Festival Edésio Santos continua promovendo integração musical e revelando novos talentos

Festival Edésio Santos continua promovendo integração musical e revelando novos talentos

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Criado através da Lei Municipal nº 1.501 de 01 de julho de 1997, o Festival Edésio Santos da Canção se consolidou como a maior festa da música sanfranciscana, reunindo artistas de todas as regiões do país e revelando novos talentos, como tão bem colocou o cantor Lazzo Matumbi, que encerrou com um belíssimo show a final da 17ª edição do festival, realizada na noite da última sexta-feira (12) na Orla de Juazeiro.

Promovido pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura e Juventude, o Festival este ano contou com mais de 300 canções inscritas e distribuiu uma premiação de R$ 33 mil. Para o secretário Donizete Menezes, o festival deixou de ser uma competição regional para se transformar em um grande encontro musical de compositores e intérpretes de diversas regiões do país.

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Como incentivo à cultura poética e musical o evento este ano teve como tema “Edésio: A Negritude de Um Violão” e também reverenciou personalidades negras da cidade, numa homenagem ao músico que deu nome ao festival.

Após duas etapas classificatórias, 12 canções inéditas disputaram a premiação diante de um público que vibrava a cada interpretação. A estudante Camila Soares disse que há tempos acompanha o festival , mas revelou que nunca tinha visto tantas músicas de qualidade e merecedoras do prêmio. “Certamente os jurados terão muita dificuldade para escolher a melhor composição nesse nível que estamos vendo”, resumiu.

Tão logo as 12 músicas finalistas foram apresentadas criou-se a expectativa do público com relação as quais seriam as melhores.  O resultado chegou e com ele a euforia dos vencedores.

O Júri Popular indicou a canção “Soul Nordestino”, de Euri Mania, interpretada pelo Grupo P1 Rappers de Juazeiro, que recebeu oTroféu Florentina da Silva Rosa (Dona Flora) e o prêmio de  R$ 1 mil.

Já a composição “Cadê Meu Rio, Cadê?”, de Wilson Duarte e Paulo César Oliveira, foi escolhida pelo corpo de jurados como a melhor música local, na voz de Endira Freitas e Paulo César, recebendo o troféu Manoel da Silva Oliveira (Manoel Cambota), mais o prêmio de R$ 5 mil. A música também ficou no terceiro lugar e levou R$ 6 mil em prêmio.

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O cantor Dom Pilé, que interpretou a música Hipérbole, de autoria de Marcelo Sol Posto, de São Paulo, ganhou o prêmio de R$ 3 mil e o Troféu Valdeci Gomes de Oliveira (Valdeci Cabelereira), como melhor intérprete.

Interpretada por Fabiana Santiago, a composição “Quadrante”, de Zé Beto Corrêa e Marília Abduani, de Belo Horizonte/MG, ficou com a segunda colocação e recebeu R$ 8 mil em prêmio, além do Troféu Maria Perpétua Batista de Miranda (Dona Maria do Samba de Véio do Rodeadouro).

Grande vencedora da 17ª Edição do Festival Edésio Santos da Canção, “Ainda Vale a Pena”, do petrolinense Eugênio Cruz, foi interpretada pelo juazeirense Rogério Leal e levou o prêmio de  R$ 10 mil, mais o Troféu Manoel Rodrigues Santos (Macaxeira do Forró).

Do forró ao rap o Festival Edésio Santos da Canção agradou aos participantes e ao público com uma excelente qualidade musical e o acompanhamento da “Super Banda”, que deu um show de competência e musicalidade.

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