Líder supremo do Irã foi morto durante ataques dos EUA e de Israel

Por Joselia Maria 01 mar 2026
UOL
líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, 86, foi morto em um ataque massivo e conjunto dos Estados Unidos e de Israel em Teerã. A televisão estatal iraniana confirmou o óbito e decretou 40 dias de luto nacional. O bombardeio letal atingiu o complexo do líder, matando também sua filha, genro e neto, além de eliminar outros altos comandantes militares e de inteligência do regime.

A operação tem como objetivo central a mudança de regime no Irã. O presidente americano Donald Trump celebrou a queda de Khamenei e incitou abertamente a população local a tomar o controle do governo. Elevando a tensão da ofensiva, Trump declarou que os bombardeios pesados dos EUA continuarão ininterruptamente ao longo da semana ou pelo tempo que for necessário para desmantelar o país.

A retaliação de Teerã foi imediata e em múltiplas frentes. As forças iranianas dispararam dezenas de mísseis balísticos e drones não apenas contra o território de Israel, mas diretamente contra bases militares dos EUA no Golfo Pérsico. Os ataques atingiram alvos nos Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait e Catar, arrastando as nações vizinhas diretamente para a linha de fogo.

O saldo de vítimas já assume proporções catastróficas. Organizações de resgate relataram mais de 200 mortos e 700 feridos espalhados pelo território iraniano. Em um dos episódios mais sangrentos da escalada até o momento, mais de 100 crianças morreram depois que uma escola primária para meninas foi bombardeada no sul do país.

O impacto logístico e econômico global foi instantâneo. A violenta troca de hostilidades forçou o fechamento prático do Estreito de Ormuz, artéria marítima por onde transita um quinto de todo o suprimento mundial de petróleo, e causou o fechamento em massa de aeroportos e do espaço aéreo no Oriente Médio. Diante da ameaça iminente de uma guerra total, o Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência.