidade.”

Alan ressalta que a legislação trará uma relação ganha-ganha: “Apresentamos uma proposta pautada no século 21. Primeiro traz como base a legislação de Vitoria/ES que é considerada a melhor legislação no assunto. E garante que tanto a prefeitura possa ganhar ao regulamentar e que os motoristas possam trabalhar tranquilamente”

Alguns pontos positivos da proposta de Alan é o fato de que os apps e a prefeitura possam trabalhar em conjuntos para levantamento de dados que sirvam para a melhoria das politicas publicas de transito em Petrolina: “Os dados das viagens, como tempo de percurso e pontos de parada, poderão ser usados para melhorar o transito, fazendo que todo mundo ganhe com isso”, Alan ainda propõe que os carros possam ser de 8 (oito) anos, seguindo a tendência nacional, o que em Petrolina é de 5 (cinco) e tira uma serie de burocracias desnecessárias.

O pesquisador afirma que a proposta será analisada pelos motoristas e pelos vereadores e que espera que isso possa ajudá-los a melhorar a legislação. Para ele essa mudança precisa ser feita de forma urgente:

“É vergonhoso que um município do porte de Petrolina utilize uma legislação já considerada inconstitucional a meses como base de sua regulamentação e que os representantes tentem levar a população a achar que uma lei inconstitucional em Fortaleza, não é em Petrolina. Parece que estão brincando com a população, com os milhares de motoristas no município e com a inteligência de quem escuta. Desse Jeito não dá”

Por fim Alan da Silveira afirma que se o município não mudar rapidamente a legislação, gastará muito com custas judiciais: “A legislação é claramente inconstitucional, se a prefeitura não mudar rapidamente essa regulamentação desperdiçara dinheiro publico com custas judiciais, ou eles mudam ou estarão desperdiçando o nosso dinheiro”

Alan Patrick da Silveira

Coordenador de Comunicação do Instituto Avançado de Tecnologia e Ciência





DIA 06 DE SETEMBRO NO IATE CLUBE PETROLINA – “CAPITAL INICIAL”

Postado em 17 de agosto de 2019 por Josélia Maria

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Bastidores: PF ameaça ‘implodir’ se houver interferência de Bolsonaro

Postado em 17 de agosto de 2019 por Josélia Maria

Breno Pires, O Estado de S.Paulo

A tentativa do presidente Jair Bolsonaro de interferir na escolha do superintendente da Polícia Federal no Rio é mais um capítulo da disputa velada de forças que ele trava com o ministro da JustiçaSérgio Moro. A PF não aceita indicação de “cima para baixo” para o preenchimento dessa vaga e ameaça implodir caso o ministro ceda a uma interferência do Planalto.

Segundo o Estado apurou, se Bolsonaro insitir em impor sua vontade, para Moro restariam duas alternativas. Uma é aceitar e perder o controle da Polícia Federal. A outra é rejeitar a interferência e pedir demissão do cargo. Dirigentes da PF dizem que não vão agir como os colegas da Receita Federal, que vêm sendo atacados pelo presidente constantemente sem reação.  O secretário da Receita, Marcos Cintra, se reúne nesta sexta-feira no Rio com o ministro Paulo Guedes para discutir uma reestruturação no órgão.

Bolsonaro falou sobre o assunto duas vezes nesta sexta-feira, 16. Primeiro, avisou que é ele “quem manda” e indicou que colocaria na vaga de superintendente da PF no Rio o atual responsável pela PF no Amazonas, Alexandre Saraiva. Em nova entrevista, horas depois, baixou o tom. “Eu sugeri o de Manaus. Se vier o de Pernambuco não tem problema, não”, afirmou. Essa última declaração ajudou a acalmar a PF.

Jair Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro  Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Saraiva é próximo dos filhos do presidente e já foi cotado para assumir o Ministério do Meio Ambiente. No início de dezembro, Bolsonaro chegou a sondá-lo. Acabou escolhendo Ricardo Sallespara comandar a pasta.

Na primeira entrevista que concedeu na sexta sobre o assunto, Bolsonaro foi bem assertivo. “Está pré-acertado que seria lá o de Manaus… Se ele resolver mudar, vai ter que falar comigo. Quem manda sou eu… deixar bem claro“, avisou. “Se eu for trocar os superintendentes, qual é o problema? É igual o Coaf. Eu tentei deixar o Coaf com Moro via medida provisória, o Congresso botou na Fazenda e o Paulo Guedes que decide”, complementou.

O comentário do presidente respondeu a uma nota divulgada pela PF informando que o delegado Carlos Henrique Sousa iria para a vaga de Ricardo Saadi no Rio. Como revelou o Estado, o nome de Sousa foi incluído na nota propositadamente para evitar uma indicação política da parte do presidente. A nota rebateu também críticas de Bolsonaro a Saadi.

Estado apurou que o texto foi autorizado por Moro. A indicação dos superintendentes da PF é prerrogativa do diretor-geral da instituição, mas o presidente da República pode vetar qualquer nome por se tratar de cargo de confiança. Não é comum, contudo, a interferência.

O presidente não tem poupado Moro nos últimos meses. Já determinou que ele desconvidasse uma suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP); apoiou a retirada do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da Justiça para o Ministério da Fazenda e ignorou o ministério de Moro ao elaborar seu segundo decreto de armas.

No dia em que anunciou Moro em sua equipe, Bolsonaro prometeu que ele comandaria um “superministério” e teria “liberdade total”. “Eu não vou interferir em absolutamente nada que venha a ocorrer dentro da Justiça no tocante a esse combate à corrupção. Mesmo que viesse a mexer com alguém da minha família no futuro. Não importa. Eu disse a ele: é liberdade total pra trabalhar pelo Brasil “, disse à época





PRFs questionam Projeto de Lei de Abuso de Autoridade

Postado em 17 de agosto de 2019 por Josélia Maria

O Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado se Pernambuco ( SINPRF – PE), juntamente com entidades representativas de outros estados e a Federação Nacional da PRF, lançaram nota através da qual questionam o projeto de Lei de Abuso de Autoridade. “Repudiamos qualquer tentativa de enfraquecimento da segurança pública brasileira e apelamos para que o bom senso seja reestabelecido no debate e que as distorções aprovadas sejam imediatamente revistas”, dizem. Confira texto:
NOTA PÚBLICA
Projeto de Lei de Abuso de Autoridade
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), entidade que congrega os 26 sindicatos estaduais, representando 15 mil policiais rodoviários federais de todo o país, diante da aprovação pela Câmara dos Deputados no dia 14 de agosto, do Projeto de Lei no. 596/2017, que trata de crimes de abuso de autoridade, vem a público se manifestar nos seguintes termos.
É de senso comum que a atividade policial no Brasil é de extremo risco, levando os homens e mulheres que trabalham na segurança pública brasileira a um nível de exposição de vida que eleva a mais de duas vezes a chance de morte em razão da atividade que qualquer outra profissão no país. Somente no ano de 2017, 542 policiais perderam suas vidas em defesa da sociedade brasileira;
O cenário de violência e criminalidade que assola e assusta os brasileiros nos últimos anos levou a uma mudança de pensamento social expressa nas urnas, que alçou aos cargos eletivos a maior quantidade de pessoas ligadas à área de segurança pública já registrada em tempos democráticos no Brasil;
A vontade da população expressa nas urnas, entretanto, se viu vilipendiada com as distorções aprovadas na Câmara dos Deputados esta semana, no projeto de abuso de autoridade;
A criminalização excessiva e desproporcional de condutas relacionadas à atividade policial, presente no texto do projeto de lei aprovado, torna ainda mais insegura a atividade de defesa e proteção da sociedade brasileira;
Os policiais e profissionais de segurança pública em geral, além do apoio da sociedade, necessitam de uma maior proteção e retaguarda jurídica para conseguirem desempenhar suas atividades. Mas em oposição a esta latente necessidade, o projeto de lei aprovado afirma grave insegurança jurídica, criminalizando aqueles que mais se expõem a risco para combater os crimes que verdadeiramente barbarizam nossa sociedade;
Repudiamos qualquer tentativa de enfraquecimento da segurança pública brasileira e apelamos para que o bom senso seja reestabelecido no debate e que as distorções aprovadas sejam imediatamente revistas.
Brasília/DF, 16 de agosto de 2019.
Diretoria Executiva da FenaPRF