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População de Caruaru vai às ruas confirmar voto em Paulo e Haddad

Postado em 23 de setembro de 2018 por Josélia Maria

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Neste sábado, os candidatos comandaram uma grande carreata de 13 quilômetros pelos principais bairros do município

CARUARU – Depois de comandar a maior caminhada feita no Centro do Recife, o governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) e o futuro presidente Fernando Haddad (PT) levaram a força da Frente Popular de Pernambuco ao município de Caruaru, no Agreste. Assim como na capital pernambucana, milhares de pessoas foram às ruas para acompanhar a carreata e também saíram de suas casas para declarar apoio ao projeto político que vai fazer o Brasil voltar a ser feliz e manter Pernambuco no caminho do avanço.

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Além de Paulo e Haddad, acompanharam a agenda a candidata a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), o senador Humberto Costa (PT) e postulantes proporcionais.  A carreata de 13 quilômetro saiu da Avenida Rui Barbosa e passou pelos bairros Nossa Senhora das Dores, Salgado, Riachão, Indianópolis, Santa Rosa, Vassoural, Petrópolis, Kennedy, Maria Auxiliadora, João Mota e Divinópolis, pintando as ruas de amarelo e vermelho.

Em todo o trajeto, Paulo e Haddad sentiram o carinho e reconhecimento da população, que fazia questão de, através de gestos com as mãos, confirmar o voto no 40 e no 13, além do tradicional Lula livre. Durante o percurso, as frases mais ouvidas foram “É Paulo de novo, governador do povo” e “Lula é Haddad, Haddad é Paulo e Paulo é Lula”.

A costureira Elianeide da Silva , de 37 anos, moradora de Caruaru, fez questão de participar de toda a carreata em apoio ao projeto da Frente Popular. “Paulo fez muito pela classe pobre de Pernambuco. Ele melhorou a saúde, a segurança e a educação. Valeu a pena esperar para ver os dois. E Haddad vai ser meu presidente. Ele é o candidato de Lula, que foi o pai dos pobres, que deu saúde, educação e o Minha casa, minha vida. No dia 07 de outubro só vai dar 13 e 40 na cabeça!”, cravou.

Normandia

Antes da carreata, Paulo e Haddad visitaram a Fazenda Normandia, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), onde acompanharam o processo de produção realizado no assentamento, que atende a demanda de escolas em 16 municípios pernambucanos. No local, Haddad pode conhecer como se dá a higienização e o empacotamento à vácuo dos produtos. Há cerca de duas semanas, Paulo recebeu apoio do MST à sua reeleição.

FOTOS: Andréa Rêgo Barros/PSB




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Marina pede investigação contra Bolsonaro

Postado em 23 de setembro de 2018 por Josélia Maria

por ataque a ‘grupo de mulheres’

Grupo criado no Facebook teve a página alterada na rede social

O Globo

A campanha da candidata à Presidência da RedeMarina Silva, informou neste sábado que entrou com uma ação de investigação no Tribunal Supeior Eleitoral (TSE) contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL), e seu vice Hamilton Mourão (PRTB) para apurar a denúncia de ataque cibernético ao grupo no Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”. No último dia 14, o grupo foi invadido e teve o nome alterado para “Mulheres com Bolsonaro” e só depois retomado pelas administradoras. A ação pede punição com a cassação do registro de candidatura ou, em caso de julgamento após a eleição da chapa, do diploma ou do mandato, com inelegibilidade de 8 anos.

 “A vítima dessa estratégia sorrateira foi um grupo de milhões de mulheres brasileiras, que, apesar de estarem espalhadas por todo o país, reuniram-se licitamente através da internet para dialogar e manifestarem seu pensamento, entretanto, foram alvo de práticas criminosas e, ao que tudo indica, de cunho eleitoral”, defende a ação. A petição destaca que é notória a rejeição do eleitorado feminino a Bolsonaro e que o grupo ganhou destaque na imprensa por se posicionar contra as ideias do candidato.

A campanha da candidata informou também que pediu investigação contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro, por suas manifestações em redes sociais que deixaram claro a intenção de obter vantagem eleitoral em favor de seu pai.




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EM BELÉM DO SÃO FRANCISCO VICE-PRESIDENTE DO LGBT TÁ COM JOSÉLIA BLOGUEIRA

Postado em 22 de setembro de 2018 por Josélia Maria

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Ainda cumprindo agenda em Belém do São Francisco , terra natal, a candidata a deputada federal Josélia Maria (REDE) , recebeu o apoio do professor e vice-presidente do Movimento LGBT , Thitico Soares.

 “Josélia simpatizante e aliado à cidadania LGBT. Tenho certeza que teremos seu apoio” ,disse Thitico




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Belém do São Francisco:Comerciante Gildo Sá declara apoio a candidata a deputada federal Josélia

Postado em 22 de setembro de 2018 por Josélia Maria

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O comerciante Gildo Sá proprietário do “Mercadinho Bandeirantes”  na cidade de Belém do São Francisco, Sertão de Itaparica, declarou apoio a amiga, conterrânea e candidata a deputada federal Josélia Maria (REDE).

“Você tem o meu apoio e o meu voto amiga Josélia Maria, nós precisamos de pessoas honestas como você na política”, declarou o comerciante Gildo Sá, durante encontro com a candidata a deputado federal.

 

#rede #joseliamaria #eleições2018




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MORRE APARECIDA GONZAGA,MEMBRO DO JOHREI CENTER PETROLINA

Postado em 22 de setembro de 2018 por Josélia Maria

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Foi com imensa tristeza que recebi o comunicado da morte de Aparecida Gonzaga membro do Johrei Center de  Petrolina.

Estamos em oração para que a mão de Deus Supremo esteja guiando e protegendo  sua família neste momento. Acreditamos que nosso sentimento de gratidão seja o mais útil neste momento. Então, vamos elevar nossas orações a Deus e Meishu-Sama agradecendo a permissão que tivemos de tê-la em nossas vidas.

O velório está sendo no SAF (central) ,Petrolina. O sepultamento será às 17h no cemitério central.

Meus sentimentos aos familiares e membros do Johrei Center Petrolina

 

 

Josélia Maria

Blogueira/Radialista e Candidata a Deputada Federal pela REDE/PE




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Marina atribui posição nas pesquisas a ‘eleitor livre’ e diz que não se rende a discurso fácil, quer ‘ganhar ganhando’

Postado em 22 de setembro de 2018 por Josélia Maria

Marina Silva (Rede) é entrevistada no Jornal da Globo

Marina Silva (Rede) é entrevistada no Jornal da Globo

Por G1 — São Paulo

A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou na noite desta sexta-feira (21) em entrevista ao Jornal da Globo que seu eleitor “é o mais livre”, ao ser questionada sobre a sua queda nas intenções de voto nas últimas pesquisas. Ela também disse que não se dispõe a fazer “discurso fácil” e quer “ganhar ganhando.”

Marina defendeu que mulheres se aposentem mais cedo que os homens, desonerar a folha de pagamento das empresas, rever alguns pontos da reforma trabalhista e acabar “com a indústria de sindicatos e partidos” (veja mais abaixo).

Ela é a quarta entrevistada da série que o Jornal da Globo faz nesta semana com os candidatos à Presidência mais bem colocados na pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (14). A apresentadora Renata Lo Prete já entrevistou Ciro Gomes (PDT) na segunda-feira (17)Geraldo Alckmin (PSDB) na terça-feira (18) e Fernando Haddad (PT) na quarta-feira (19). O candidato Jair Bolsonaro (PSL) permanece internado, se recuperando do atentado que sofreu em 6 de setembro, e não será entrevistado neste momento.

“O meu eleitor é o mais livre. Porque não tem uma aderência a priori”, afirmou Marina ao ser perguntada sobre a sua situação nas pesquisas. Com 7% das intenções de votos, segundo a pesquisa mais recente do Datafolha, ela tem o eleitor menos convicto e um desempenho pior que no mesmo período das últimas eleições presidenciais que disputou (13% em 2010 e 31% em 2014).

“São pessoas que são livres para dar o seu voto em quem quiser. Eu fico muito preocupada com essa história de eleitor cativo. Não importa se roubou, não importa se agrediu, é fiel. É como se fosse quase uma religião. Uma democracia tem que zelar muito pela liberdade do seu cidadão fazer uma escolha”, afirmou a candidata. “Eu tenho apenas 21 segundos de televisão. Os meus adversários têm muito tempo.”

Lo Prete pontuou: “o líder nas pesquisas não tem muito tempo” – em referência ao candidato Jair Bolsonaro (PSL). “Mas faz um discurso fácil, que eu não me disponho a fazer”, afirmou Marina. “Eu quero ganhar ganhando. Eu quero ganhar em cima de proposta.”

‘Governo de transição’

A jornalista também questionou o fato de a candidata dizer que seu governo seria de transição, caso eleita. “O Brasil vive uma crise grave. O atual governo foi empossado após um impeachment – portanto, ele é, pela origem, de transição. Nas pesquisas, os eleitores apontam problemas que eles consideram urgentes, graves, e, pelos quais, eles cobram soluções. Como a senhora acha que os eleitores reagem ao vê-la dizer que seu seria um governo de transição?”

Marina criticou partidos que, segundo ela, querem se perpetuar no poder. “É porque os partidos que botaram o Brasil no fundo do poço quiseram ser governos de perpetuação. O PSDB entrou e disse que queria ficar 20 anos. O PT entrou e disse que queria ficar 20 anos. Quando você encara a política como projeto de poder pelo poder, acaba fazendo de tudo para permanecer no poder. Eu estou dizendo que quero ficar quatro anos, para que a gente encontre um outro caminho, uma outra maneira de caminhar. Eu encaro a política como serviço”, afirmou.

“Se eu ganhar, eu vou governar com as melhores pessoas dos partidos, da sociedade, da academia, dos empresários. Porque um governo que quer estabelecer um novo patamar só consegue fazer isso se sinalizar para a sociedade que a alternância de poder é um valor na democracia. Eu tenho que ter políticas boas, que funcionem, mas que funcionem independente de eu estar no governo, de ser o meu partido. No Brasil, na América Latina, as pessoas ‘fulanizam’ as políticas, não institucionalizam as políticas.”

Lo Prete então questionou se um governo de transição não “embute a ideia de administrar uma crise”, preparando o terreno para o governo seguinte. “Não se trata de ‘fulanizar’. Eu lhe pergunto porque as palavras têm um peso”, afirmou a jornalista. “Seria esse o seu papel na Presidência?”

Marina afirmou que seu papel na Presidência seria o de “recuperar credibilidade, legitimidade, tirar o país da crise econômica, da crise social, da crise política e da crise de valores que estamos vivendo” e concordou que “transição” não seria a melhor palavra para descrever um eventual governo seu. “Então vamos mudar a palavra. Eu concordo com você que a palavra tem força, e as pessoas nem querem saber do conteúdo. [Eu quero] um governo de quatro anos, porque eu não quero reeleição. Eu quero um governo de cinco anos a partir de 2022 para quem vier. Não tenho apego ao poder pelo poder.”

A candidata voltou a criticar os grandes partidos. “O PMDB ajudou a reconquistar a democracia e se perdeu em projeto de poder pelo poder. O PSDB deu uma grande contribuição, ajudando esse país a sair crise econômica com o Plano Real, e se perdeu em projeto poder pelo poder. O Partido dos Trabalhadores deu uma grande contribuição, em cima da estabilidade econômica sobre políticas sociais, e se perdeu em projeto de poder pelo poder. E todos hoje estão envolvidos em graves casos de corrupção”.

A candidata afirmou também “que sábios são os que aprendem com os erros dos outros” e “estúpidos são aqueles que não aprendem com os próprios erros”. “Nós não temos o direito de não aprender com os nossos erros. É um momento de gravidade. O Brasil está à beira de ter que ficar no cinismo de que não existiu corrupção porque não faz autocrítica ou ir por um caminho totalmente irresponsável com a nossa democracia, com a sociedade brasileira, de apostar cada vez mais na radicalização, como é o projeto do Bolsonaro.”

Reforma política

Marina foi questionada por Lo Prete sobre a sua proposta de criar um teto de dois mandatos consecutivos para parlamentares. “A senhora considera realmente possível convencer 3/5 dos deputados e senadores a se contentar com uma única reeleição?”

A candidata afirmou que não pode “deixar de propor aquilo que acho que é certo e que é justo para melhorar a qualidade da política no Brasil”. “Aliás, esse é o grande problema que nós estamos vivendo hoje: as pessoas estão se acostumando a nivelar por baixo. Os partidos não são mais prospectivos. As pessoas perderam os grandes ideais. Nós estamos no caos na política, Renata. E uma reforma política precisa abordar a política como profissão. Tem gente que fica no Congresso nacional como se aquilo fosse uma profissão – e a política é serviço”.

“Só para você ter um ideia, se esta proposta já tivesse sido aprovada, hoje nós teríamos uma renovação de 70% do Congresso que nós temos hoje. No Congresso nós temos mais de 200 investigados, imagine se isso incidisse sobre esses que estão aí, que repetem mandato ad infinitum“, afirmou.

Lo Prete perguntou se a proposta não seria um tipo de “estelionato eleitoral”, devido à dificuldade de conseguir aprová-la. “Estelionato eleitoral assume diversas formas. Uma das formas é prometer em campanha aquilo que sabidamente não será concretizado. A senhora não acha que isso é um pouco esta proposta, por exemplo?”

“Não, não, é uma proposta de reforma política”, afirmou Marina. “Em uma reforma política quem vai debater é o Congresso, eu não posso me conformar com a política que temos, o sistema político que temos, só porque eu não tenho a garantia de 100% que eu não vou convencer o Congresso ou não.”

A jornalista insistiu na questão: “a senhora foi senadora, a senhora sabe como é o Congresso. Apenas me diga: a senhora acha viável convencer os parlamentares a aprovarem uma medida como essa?”

Marina afirmou que, “se fosse me pautar só pelo que o senso comum acha viável, nunca teria aprovado a Lei de Concessão Florestal [quando era ministra do Meio Ambiente]”. “Todo mundo dizia que era praticamente impossível. Eu tive que enfrentar uma greve no Ibama para criar o Serviço Florestal Brasileiro, o Instituto Chico Mendes”.

“Imagine se eu tivesse entrado e dito: eu vou reduzir o desmatamento em 80%, vou prender 725 criminosos, vou aprender 1 milhão de metros cúbicos de madeira, vou criar 24 milhões de hectares de unidades de conservação em 5 anos, vou dobrar as reservas extrativistas e vou ser o ministério mais premiado da história do Ministério do Meio Ambiente do Brasil. As pessoas iam dizer: ‘isso é um estelionato, você não vai conseguir. O desmatamento está em 27 mil km², você não tem condição de conseguir com o Orçamento que você tem'”, disse a candidata.

Ela afirmou que “o Brasil está precisando de grande ideais”. “Nós estamos nivelando tudo por baixo. É por isso que, quando aparece uns salvadores da pátria, dizendo que vão resolver o problema da violência não com política pública, mas distribuindo uma arma para as pessoas, parece que isso pega como um rastilho de pólvora. Os grandes ideais nos ajudam a alavancar determinadas coisas.”

Outros temas

  • Reforma da Previdência

Pergunta: A sua campanha é uma das que defendem a reforma da Previdência, consideram necessária. Mas o seu programa é vago sobre o que fazer. Vou citar três pontos. Defende que exista uma idade mínima, mas não diz qual. Defende migrar para o sistema de capitalização, mas não não estima o custo disso. E defende eliminar privilégios de quem ingressou no serviço público antes de 2010, mas também não diz quais. A senhora pode esclarecer quais privilégios?

Resposta: Primeiro a necessidade da reforma da Previdência. Ela é importante, fundamental, porque nós temos um déficit da Previdência, temos um país que está endividado, e ela é necessária. E, quando nós tratamos da reforma da Previdência, nós estamos considerando algumas questões que já estão contempladas no nosso programa. Na questão da idade mínima, é uma necessidade, mas os especialistas estão debatendo. Qual é a idade mínima que nós vamos estabelecer diante da longevidade das pessoas. E quando estabelecermos essa idade mínima nós ainda vamos manter a diferença entre homens e mulheres. As mulheres se aposentarão primeiro. Mas hoje, na prática, já existe uma idade mínima. As pessoas pobres que se aposentam por idade porque elas não têm um trabalho contínuo, o seu trabalho é intermitente, elas já se aposentam com 65 anos de idade. Vamos combater privilégios. Hoje nós temos uma distorção no sistema. O poder executivo tem aposentadorias de até R$ 7 mil, no Legislativo é R$ 28 mil, no Judiciário é R$ 26 mil. Na iniciativa privada é R$ 1,5 mil. E já existe um teto. [Proponho] juntar o sistema público com o sistema privado. O teto é de R$ 5,6 mil. Além disso, você terá que pagar para ter algo que seja maior. Nós já temos isso muito claro. E vamos também acabar com a farra das isenções, dos perdões e da corrupção na Previdência. Se a gente fizer isso, a gente consegue pelo menos uns cinco anos de viabilidade da Previdência. E, se o país voltar a crescer – com credibilidade e legitimidade nós vamos fazer o país voltar a crescer -, a gente vai ter uma ampliação da base de contribuição.

Resposta: É melhor ouvir os especialistas. O Temer se furtou ao debate e não conseguiu aprovar uma reforma da Previdência. Eu aposto no resultado e no processo. Hoje se está curvando a uma cultura autoritária nesse país, e as pessoas ficam assustadas quando aparece salvadores da pátria mentindo e dizendo que vão fazer e acontecer. É porque parece que a gente é um país democrático que tem desprezo pelo processo. Então, nós vamos fazer a reforma, ela é necessária. Nós estamos perdendo o bônus demográfico. Hoje, para cada aposentado, há oito pessoas que pagam uma aposentadoria. Em 2040, terão apenas quatro pessoas. Em 2060, duas pessoas. Se nós não fizermos nós estaremos numa situação muito difícil.

  • Reforma trabalhista

Pergunta: Sobre reforma trabalhista eu lhe pergunto sobre um ponto específico, o fim da contribuição sindical – aquele dia que todo trabalhador é obrigado a repassar todo ano ao sindicato. Na GloboNews a senhora disse que foi contra, mas disse também que é preciso pensar numa forma de financiar os sindicatos. Qual seria? Uma nova contribuição?

Resposta: Encontrar uma forma de como os sindicatos conseguirão fazer com que sua base, a partir da decisão democrática soberana da base sindical, possa viabilizar estes sindicatos. Porque hoje você tirou também o imposto sindical dos empregadores, mas eles continuam com o Sistema S, que dá uma grande quantidade de dinheiro para as empresas. No caso dos sindicatos, você não vai querer que os trabalhadores fiquem completamente à deriva. Eu sempre fui a favor da liberdade e autonomia sindical, mas isso não significa que a gente deva acabar com os sindicatos. A reforma trabalhista ela precisa ser revisitada, de mudanças, porque foram cometidas algumas atrocidades na reforma trabalhista.

Pergunta: Ainda para entender esta questão dos sindicatos, vamos quantificar: são pouco mais de 16 mil sindicatos, entre patronais e de trabalhadores. A gente sabe que muito deles são fantasmas, não representam ninguém, e são criados especificamente para receber aqueles milhões em contribuição. Tem quem defenda fixar um mínimo da participação da categoria e não só dos associados para validar uma contribuição. Qual é a sua posição sobre isso?

Resposta: Minha posição é que os sindicatos precisam dar retorno para categoria. E muitas vezes um pequeno sindicato que, sozinho, se articula para ter acesso ao imposto sindical, ele não tem que ter um trabalho efetivo. Às vezes você faz a composição de vários segmentos, ganha uma força maior, uma base social, e com isso você consegue fazer as negociações, os acordos coletivos, ter um ganho concreto para aquela base social. De acordo com essa quase competição de resultado você vai conseguir com que a pessoa queira contribuir. Aliás, é algo parecido com reforma partidária. Hoje você tem um monte de partido que não tem programa, não tem ideologia, só para ter acesso ao fundo partidário. É correto que você acabe com a indústria de sindicato e de partido. Mas os partidos políticos, muito espertamente, no Congresso Nacional, conseguiram manter uma forma de sobreviver. Os sindicatos precisam ser efetivos, ter capacidade de resposta e convencer os seus associados na sua contribuição. Buscar este caminho é legítimo, você não vai é querer que as categorias, os trabalhadores, fiquem inteiramente à deriva. A minha crítica [na reforma trabalhista] é até mais grave do que isso, que é questão de um mulher grávida ter que trabalhar em uma situação de risco para ela e para o bebê. Isso precisa mudar. A questão de uma pessoa que vive em situação de trabalho escravo e, para poder entrar na Justiça e reivindicar o seu direito, ter que pagar uma perícia técnica. Ou uma pessoa que foi lesada de alguma forma pelo patrão, ganha um salário mínimo e vai pagar uma perícia técnica. Uma perícia técnica é muito cara, e isso dificulta o acesso à Justiça. Isso tem que mudar, e tem que mudar também a questão do trabalho intermitente. A pessoa tem que ficar à disposição do contratante e ela pode não ser chamada. Mas ela precisa continuar pagando as contas, precisa alimentar a sua família. Todos estes aspectos precisam ser revistos. Diferentemente daqueles que dizem que terá que revogar, eu digo que tem que rever.




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Nota Oficial Frente Popular

Postado em 22 de setembro de 2018 por Josélia Maria

A Frente Popular repudia a desrespeitosa e mentirosa nota da coligação Pernambuco Vai Mudar, que tem à frente o senador Armando Monteiro Neto. Os elementos listados pela Turma de Temer em Pernambuco dizem respeito justamente às práticas desse grupo, que diuturnamente espalham boatos e mentiras contra o governador Paulo Câmara, em uma campanha difamatória via telefonemas anônimos e fake news –  instrumentos próprios de quem prevê a derrota.

Primeiro, Armando deveria explicar aos eleitores como a sua longa história de fracassos como gestor dialoga com a sua atuação elitista no Congresso Nacional, quando, por exemplo, votou pela retirada de direitos do trabalhador na reforma combinada entre o desastroso Governo Temer e suas bancadas na Câmara e no Senado.

Vale lembrar aos pernambucanos que essa reforma foi proposta pelo PTB, partido de Armando, ao presidente Temer, que entregou o Ministério do Trabalho aos petebistas desde que assumiu o poder.

A coligação de Armando decidiu pelo caminho da desonestidade com os fatos, envergonhando Pernambuco e nossa tradição de fazer política com altivez.

Reafirmamos o nosso compromisso com a verdade, a transparência e o respeito ao povo de Pernambuco. Vamos continuar em frente, com nossa campanha propositiva, prestando contas aos cidadãos e discutindo o futuro do nosso Estado.

FRENTE POPULAR DE PERNAMBUCO




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Nota de Esclarecimento

Postado em 22 de setembro de 2018 por Josélia Maria

Nota de Esclarecimento
Apesar de ainda não ter sido notificado da decisão, em relação à publicação feita no site da REDE Sustentabilidade, venho esclarecer:
A legislação garante que um filiado a partido político somente pode ser expulso por processo disciplinar em sejam garantidos o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.
Contudo, numa manifestação opressiva e antidemocrática, a REDE decidiu pela minha expulsão sumária, sem nenhum respeito a essas sagradas garantias constitucionais.
A campanha seguirá normalmente até a decisão da Justiça Eleitoral, quem efetivamente tem competência para dar a palavra final sobre o tema e deliberar sobre eventual pedido de cancelamento de registro de candidatura.
Confio no Poder Judiciário e tenho convicção de que esse ato arbitrário será revisto pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.
Os partidos políticos não podem pregar a democracia da  “porta pra fora” e funcionar com uma ditadura da “porta pra dentro”. A democracia intrapartidária exige respeito aos direitos fundamentais dos filiados, tal como previsto na nossa valorosa Constituição.
Julio Lossio
Candidato a Governador de Pernambuco



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